7 em cada 10 consumidores realizam até cinco compras pela internet por mês

7 em cada 10 consumidores realizam até cinco compras pela internet por mês

O comércio eletrônico brasileiro vive um dos anos mais marcantes de sua história, com um crescimento expressivo das vendas online. Essa mudança de hábito do consumidor fica evidente ao analisar a frequência dessas compras: 70% dos consumidores realizaram até cinco compras virtuais entre junho e julho. O dado faz parte do levantamento “Compras e pagamentos em lojas online”, realizado pela Nuvemshop, plataforma de e-commerce líder na América Latina com mais de 90 mil lojas, com o apoio das empresas de pagamentos Iugu e Pagar.me.

“A América Latina é o mercado de comércio eletrônico que mais cresce no mundo. O Brasil vem puxando essa expansão e, hoje, o e-commerce representa 10% do varejo. Esses dados demonstram que ainda há bastante espaço para desenvolvimento do comércio online e, nesse contexto, entender o consumidor e as suas preferências, além de aprimorar todo o processo de compras no ambiente digital, são fatores fundamentais para chegar lá. O estudo mostra que os brasileiros já confiam nesse modelo de compra e indica alguns pontos de atenção para lojistas no ambiente virtual”, afirma Guilherme Pedroso, Country Manager da Nuvemshop no Brasil.

O estudo apontou que 87% dos consumidores se sentem seguros ao fazer compras na internet. Entre os fatores que reafirmam a segurança, 57% apontam a garantia de entrega e a possibilidade de acompanhar o pedido. As possibilidades de troca ou devolução e a opção de reembolso vêm na sequência, com 52% e 46%, respectivamente. Outro fator importante para o consumidor ter segurança na compra online é conhecer outras pessoas que já compraram na mesma loja, apontado por 38% dos entrevistados. No caminho contrário, o elemento que mais gera insegurança são as reclamações sobre as lojas e produtos, para 66% dos consumidores. Em seguida, o medo de ter problemas com o cartão pesa na decisão de 52% dos respondentes.

Transparência e serviço completo

Para os consumidores que participaram do estudo, a jornada de compras deve ser a mais direta e transparente possível, com informações completas e opções variadas de pagamento. O relacionamento prévio com uma empresa é importante, mas não determinante – mais de um terço dos respondentes (37%) disse que raramente deixa de fazer compras por não ter cadastro nas lojas.

No entanto, uma parcela significativa (41%) afirmou que não saber qual empresa processa os pagamentos já foi impeditivo para as compras e 80% deixaram de concluir um pedido por não poder realizar o pagamento online do jeito que gostaria, seja escolhendo boleto, cartão, Pix ou outra opção de pagamento. 

Obter todas as informações em um só lugar tem papel importante na hora da compra, já que 57% dos compradores classificam a descrição incompleta dos produtos como uma das “piores partes de fazer compras online”. Para 44%, ter que acessar um outro site fora da loja para fazer o pagamento também compromete a qualidade da experiência. 

Custos da compra

Os custos de comprar online, como o frete e as condições de parcelamento, têm grande peso na decisão do cliente no momento de concluir um pedido. O frete é responsável por grande parte dos abandonos de carrinho. Dentre os participantes, 62% mencionaram que o custo da entrega causou a última desistência em uma experiência de compra online. Para 10%, o prazo para entrega também teve influência no abandono do carrinho de compra. 

Dentre os que compram com cartão de crédito – 58% usam cartão físico e 56%, o virtual –, o parcelamento é a opção de 55%. A preferência geral (91%) é por poucas parcelas com juros menores. Também em relação à forma de pagamento no e-commerce, o Pix já é o segundo meio de pagamento mais usado, com 50% de adesão, atrás apenas dos cartões de crédito (nos formatos físico e digital).

Sobre a pesquisa

O estudo “Compras e pagamentos em lojas online” foi desenvolvido pela Nuvemshop, que ouviu 500 consumidores de todo o Brasil para traçar um perfil das preferências sobre as compras virtuais. A publicação da pesquisa tem o apoio das plataformas Iugu e Pagar.me.

