Startup agro é selecionada em programa de aceleração internacional

Startup agro é selecionada em programa de aceleração internacional

A agtech Adroit está entre as selecionadas do SP Global, o Programa de Aceleração para Internacionalização de startups Paulistas, iniciativa da InvestSP em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo. A ideia é prepara-las para o mercado internacional, o que fortalece a estratégia do Governo do Estado em buscar novos parceiros comerciais e tornar as empresas locais mais competitivas.

Das mais de 100 startups inscritas, foram selecionadas 10, que se enquadram como retailtechs, fintechs, edtechs, agtechs e foodtechs, com base na área de atuação de cada uma. “O Estado de São Paulo é o principal hub de inovação brasileiro, tanto que a maior parte dos unicórnios do Brasil nasceu aqui e o apoio da InvestSP deve ser decisivo para que as startups tenham um crescimento”, afirmou, Gustavo Diniz Junqueira, presidente da InvestSP.

De acordo com Luiz Filipe Olivan, responsável pela expansão internacional da empresa, estar nesse top 10 é uma conquista muito grande. “Ter o apoio e o reconhecimento do Governo do Estado e da InvestSP no que diz respeito em poder exportar para outros países os resultados de uma tecnologia brasileira nos deixa muito felizes. Somado a isso, poder ter acesso a um programa de capacitação direcionada, com mentoria e abertura de mercado, certamente facilitará nossa expansão e crescimento de forma mais assertiva”, diz.

O programa

O SP Global está estruturado em três fases: capacitação, imersão e scaling-out. Na primeira etapa, os empreendedores recebem informações e conhecimento para aprimorarem seus modelos de negócio, inclusive com mentorias para a realização de análises de mercado, que permitirão definir qual país deve ser o principal foco das ações.

Na fase da imersão, serão feitas reuniões com players dos mercados alvos para validar ideias e criar uma rede de contatos, o que permitirá identificar forças e oportunidades e avançar no desenvolvimento do plano de internacionalização.

Por fim, na etapa de scaling-out, a startup coloca este plano em prática com acompanhamento e suporte contínuo da InvestSP para garantir que o negócio cresça de forma estruturada.

Internacionalização

O processo de internacionalização visa garantir que as startups selecionadas no programa conquistem um dos seguintes mercados-prioritários: Alemanha, França, Reino Unido e Península Ibérica (Portugal e Espanha). Para Olivan, poder acessar principalmente a região da Península Ibérica será muito importante para a Adroit.

Isso porque essa região tem um papel relevante dentro da citricultura no mercado europeu, motivo pelo qual em 2019 os diretores da empresa realizaram uma visita em um produtor na região de Sevilha. Ainda segundo ele, apesar das técnicas e condições de plantio apresentarem características distintas, bem como a extensão das áreas plantadas serem menores do que as verificadas no Brasil, as informações coletadas pela tecnologia Leafsense poderão auxiliar os produtores europeus. “Podemos ajudar em decisões que envolvem o ponto de colheita, calibre e maturação dos frutos, possibilitando assim maiores ganhos de produtividade naqueles pomares”, finaliza o diretor.

Cinco tendências de negócios para empreender em 2022

Cinco tendências de negócios para empreender em 2022

O Brasil enfrentou e enfrenta uma crise econômica, instabilidade política e pandemia, mas os brasileiros ainda demonstram a vontade de empreender. O mercado de trabalho sofreu um forte impacto com essas turbulências, forçando muitos cidadãos a experimentarem o empreendedorismo, conhecido também como “Empreendedorismo por necessidade”.  

O SEBRAE divulgou que, no primeiro semestre de 2021, houve um aumento recorde de abertura de micro e pequenas empresas no país, o número mais alto registrado desde 2015. Nos seis primeiros meses foram cerca de 2,1 milhões de novos negócios, um crescimento de 35% em comparação ao mesmo período em 2020.

