Startup lança serviço gratuito com análise de sites para melhorar vendas online

Startup lança serviço gratuito com análise de sites para melhorar vendas online

Já não é novidade para ninguém que a pandemia acelerou a transformação digital de muitas empresas e serviu como o empurrão que faltava para que elas tirassem do papel a ideia de começar a vender online.

De acordo com levantamento feito pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), foi aberta uma loja virtual por minuto durante os primeiros meses da pandemia para a venda dos mais variados produtos e serviços.

Esse foi o caminho encontrado para amenizar a súbita queda de faturamento decorrente das medidas de isolamento social adotadas. Os setores que lideraram o ranking de novos sites na Internet foram moda, alimentos e serviços.

Até os comerciantes mais conservadores precisaram se reinventar e mesmo quem não tinha condição de criar um site começou a vender em marketplaces, redes sociais e aplicativos para a troca de mensagens.

Com a pandemia, ficou evidente que as plataformas digitais entregam resultados e vieram para ficar. O isolamento social também trouxe novos consumidores para o comércio eletrônico. Esses novos consumidores foram responsáveis por aumentar as vendas online em 40%, de acordo com os dados da Abcomm.

Pensando em ajudar esses empreendedores no ambiente virtual a Empari Global Innovation, um grupo de empresas de software de Maringá, anuncia o lançamento da startup Impulse.fy cujo objetivo é simplificar e automatizar as vendas online com soluções de automação de publicidade para pequenas e médias empresas por meio do Aprendizado de Máquina e da Inteligência Artificial.

O próprio grupo acabou se especializando em vendas online. Seus canais somam mais de 200 mil visitas únicas por mês e seus conteúdos estão ranqueados nas primeiras páginas do Google de forma orgânica. O novo serviço oferece dicas práticas sobre o desempenho do site e o potencial de vendas por meio de estatísticas detalhadas criadas por especialistas.

Por meio de um detalhado relatório de desempenho, é possível melhorar a visibilidade e a estratégia de vendas. O relatório fornece uma compreensão completa de todos os pontos fracos de seu site. Ao implementar as mudanças sugeridas o resultado é uma maior visibilidade no mecanismo de busca e o incremento das vendas online.

Para Adriano Santos, CEO do grupo Empari, esse novo serviço pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso dos comerciantes recém-chegados ao universo do comércio eletrônico. “Ter acesso a esse tipo de relatório permite que os novos sellers entendam os detalhes do processo de vendas e otimizem o tempo e os investimentos necessários para melhorar o faturamento do comércio eletrônico a atingir um público cada vez maior”.

Mais informações em: https://www.impulsefy.com.br/receba-gratis-um-relatorio-completo-do-potencial-de-vendas-do-seu-site/

Sobre a Empari Global Innovation

Com 10 anos de mercado, a Empari Global Innovation desenvolve softwares que garantem o que o cliente necessita para garantir o crescimento. Hoje se posiciona como uma hosting de negócios inovadores em tecnologia da informação. O grupo é responsável pela gestão de pequenas e médias empresas, desenvolvendo softwares focados em nichos de mercado.

Em sua trajetória, transformou os melhores produtos em startups rentáveis e escaláveis como a Treeunfe, Empari Gestão ERP, Nawe.by, Licitaplus, entre outras que já foram vendidas ou pivotadas. Great Place to Work, Endeavor, MPS.Br, Inovativa Brasil e Sebrae já atestaram oficialmente a eficiência da atuação do grupo Empari em diversas frentes de atuação.

Mais informações: https://www.empari.com.br/

A transformação digital não precisa ser forçada!

A transformação digital não precisa ser forçada!

Por Fabiano Falvo, Head de Produto da Neo

O ano de 2020, apesar de muito difícil para a economia mundial, foi um ano muito produtivo, agitado e com ótimos resultados para as empresas brasileiras de tecnologia. Segundo pesquisa da IDC, o setor de TI cresceu 5,5% na América Latina, e tem previsão de alta de 7,7% neste ano.  Um dos motivos foi que a tão falada transformação digital teve de acontecer, seja naturalmente ou “na marra”. 