Para a Nuvemshop, entender o cenário do comércio eletrônico é o primeiro passo para que os lojistas possam conquistar seu espaço. “O mercado está em constante mudança e as tendências nunca avançaram tão rapidamente quanto agora. Ouvir o consumidor, acompanhar de perto os negócios e desenvolver estratégias de fidelização é essencial para transformar ideias de negócios em realidade”, comenta Pedroso.

“A missão da Nuvemshop é estar ao lado do empreendedor, e usamos nossos recursos para oferecer uma visão ampla do mercado para potencializar sonhos e ajudar essas pequenas e médias empresas a crescer”, completa. 

Acesse o conteúdo completo aqui.

Sobre a Nuvemshop:

A Nuvemshop é a plataforma de e-commerce líder na América Latina e tem o compromisso de potencializar e motivar todos os empreendedores a transformarem seus sonhos em histórias que transcendam. Com mais de 90 mil lojas ativas, integra produtos, pagamentos, envios e disponibiliza de um ecossistema com mais de 1.000 parceiros, como Facebook, Instagram, marketplaces e lojas físicas. Atualmente, a companhia tem mais de 600 colaboradores e escritórios no Brasil, México e Argentina. Em agosto de 2021, a empresa recebeu um investimento de R$ 2,6 bilhões e se tornou o mais novo unicórnio da América Latina.

Aplicativo de varejo cresce na pandemia e promete ser o maior aliado na retomada do setor

Aplicativo de varejo cresce na pandemia e promete ser o maior aliado na retomada do setor

Depois que a pesquisa do IBGE mostrou o pior resultado do comércio em 2021, onde as vendas no varejo caíram 1,7% em junho, surgiu a necessidade de as empresas repensarem suas estratégias de venda e utilizarem o desenvolvimento tecnológico que se deu durante a pandemia a seu favor. É pensando nisso que a Allis (www.allis.com.br), pioneira e maior especialista em Field Marketing do país, oferece o Allis On Demand – aplicativo com foco exclusivo no trade varejista que disponibiliza promotores especializados, que podem ser contratados por hora para qualquer tipo de demanda no ponto de venda (desde a reposição de produtos até estratégias promocionais e captação de dados analíticos do shopper).

Durante o ápice da pandemia o Allis On Demand teve um crescimento no número de chamados, e grande parte das solicitações vieram da indústria. No final de 2020, o aplicativo ultrapassou a casa de 110 mil solicitações. Toda essa movimentação contribuiu para o crescimento em 58% da empresa, como um todo. A ferramenta projeta aumento de 30% na prestação do serviço nos pontos de venda em 2021, onde se espera chegar próximo a 145 mil chamados até o final deste ano.

“O sucesso do AOD se dá por atender em qualquer lugar do país e pela atual presença em mais de 30 mil estabelecimentos. Temos percebido um crescimento de chamados em grandes e médias empresas de varejo, mas a indústria continua gerando a maior demanda. Houve uma maior procura pela ferramenta por categorias como alimentos e bebidas, além de um incremento significativo do setor de beleza”, afirma Wagner Gutierrez, CEO da Allis. 

Com o cenário da pandemia se modificando e a retomada prevista pela vacinação, surge a necessidade da indústria e do varejo de aperfeiçoar o investimento na execução do merchandising no PDV, para voltar a atender um número maior de shoppers e varejistas, inclusive de cidades distantes. “Através da tecnologia, nós temos como função cuidar das lojas e ajudar o lojista a aumentar a diversificação da cesta básica para os brasileiros, que, mesmo voltando aos poucos para as lojas físicas, ainda se deparam com preços absurdos”, revela Gutierrez. 