Para mergulhar nesse universo, é preciso se atentar a algumas habilidades específicas, sobretudo em um mundo cada vez mais híbrido, que transita entre o online e offline. “É preciso não ter medo de testar, correr o risco de experimentar e não ter medo de errar, pois errar faz parte do risco natural de todo projeto. No entanto, é imprescindível executar ajustes de maneira rápida”, pontua o autor do livro “Resiliência Ágil: Aprenda As Práticas Ágeis (SCRUM) para transformar seus projetos pessoais e profissionais”, Carlos Coutinho. 

O livro também argumenta sobre a liderança ágil, e como desenvolver um mindset voltado para criação de equipes multifuncionais e emocionalmente preparadas  para resolver problemas em momentos desafiadores e instáveis, tanto de forma macro, como a que estamos vivendo em todo o mundo, quanto mais específica. 

Confira abaixo cinco nichos de mercado que podem ser excelentes alternativas para quem quer empreender em 2022 com o menor risco possível e boas chances de prosperar.

Infoprodutos

Apostilas, cursos online, videoaulas, e-books, livros, músicas, pinturas, desenhos, aplicativos, audiobooks, infográficos, entre outros, são cada vez mais procurados pelo público interessado.

 “As pessoas estão buscando mais conhecimento. Se você é realmente bom em alguma área do conhecimento este é o nicho perfeito para empreender sem sustos, já que os custos fixos no mercado digital são infinitamente menores do que no uso de um escritório físico, por exemplo. Você pode terceirizar quase toda a produção do material, focado em vendas e no conteúdo. “, menciona Coutinho. 

Alimentos

É a última coisa que as pessoas cortam em momentos de crise. Afinal de contas, todos precisam comer e cada vez mais as pessoas não têm tempo ou disposição para cozinhar. Trabalhar com alimentação é uma tendência sempre em alta.

Trabalhar com comida exige higiene, capricho e muito carinho na manipulação da matéria prima. Uma dica bastante importante é olhar com carinho para os nichos de confeitaria, vegetarianismo/veganismo e congelados. São tendências com viés de alta e possibilidade de lucros maiores. 

Fornecer para o comércio local – bares, restaurantes e lanchonetes do entorno – e pequenos mercados também pode ser uma excelente opção.

Produtos artesanais

Depois de um longo período onde o que era industrializado era visto como mais valorizado, atualmente o produto artesanal passa a ser mais desejado. Reflexo de tempos onde personalização, exclusividade e busca por compras mais sustentáveis estão na ordem do dia.

Artes plásticas, costura, customização de roupas e acessórios, confecção de brinquedos, enfeites, material promocional como convites e cartazes, bijuterias, ourivesaria, produtos de higiene pessoal e cosméticos… As possibilidades são infinitas e com investimento inicial acessível, na maioria das vezes. 

Pet

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o Brasil possui a segunda maior população de cães, gatos e aves canoras e ornamentais do mundo, além de ser o terceiro em população total de pets.

Isso impulsiona a demanda por itens de cuidados com os animais, como alimentação, vestuário, brinquedos, comedouros, bebedouros, caminhas e outras tantas opções que compõem uma gama cada vez maior. Produtos personalizados e exclusivos tendem a ganhar a atenção do público. 

Estética

No mapa mundi da beleza o Brasil está constantemente entre os três países que mais gastam dinheiro com tratamentos estéticos, sejam eles caseiros, feitos com a aquisição de cremes, loções e tinturas, ou os tratamentos com profissionais especializados que se utilizam das mais variadas técnicas para que os clientes se sintam belos como nunca.

Em 2022 o setor segue muito em alta, inclusive com a presença cada vez mais expressiva do público masculino nessa faixa de mercado. 

Carlos Coutinho, Doutor em Engenharia Química, Professor no curso de Pós-graduação em Engenharia  na PUCPR, Consultor de melhoria contínua e Coach para desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais. Autor do livro “A Tríade da Competência” e da  obra “Resiliência Ágil”, possui mais de 25 anos de atuação na área fabril com experiência comprovada em setores como alimentício, agronegócio, petroquímico e serviços. O profissional possui o título de “Master Black Belt” orientador de mais de 200 projetos Lean six sigma, desde 2004. Experiência internacional em melhoria de processo e avaliações técnicas na Argentina, Oriente Médio, Turquia, África do Sul e China.