O comportamento humano tem mudado rapidamente, principalmente se olharmos para esse movimento de implementação tecnológica realizado sobretudo pelas empresas de varejo, como quiosques de autoatendimento, checkouts móveis, compra pela web e retirada na loja etc. Com a pandemia, muitas companhias tiveram de rever e mudar rapidamente seus processos e até modelos de negócios para sobreviver e poder atender aos clientes de forma estruturada e segura. Ao avaliarmos essas mudanças, notamos uma série de oportunidades para a criação de infoprodutos – que têm surgido cada vez mais e com mais frequência – para atender demandas antes reprimidas ou para melhorar processos que já utilizavam algum tipo de tecnologia, mas não em escala suficiente para contar com processos automatizados.

Antes de sair ao mercado em busca de soluções, a  pergunta importante a se fazer é: “o que eu preciso e qual a melhor solução para o meu negócio?” Uma coisa, porém, é certa: todas as empresas precisam de tecnologia para evoluir, principalmente num momento tão complexo e cheio de incertezas – e que exige esse tipo de soluções em um panorama de isolamento social. Definir fluxos, aprovações e fechamento de contratos com agilidade, segurança e sem deixar a obrigação jurídica de lado em nenhum momento (sobretudo após a adoção da LGPD) é um desafio e tanto.

Ferramentas como a iGree utilizam tecnologias de ponta para oferecer às empresas processos que, uma vez automatizados, facilitam o dia a dia de todo o ciclo de pessoas envolvidas em validações e confirmações de clientes, parceiros, colaboradores etc. A plataforma oferece processos de onboarding digital e assinatura de acordos digitais seguindo todas as exigências e boas práticas regulatórias, além de oferecer também a customização de processos sem a necessidade de intervenção na construção do seu código fonte. Com isso, as empresas podem definir – no próprio painel administrativo – qual será o processo que mais se adequa ao seu fluxo de validação de clientes e assinatura de acordos.

Estudo estima a abertura de 30 mil vagas no mercado digital brasileiro

Estudo estima a abertura de 30 mil vagas no mercado digital brasileiro

A ComSchool, escola líder em cursos de marketing digital e e-commerce no Brasil, recentemente adquirida pelo Grupo Magalu, realiza anualmente um estudo sobre a oferta de vagas de marketing digital e e-commerce. O estudo, realizado em janeiro deste ano, com base em sites de recrutamento, constatou que há mais de trinta mil vagas em aberto, em todos os níveis hierárquicos.

Segundo Liliane Caldas, diretora da ComSchool, as universidades tradicionais não conseguiram adaptar suas grades às rápidas mudanças do mercado digital. “Há ferramentas que mudam constantemente, como Google, Instagram e Facebook, tornando um grande desafio manter os profissionais atualizados”, afirma a especialista.

Segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, durante a pandemia, entre março e julho de 2020, mais de 150 mil novas lojas virtuais foram criadas no Brasil, o que aumentou a demanda por conhecimento técnico e profissionais nestas áreas.

As vagas têm atraído profissionais de diversos segmentos e faixas etárias. “Temos alunos de diferentes mercados, tais como turismo, eventos, financeiro e profissionais de saúde, entre outros segmentos, que nos procuram para transição de carreira”, explica a diretora. 

Para trabalhar com e-commerce e marketing digital, os profissionais devem unir habilidades técnicas e conhecimentos estratégicos. Entre as atividades de um profissional de marketing digital, estão o planejamento de campanhas nas redes sociais, e-mail marketing e demais mídias, monitoramento de canais, criação e análise de relatórios e criação e execução do calendário de marketing digital da empresa, entre outras. A parte técnica exige conhecimento de ferramentas como Google, Facebook e SEO, além de conhecimentos em HTML e edição de imagens. 

A ComSchool é especializada em transformar carreiras e oferece cursos específicos para formar analistas de e-commerce de marketing digital. A escola fez parcerias com diversas empresas que recrutam profissionais direto na sala de aula.