Allis On Demand conta com mais de 1.580 promotores de vendas contratados dentro da lei trabalhista no modelo intermitente, no qual a Allis é a pioneira no Brasil, e uma das maiores que adota o formato. A companhia investiu em conhecimento e no desenvolvimento de tecnologias. E projeta que até o fim deste ano deve contratar, pelo menos, mais mil profissionais. O Grupo Pão de Açúcar, Wickbold, AB Brasil, Duracell, Ambev, Cervejaria Império, Bauducco, Embelleze, Manbaby, P&G, Suzano, PMI e Mercado Livre estão entre as marcas que utilizam os serviços. Para mais informações, acesse: www.allis.com.br

Estudo internacional valida uso de Inteligência Artificial para predição de complicações da Covid-19 em pacientes hospitalizados

Estudo internacional valida uso de Inteligência Artificial para predição de complicações da Covid-19 em pacientes hospitalizados

Imagine a possibilidade de prever, com 24 horas de antecedência, se um paciente internado com Covid-19 vai ter uma piora em seu quadro clínico e precisará ser intubado. Ou, então, se este mesmo paciente irá apresentar melhora no dia seguinte e poderá receber alta. Parece impossível em meio a uma pandemia de um vírus que apresenta variantes perigosas e atinge os pacientes de maneiras distintas, não é mesmo? 

Porém, um artigo publicado na Nature Medicine – uma das maiores publicações científicas do mundo –, 15/9, de autoria de cientistas de vários países liderados pelo Mass General Brigham e NVIDIA – entre eles dois especialistas em Inteligência Artificial (IA) da Dasa, a maior rede integrada de saúde do Brasil –, mostra como um modelo de IA robusto e altamente generalizável pode auxiliar na triagem de pacientes com Covid-19 e melhorar a administração de recursos e os cuidados com as pessoas internadas nos hospitais. 

No estudo, Felipe Kitamura, Head de Inovação em Operações Diagnósticas da Dasa, e Gustavo Corradi, médico especialista em IA na Dasa, mostram que a utilização de algoritmos por meio da técnica de Federated Learning – Aprendizado Descentralizado ou Colaborativo, numa tradução livre – pode prever casos de infecção pelo novo coronavírus que podem se agravar ou não, possibilitando aos médicos tomadas de decisões informadas em dados, mais assertivas e rápidas. 

Como um algoritmo prevê a evolução da infecção pelo vírus? 

Os algoritmos, instalados na rede do hospital onde os pacientes com Covid-19 estão internados, aprendem com dados monitorados e coletados não só dos seus pacientes, mas também de outras instituições que possuem o mesmo sistema, sem que os dados saiam das Instituições “mães”. 

“Esse modelo é diferente dos algoritmos atuais, que estimam apenas o risco de morte. Saber que um paciente tem maior risco de morte não é uma informação acionável”, explica Kitamura. Corradi complementa: “Se você consegue prever que em 24 horas um paciente vai precisar ser intubado, você não manda para casa. Enquanto isso, você consegue dar alta hospitalar para outas pessoas porque sabe que não haverá necessidade de intubação. Ou seja, os algoritmos facilitam as decisões dos médicos”. 

A pontuação de risco gerada pelos algoritmos, de acordo com os pesquisadores, permite ainda prever a necessidade de oxigênio e pode ser usado antes mesmo de ter PCR positivo, como em casos de pacientes sintomáticos sendo atendidos no Pronto-Socorro, já que a decisão do médico de internar ou não está relacionada com os recursos que o hospital detém para o atendimento. 

“Como os dados usados para ensinar a IA são muito diversos em toda a sua natureza, desde a amostra da população até as informações sobre o vírus, o aprendizado federado permite que os algoritmos aprendam melhor, tornando-os cada vez mais acurados”, esclarece Kitamura.  

Privacidade e segurança dos dados 

Este é um dos maiores estudos com uso de Federated Learning do mundo até o momento, com mais de 16 mil casos de coronavírus mapeados e 20 instituições internacionais de quatro continentes diferentes envolvidas. Segundo Kitamura, o sistema é altamente seguro e a privacidade dos dados dos pacientes é garantida. “A criação do modelo é importante, mas ainda está no âmbito de pesquisa e, para ser implementado, passará por etapas regulatórias. De toda forma, o estudo mostrou a viabilidade do Federated Learning para produzir rapidamente um modelo robusto, preciso e generalizável, sem tráfego de dados de pacientes entre as instituições”, ressalta Kitamura. 

“Na NVIDIA, acreditamos que o aprendizado federado pode acelerar a adoção de soluções baseadas em IA na medicina, criando modelos em setores onde os dados são limitados”, disse a Dra. Mona G. Flores, chefe global de IA médica da NVIDIA.  