Startup mineira Track.co anuncia aquisição da Hfocus e se torna líder em custumer experience no segmento da saúde

Startup mineira Track.co anuncia aquisição da Hfocus e se torna líder em custumer experience no segmento da saúde

A Track.co, startup brasileira especialista em indicadores de performance da Experiência do Cliente e referência em métricas de monitoramento de consumidores, anuncia mais um momento importante em sua trajetória: a aquisição da HFocus, única empresa do Brasil especializada no monitoramento de satisfação e experiência do paciente. A partir da aquisição, a Track.co se torna líder no segmento da saúde, atingindo mais de 70% de market share no segmento. Além disso, com o negócio, a empresa conquista o valor de R$ 150 milhões de mercado e projeta alcançar R$ 1 bilhão até o final de 2026.

     “Queremos ser a peça tecnológica fundamental para o aprimoramento da gestão centrada no cliente que garante melhores jornadas ao consumidor, aumentando o faturamento das empresas. Temos convicção do sucesso desta aquisição, principalmente nesta fase que o consumidor está mais exigente, digital e, sobretudo, diante de um momento tão delicado quanto esse que o setor da saúde vem enfrentando durante a pandemia”, afirma Tomás Duarte, cofundador e CEO da Track.co.

     Com essa movimentação, a Track.co planeja dobrar o faturamento em 2022, além de aumentar o quadro de colaboradores. A partir da aquisição, ambas empresas somam 125 funcionários e projetam completar o quadro com mais de 200 profissionais até o primeiro trimestre do próximo ano.

     Entre os principais clientes da HFocus estão a Rede D’or São Luiz, Albert Einstein, Sírio  Libanês e HCOR. “A HFocus surgiu com o intuito de ser um agente de mudança no setor de saúde, trazendo a voz dos pacientes e colaboradores para um primeiro plano na tomada de decisão. Sendo assim, não há nada melhor do que esta aquisição junto à Track.co. As possibilidades futuras são inúmeras e estamos muito animados em continuar essa evolução”, destaca José Choucaira, CEO da HFocus.

     Fundada em 2012, a Track.co é uma startup brasileira especialista em indicadores de performance da Experiência do Cliente e referência em métricas de monitoramento de consumidores como Net Promoter Score (NPS), CES, CSAT e pesquisas de voz do cliente.

      A empresa já impactou mais de 250 milhões de consumidores e 1.500 marcas em dez países, a partir de uma plataforma completa para o gerenciamento de dados da Experiência do Cliente, além de apresentar a causa raiz dos problemas e oportunidades de crescimento em potencial. Criada por Tomás Duarte, Luiz Carvalho e Tatiana Carvalhais, a startup é referência em Customer Experience no país e se tornou peça fundamental para o aprimoramento da jornada do cliente de grandes empresas, como Natura, AMBEV, QuintoAndar, Ipiranga, Cyrela, Electrolux, Allianz, Sky e SulAmérica.

Saiba como se sair bem no processo seletivo de uma startup

Saiba como se sair bem no processo seletivo de uma startup

Belo Horizonte ocupa a segunda colocação no ranking das cidades com o maior número de startups no país, atrás apenas de São Paulo (SP), de acordo com o levantamento 100 Open Startups. Por esse motivo, a oferta de vagas em empresas com esse perfil cresce a cada ano, em especial para os estudantes e profissionais de tecnologia.

Mas será que existem diferenças no processo seletivo de uma startup? A fim de ajudar os interessados em ingressar nesse ecossistema, a líder de pessoas no unicórnio Loft, Renata Feijó, dá cinco dicas para se sair bem um processo seletivo de uma startup.

Reflita sobre seus objetivos

Ainda que sejam empresas pequenas hoje, as startups têm alto potencial de crescimento. Por isso, é comum que essas empresas valorizem duas habilidades: capacidade de aprendizagem rápida e facilidade para se adaptar às mudanças. “O ambiente de trabalho costuma ser muito dinâmico e quem prefere uma rotina estável, previsível, com modelos e processos já estabelecidos pode ter dificuldade em se adaptar. É preciso refletir se essa dinâmica se encaixa no seu perfil profissional“, explica Renata.