O estudo avaliou páginas de emprego na internet, além de pesquisa em grupos do LinkedIn e Facebook. O cálculo levou em conta a sobreposição entre os sites pesquisados.

5 lições que podemos aprender com as empresas mais inovadoras do Brasil

5 lições que podemos aprender com as empresas mais inovadoras do Brasil

O Brasil conta com empresas inovadoras em variados setores. Frequentemente, algumas listas, de instituições renomadas, são divulgadas, indicando as mais inovadoras do país. Para quem deseja ter sucesso em seus negócios, a ANPEI (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras) lista as cinco lições-chave que empreendedores, pesquisadores, trabalhadores e cidadãos podem aprender com tais companhias. As dicas vão desde a aplicação de tecnologia e aquisição de ferramentas tecnológicas até questões de gestão.

  1. Eficiência energética

A energia é um dos recursos mais importantes para a vida moderna. Sem ela, grande parte das atividades que exercemos é impossível de ser executada. Dessa maneira, empresas que prezam pela eficiência energética, isto é, conseguem desenvolver serviços e produtos de forma eficiente, consumindo pequena quantidade de energia, têm um melhor desempenho. 

Além de cumprir com as exigências legais, as companhias podem garantir essa eficiência energética por meio de pesquisa e adoção de fontes alternativas de energia, como eólica e solar. Outro elemento importante são os dispositivos inteligentes, que reduzem o consumo de energia quando é possível. 

  1. Engajamento social

Um erro que muitos empreendedores cometem ao pensar em inovação é associar o conceito à tecnologia e metodologias modernas de administração. Contudo, a inovação vai além e engloba todas as camadas de atuação de uma companhia. Desta forma, engajamento social da marca se faz importante, pois uma empresa inovadora deve direcionar o protagonismo em direções sociais e mostrar que está adequada ao seu tempo.

Fique atento quanto ao que acontece no mundo e não esteja alheio às questões que envolvem a nossa sociedade. Lembre-se: quanto mais identificado o cliente fica com a sua marca, maior a probabilidade de ele fechar negócio com a sua empresa. O mercado consumidor da atualidade está cada vez mais consciente e engajado socialmente. Portanto, as companhias devem atender a essa nova demanda do comportamento do consumidor.

  1. Sustentabilidade

Outra questão muito atual é a sustentabilidade, termo que surgiu a partir da segunda década do século XX, quando emergiu a necessidade de pensar a preservação dos recursos naturais da terra, visto que a industrialização e consumo desenfreado estavam esgotando a capacidade de recarga dos recursos terrestres.

Iniciando na sociedade civil, as pressões por medidas sustentáveis, incluindo da iniciativa privada, não demoraram a surtir efeito, de modo que as empresas de hoje em dia devem atender às demandas da sustentabilidade, que vão desde a eficiência energética, redução do uso do plástico, incentivo à reciclagem e reuso de materiais etc.

  1. Formação de carreira

É comprovadamente muito mais vantajoso e econômico formar profissionais, promovendo treinamento e investindo em cursos, do que tentar buscar profissionais já prontos no mercado. Isso ocorre pois há um tempo de adaptação do profissional a uma empresa e, com o crescimento ocorrendo internamente, o colaborador tende a permanecer mais tempo com a organização, especialmente quando há uma perspectiva de crescimento na carreira.

Desse modo, companhias que investem em formação de carreira tem maior estabilidade e possibilidade de pensar no longo prazo.

  1. Ensino e pesquisa

Além de ferramentas e equipamentos modernos, é necessário, para ter uma empresa inovadora, investir em ensino e pesquisa. Aliando o espírito empreendedor com o conhecimento técnico adequado é possível criar ideias realmente inovadoras, que solucionarão problemas reais do mercado consumidor e de nossa sociedade.