O Massachusetts General Hospital, dos EUA, participante do estudo, planeja validar essa IA em produção e buscar a aprovação dos órgãos competentes em breve.  

O aprendizado federado permite que pesquisadores de todo o mundo colaborem e o modelo EXAM está publicamente disponível para uso em pesquisa por meio do NVIDIA NGC Software Hub.  

Acesse o estudo completo: https://www.nature.com/articles/s41591-021-01506-3 

Entenda o que é Federated Learning 

Federated Learning – Aprendizado Federado, Descentralizado, Colaborativo ou, simplesmente, FL – é uma técnica de aprendizado de máquina – Machine Learning, em inglês – que treina um algoritmo em vários dispositivos descentralizados ou servidores que mantêm amostras de dados locais, sem transitá-las para outras instituições. Essa abordagem contrasta com as técnicas tradicionais de aprendizado de máquina centralizado, em que todos os conjuntos de dados locais são carregados em um servidor, bem como com as abordagens descentralizadas mais clássicas, que geralmente assumem que as amostras de dados locais são distribuídas de forma idêntica. O FL permite que vários atores construam um modelo comum e robusto de aprendizado de máquina sem compartilhar dados, permitindo, assim, abordar questões críticas como privacidade de dados, segurança de dados, direitos de acesso a dados e acesso a dados heterogêneos. Suas aplicações estão espalhadas por uma série de indústrias, incluindo defesa, telecomunicações, internet das coisas e farmacêutica. 

Aplicativos representam quase a metade dos depósitos de registro de software no Brasil

Aplicativos representam quase a metade dos depósitos de registro de software no Brasil

O Insight Report de setembro/2021 da Assespro-PR também aborda outros dados sobre o panorama de desenvolvimento de softwares no Brasil, com o objetivo de traçar estratégias que possam auxiliar seus filiados em relação ao mercado de tecnologia nacional.

Os dados vêm de duas bases do INPI: “Estatísticas Preliminares” dos pedidos de registro de software do Sistema de Protocolo Automatizado Geral (PAG) do INPI e publicações de concessão de registros de software da Revista de Propriedade Intelectual do INPI, edição de 2021.

O número de depósitos de registro de software no INPI foi de 3.049 pedidos, com 75% sendo feitos por pessoas jurídicas (45% por empresas e 43% por Instituições de Ensino e Pesquisa).

São Paulo foi o estado com mais pedidos de registro (25%), seguido por Minas Gerais (12%), Paraná (9%) e Rio de Janeiro (8%). A cidade de São Paulo também foi a primeira no ranking, com 368 solicitações.

Curitiba ocupou a segunda colocação, com 192 solicitações. Entre 2009 e 2017, a capital paranaense manteve-se na quarta posição. E a partir de 2018 superou as cidades do Rio de Janeiro e Campinas. Muito disso se deve à Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) que há anos se coloca como um dos polos de desenvolvimento de tecnologia no Brasil. Foram 99 depósitos, em 2018, e 101, em 2019.

Se considerado apenas o Paraná, Curitiba concentrou 75% dos pedidos de registro, seguida por Ponta Grossa (6%) e Londrina (5%). A Assespro-PR tem buscado fomentar e aumentar o networking em todo o estado, e ter registros vindos dessas regiões fortalece a iniciativa.

O boom dos apps

A DevMaker, uma das associadas da Assespro-PR, é um exemplo de como valeu a pena investir no desenvolvimento de apps. A empresa curitibana teve mais de 100% de crescimento em faturamento apenas no primeiro trimestre de 2021 em relação ao mesmo período de 2020.

Rudiney Franceschi, CEO da DevMaker, diz que a empresa, que tem mais de dez anos de mercado, se atentou às demandas por soluções mais pontuais com aplicativos, em especial durante a crise econômica gerada pela pandemia de Covid-19.

“Quando o mercado percebeu que a pandemia iria se postergar, houve uma demanda crescente por digitalização e a necessidade de investimento em mobilidade. Nós fomos uma das empresas que ‘tiraram’ do papel esses projetos”, relata o CEO.