Prepare-se para as entrevistas

Embora se assemelhem ao de empresas tradicionais, os processos seletivos em startups frequentemente são conduzidos pelos próprios CEOs. Por isso, é fundamental estudar o modelo de negócio da empresa e seu mercado antes da primeira entrevista. “Aproveite esse momento para aprender mais sobre a companhia e fazer perguntas. O contato direto com o CEO irá te ajudar a entender melhor o propósito da startup e os desafios que te esperam caso você seja escolhido para a vaga. Não economize nas dúvidas“, aconselha a executiva.

Estude a cultura da empresa

Em startups em que já existe um departamento de Pessoas estruturado, é comum que haja também uma etapa de entrevista com recrutadores. Nessa fase, muitas empresas fazem uma avaliação de cultura, para checar se o seu perfil e o da empresa combinam. Por isso, antes mesmo de se candidatar para uma vaga em uma startup, busque informações sobre a cultura da empresa e avalie se os valores da organização estão alinhados com os seus. Esse ponto é fundamental para a sua parceria com a empresa funcionar

Faça os testes com calma

Especialmente se você está concorrendo a uma vaga na área de tecnologia, prepare-se para fazer um teste técnico. Para se sair bem nessa etapa, o mais importante é entender bem o que está sendo solicitado. “Faça o teste com calma. Releias as questões mais de uma vez, organize suas ideias de forma clara e explique como chegou na solução proposta“, recomenda Renata.

Fale sobre você e seja você mesmo

Antes das entrevistas, prepare-se não só para perguntar, mas também para conversar sobre sua trajetória e seu currículo. “Ainda que você não tenha experiência profissional, fale sobre seus hobbies, interesses, enfim, atividades que podem ser entendidas como habilidades que irão contribuir para o seu dia a dia na empresa contratante“, orienta a executiva. “E lembre-se: seja você mesmo. A transparência sobre suas prioridades e a combinação delas com as prioridades e os valores da empresa é o que maximizará a chance de sucesso para ambos”.

6 dicas de gestão de startups para melhorar processos

6 dicas de gestão de startups para melhorar processos

Dados da Associação Brasileira de Startups mostraram que o número de startups saltou de 4,1 mil para 12,7 mil entre 2014 e 2019 – o equivalente a um crescimento de 207%. Hoje, o país já tem mais de 14 mil negócios neste modelo. Além disso, o Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador entrou em vigor em junho deste ano. O projeto visa tornar o processo de abertura menos burocrático, estimulando ainda mais o setor. 

     Levando em consideração esse segmento que só tende a aumentar, fazer a gestão da startup para garantir o crescimento contínuo e a integração entre as áreas e processos é fundamental. O trabalho pode ser comparado ao tipo de gestão de uma empresa robusta, só que com adaptações mais disruptivas. O processo envolve áreas importantes como operação, setor de pessoas, finanças, marketing e estratégia. Cada uma tem as suas características e, se bem desenvolvidas, trarão maior assertividade. 

Cerca de 90% das startups não dão certo por uma falta de gerenciamento adequado. Pensando nisso, especialistas em mercado financeiro elencaram seis dicas para fazer a gestão, melhorar processos e garantir o futuro do negócio. 

Use metodologias ágeis

       Quando a equipe é pequena e o negócio acabou de ser gerado, agilizar os processos e colocar paixão nas atividades pode ser uma ótima estratégia. No entanto, quando a empresa começa a crescer, é necessário que boas técnicas de gestão de startups sejam colocadas em prática. Isso irá assegurar que a maior parte dos problemas não venha a atrapalhar o desenvolvimento dos planos. Sendo assim, o ideal é começar a pensar em metodologias ágeis.