O digital como ferramenta para o futuro da saúde

O digital como ferramenta para o futuro da saúde

A pandemia mostrou a necessidade de digitalizar diversas atividades, do home office ao delivery. Mas na área de saúde, que ainda via a modernização de certos processos como “tabu”, a mudança foi ainda mais impactante. Foi preciso mexer radicalmente em um jeito de fazer que já vinha de séculos para garantir segurança e cuidado de qualidade a todos. Foi preciso intensificar o uso da tecnologia em um lugar onde sempre foi defendida a humanização. A questão é que há espaço para ambos. É o que garante Alexandro Barsi, CEO da Verity, empresa de Transformação Digital que atua no mercado de tecnologia há mais de 10 anos. 

Para mostrar isso na prática, o executivo convidou Alexandre Putini, diretor de Transformação Digital, Inovação e Advanced Analytics da SulAmérica, para um bate-papo no In.Talks Digital, powered by Verity, programa de entrevistas realizado no LinkedIn. Na conversa mediada por Barsi e Tiago Alves, CEO da Regus & Spaces, Putini revelou que ter vivido algo inimaginável e inesperado como a pandemia da Covid-19 provou que as pessoas e os negócios se adaptam e novas oportunidades aparecem. 

“É muito enriquecedor quando uma pessoa como o Putini traz conteúdo e experiência do antes e do depois de se transformar. Serve como modelo a seguir. Transformação digital não é fácil, mas é possível em todas as áreas. Por isso a Verity fez tanta questão em apoiar esse projeto que dissemina informações sobre tecnologia”, revela Barsi. No In.Talks Digital, powered by Verity, profissionais das principais empresas do país falam de transformação digital, intensificação digital, inovação e soluções que as empresas adotam para melhorar ainda mais a sua performance e entrega.  

Mudanças durante a pandemia

Com a pandemia, a SulAmérica reviu suas ofertas e seu posicionamento. “Temos como meta ser essencialmente digitais, mas também humanizados nos cuidados. Estamos falando de entregar conforto e saúde para as pessoas num momento de restrição social, de mudanças não previstas”. O diretor da empresa conta que foi preciso pensar em como continuar entregando saúde nesse contexto. “Tudo isso mexeu na estrutura de uma forma bastante significativa, mas, à medida que a transformação vai acontecendo nas nossas cadeias de valor, o ecossistema todo acaba sendo impactado.”

A rápida adaptação da SulAmérica às necessidades dessa “nova realidade”, como na atenção médica primária sem contato e 100% digital nos atendimentos, só foi possível porque a empresa já estava, desde 2015, inovando, digitalizando e modernizando seus serviços. “Não foi num estalar de dedos que fomos para uma oferta mais digital. Desde 2019 tentamos oferecer a telemedicina, mas o Conselho Federal de Medicina não permitiu. O que fizemos para seguir em frente foi adaptar a oferta para uma teleorientação, sem prescrição de receita médica. Quando veio a Covid-19, já tínhamos a plataforma preparada para as adaptações necessárias”.

Parcerias para agregar valor

Putini destaca que o mindset da empresa é de acelerar ofertas e não construir tudo sozinhos dentro de casa. Por isso, foram firmadas parcerias com startups que complementaram a cadeia de valor. Com as parcerias, a seguradora passou a entregar streaming de vídeo, prescrições médicas digitais, conexões com farmácias, entre outros serviços. 

Para os executivos, esse é um erro comum sobre a transformação digital: pensar que a empresa precisa criar tudo do zero, internamente, quando, na verdade, firmar parcerias é um caminho que gera mais resultado na entrega final. “Existe uma questão de atitude das empresas que é saber, neste momento, viver em ecossistema. Saber que você não é a empresa que vai dominar tudo e todos. Essa é uma dica para o mercado: traga parceiros que conectem e acelerem seu negócio, não tente criar dentro de casa algo que alguém já está fazendo. Para ser cada vez mais forte, é preciso se juntar a outros”, afirma o CEO da Verity, que tem entre seus serviços facilitar essa conexão entre startups e empresas mais maduras para criar ofertas com melhor valor para o cliente final. 