Com o aumento da demanda por soluções de e-commerce, marketplaces, ambientes de interatividade com seu público, como apps para delivery, lojas, plataforma para aulas on-line e até mesmo para o âmbito religioso, a empresa alçou voos inclusive para a Inglaterra, junto de um cliente brasileiro que desenvolve uma solução de delivery, além de um aplicativo para uma empresa de consultoria financeira que fornece treinamento corporativo e optou por criar um aplicativo para compartilhamento de conteúdo.

“Ter o apoio da Assespro e, também, contar com os Insights Report é fator preponderante para empresas como a DevMaker, pois temos que observar os movimentos de mercado e buscar sempre estar no topo do ecossistema”, diz Rudiney Franceschi.

*os dados do INPI são referentes ao levantamento feito no ano de 2019.

Microsoft abre inscrições para terceira turma do programa Black Women in Tech

Microsoft abre inscrições para terceira turma do programa Black Women in Tech

Nesta segunda-feira, 13 de setembro, a Microsoft abre inscrições para a terceira turma do Black Women in Tech, programa de capacitação com foco na formação de mulheres negras para o mercado de tecnologia. O projeto, idealizado e liderado pelos grupos de colaboradores da Microsoft e voluntários dos pilares de Diversidade e Inclusão da empresa – WAM (Women at Microsoft) e o BAM (Blacks at Microsoft) – visa a diminuir a lacuna de profissionais especializados em tecnologia, bem como ampliar a igualdade de gênero e racial no segmento. As interessadas devem preencher o formulário até 19 de setembro pelo site: Black Women in Tech Microsoft (office.com).    

Ao todo, serão 50 vagas para mulheres pretas e pardas participarem de mentorias técnicas e gratuitas, focadas em tecnologia e nas certificações técnicas em Fundamentos do Microsoft Azure (AZ-900) e Fundamentos de Segurança (SC-900). Além disso, o projeto também oferecerá módulos focados em soft skills, desenvolvimento de carreira e inglês básico. Ao final das mentorias, as selecionadas receberão vouchers para realizar os exames de certificações da Microsoft em AZ-900 e SC-900. As aulas se iniciam no dia 27 de setembro e serão realizadas até o dia 22 de dezembro. A formatura e cerimônia de encerramento acontecem no último dia de curso.  

Para concorrer a uma das vagas, as candidatas deverão participar de um desafio virtual chamado Cloud Skill Challenge  via Microsoft Learn, plataforma de aprendizado on-line gratuita, além de preencher um questionário de inscrição. O critério prévio para a seleção das candidatas é ter mais de 18 anos, se autodeclarar preta ou parda e cumprir os requisitos do preenchimento do questionário, que será enviado para as candidatas por e-mail. As formandas também participarão da feira de empregabilidade promovida pela Microsoft, na qual conectará as profissionais às empresas parceiras da companhia, com o objetivo de fortalecer o networking para oportunidades de trabalho.  

Com o Black Women in Tech, a Microsoft tem o objetivo de levar ensino técnico de qualidade para que mulheres pretas e pardas possam alavancar suas carreiras em tecnologia. Todos os mentores são funcionários da Microsoft, membros ou aliados das iniciativas e grupos de Diversidade, que disponibilizam seu tempo voluntariamente. A primeira edição do Black Women in Tech resultou em 26 mulheres formadas. Já a segunda turma, formou 35 mulheres. Para se cadastrar, acesse o site oficial do Black Women in Tech.  

Sobre a Microsoft  
A Microsoft (Nasdaq “MSFT” @microsoft) habilita a transformação digital na era da nuvem inteligente e da fronteira inteligente. A missão da Microsoft é empoderar cada pessoa e organização no planeta a conquistar mais. A empresa está no Brasil há 32 anos e é uma das 120 subsidiárias da Microsoft Corporation, fundada em 1975. Em 2019, a empresa investiu mais de R$ 48 milhões levando tecnologia gratuitamente para 2.038 ONGs no Brasil, beneficiando vários projetos sociais. Desde 2011, a Microsoft já apoiou mais de 7.100 startups no Brasil por meio de doações de mais de US$ 200 milhões em créditos de nuvem.  

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