       “A principal ideia dessas metodologias está diretamente ligada com os valores expostos no Manifesto para Desenvolvimento Ágil de Software, incluídos em um conjunto de métodos e práticas”, explica André Wetter, presidente e cofundador da fintech a55. Entre os mais conhecidos na metodologia Scrum estão Pragmatic Programming, Crystal, DSDM e Adaptive Software Development.

Foque nas equipes em squads e tenha uma cultura integrada

         Para uma boa gestão é necessário que as divisões de equipes estejam muito bem definidas e os objetivos traçados de maneira clara. Não adianta deixar um único funcionário com diversas funções, pois não haverá a possibilidade de trabalhar de maneira ágil. Uma das formas de evitar isso é montando equipes em squads. “Quando cada um dos squads estiver focado em uma missão específica, independente de ela ser um problema ou o desenvolvimento de um novo sistema, a cooperação será o suficiente para quebrar qualquer barreira. O formato também facilita a compreensão de todos os envolvidos, além de permitir maior integração para o desenvolvimento dos negócios da startup”, explica Wetter. 

Some, não substitua

          Saul Fine, CEO da Innovative Assessments, sugere que no desenvolvimento de novas tecnologias, as startups busquem oferecer experiências que possam agregar valor aos processos existentes de um negócio, mas sem a necessidade de substituir a forma como eles operam atualmente. Para ele, essa abordagem cria muito menos atrito para o novo produto na organização, uma vez que não exige o cancelamento ou a competição com um processo ou produto já existente. Isso permite uma implementação e testes mais fáceis de sua nova solução e uma taxa geral de adesão mais rápida na organização. 

“Um exemplo é que, em nossa fintech, fornecemos dados adicionais que complementam os modelos de risco existentes de um banco, a fim de ajudá-los a aprovar candidatos de empréstimo que, de outra forma, seriam recusados”, explica Fine.

Elabore e teste planos de negócios 

          Experimentar é o primeiro passo para fazer uma boa gestão em startup: idealizar, projetar e testar as ideias precisam acontecer constantemente. Essas técnicas podem promover melhores resultados no desenvolvimento da empresa, obtendo pontos positivos e aprendendo com os negativos. Ao invés de elaborar um plano de negócios complexo, o responsável pode desenvolver planos pontuais e testá-los aos poucos, medindo a qualidade das ações da empresa

Por ter o objetivo de construção e aprendizado, essa técnica pode ser chamada de “ciclo de feedback”. “Esse processo ajuda o empreendedor a organizar suas ideias, criar experimentos e conseguir feedbacks dos clientes para cada ação, avaliando os resultados positivos para mantê-los e entendendo o que não funcionou bem e como melhorá-lo”, comenta Rodrigo Carneiro, CEO da SMU Investimentos

Aposte na transparência

           Uma das metodologias mais funcionais e eficazes de uma gestão é a Full Transparency. Uma gestão de startups deve buscar prestar esclarecimentos sempre que possível, entregando metas, resultados e decisões a serem tomadas. Além disso, também é importante definir a velocidade e o ponto de partida para gerar maiores resultados.

“A transparência fará com que os colaboradores possam se sentir incluídos no projeto, além de conseguir promover o alinhamento das expectativas e comportamentos. Esta metodologia incentiva cada pequena parte da empresa a se dedicar cada vez mais em busca de resultados, promovendo um aumento na produtividade e na sensação de pertencimento”, acrescenta Wetter.

Análise resultados e tenha consistência

           Por fim, é sempre importante analisar os resultados quando falamos da gestão da startup. Dessa maneira, fica mais fácil de entender quais são as vulnerabilidades de um negócio e como ele pode ser moldado ao longo dos dias. Utilizar os usuários do seu produto ou serviço como base e avaliar o desempenho de um determinado serviço ou área da empresa acaba sendo muito relevante para melhorar a aceitação do cliente.

“Se a gestão da startup for consistente, não ficará difícil organizar os colaboradores em prol de um único objetivo: o crescimento e sucesso do negócio, Por isso, é importante avaliar todas as possibilidades e objet feedbacks de quem realmente está interessado na solução que a empresa tem a oferecer”, finaliza Wetter.

Pin It on Pinterest