Durante a quarentena, o CFM permitiu a realização das teleconsultas e teleatendimento. E essas mudanças devem vir para ficar, segundo o diretor da SulAmérica. “Nossa crença é que isso mudou tanto a experiência das pessoas, que se permitiram usar o digital e não só o físico, que é bem provável que continue de uma forma regulamentada no pós-pandemia.” 

Mudanças de pensamento e de comportamento 

Mas não basta criar novas ofertas, é preciso também mudar hábitos. Afinal, é normal a desconfiança com o novo, principalmente em setores já consolidados, como o da saúde. Barsi destaca que a pandemia foi um teste para muitas mudanças, principalmente entre os grupos que, em geral, estão offline, como os idosos. Por isso, segundo Putini, a mensagem da SulAmérica é ser digital na essência, mas humanizada nos cuidados. “O fato de oferecer esses serviços digitais não significa restrição ou exclusividade. Só que, dado o posicionamento e as circunstâncias que vivemos, isso se tornou muito importante. Nosso interesse é levar saúde para as pessoas, seja na tela do celular, no hospital, no consultório ou em casa. Não oferecemos só uma opção. Tentamos entender a necessidade de cada um e dar um andamento correto a ela”, explica. 

A mudança também era necessária dentro da empresa, afinal, a cultura é um dos pilares do sucesso da transformação digital. “O grande desafio de algumas indústrias passa pela cultura: como preparar grandes mudanças sem preparar as pessoas internamente para elas?”, pontua Barsi, em um pensamento compartilhado por Putini. “A cultura é uma habilitadora ou um bloqueio para qualquer transformação. Não existe transformação digital sem transformação cultural”, diz o diretor, que conta que a caminhada na modernização começou com a criação de um laboratório de inovação, que pudesse gerar inspiração, provocação e conexão dentro da companhia. Em 2017, a digitalização entrou no estratégico e, a partir desse momento, passou a ser vista de uma forma mais ampla e com mais investimento. Desde 2018, temos uma estratégia clara, conectada a toda empresa, que habilita a evolução na transformação digital. 

E para onde estamos caminhando?

Muitas mudanças aconteceram em pouco tempo, e elas vieram para ficar, segundo grandes executivos. Só que elas exigiram alterações de posicionamento e renúncias a algumas coisas para investir e oferecer um melhor serviço em outras. A própria SulAmérica acaba de passar por isso: vendeu suas carteiras de automóvel, residencial, condomínio e empresarial para se reposicionar como marca. “Escolhemos ser uma empresa que cuida da saúde integral e que se preocupa com pessoas. Não asseguramos mais nenhum item. O que entregamos é saúde física, emocional e financeira aos nossos clientes, pois acreditamos que ninguém fica com a saúde equilibrada se uma dessas outras áreas estiver com problemas”, afirma Putini.

Para o executivo, a mudança de infraestrutura que está em andamento será altamente impactada com a chegada do 5G: “ele não será um avanço de geração do 4G, e sim um passo exponencial. Será o momento da instantaneidade, do real time de fato. Olhamos o 5G como um grande divisor de águas, onde a tecnologia habilitará novas experiências para consumidores e cidadãos, como as realidades imersivas – isso vai trazer muita colaboração no mundo. Imagine ter um especialista do melhor hospital dos EUA podendo atender e até mesmo operar alguém que está num local menos privilegiado na América Latina.” O CEO da Verity faz coro com a afirmação. “O 5G vai exponenciar a disrupção tecnológica, vai chegar a lugares aonde a informação não chegava. Será um livre acesso para que as coisas aconteçam mais rápido.” 

“Inovação não tem um significado único. Para mim, é o senso de criatividade, de empoderar, de permitir, de experimentar e testar coisas diferentes. Esse foi o gatilho quando começamos. E se posso deixar uma dica é: não existe qualquer tipo de transformação sem as pessoas. As mudanças precisam ser planejadas e executadas coletivamente. A coletividade é mais inteligente que a pessoa mais inteligente de uma empresa”, finaliza Putini. 

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