Aplicativo brasileiro de mensagens chega ao mercado com funcionalidades que não existem nos concorrentes

Aplicativo brasileiro de mensagens chega ao mercado com funcionalidades que não existem nos concorrentes

De acordo com a pesquisa Mensageria no Brasil, desenvolvida pelo Panorama Mobile Time e a Opinion Box, cerca de 98% da população com smartphone já instalou um app de mensagens. O grande volume de mensagens trocadas em aplicativos de conversa abre espaço para riscos como o compartilhamento indevido de informações privadas. O vazamento direto, isto é, por um dos extremos da comunicação, remetente ou destinatário, é passível a indenização caso configurado dano a um dos participantes da conversa, conforme decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) proferida em 2021. Contudo, a legislação sozinha não tem coibido a prática e a divulgação indevida de mensagens, mídias e outros documentos compartilhados através de aplicativos de conversa continua acontecendo e comprometendo o bem-estar dos usuários dos meios de comunicação instantânea.

Mesmo com leis e determinações expressas que podem punir o usuário que fizer a divulgação de uma mensagem ou qualquer outro item não consentido por quem os enviou inicialmente, essa é uma prática frequente e que tem tornado os meios de comunicação instantânea um lugar de muitos riscos. Por isso, é importante que novas políticas sejam adotadas pelos próprios desenvolvedores de canais de comunicação instantânea”, revela Brunno Velasco, founder e CEO da SayMe, o primeiro aplicativo brasileiro de mensagens instantâneas com criptografia de ponta a ponta.

No processo de desenvolvimento do app, Brunno, que também é analista e desenvolvedor de sistemas, fundador dos aplicativos Femini Driver e Instapet, além de desenvolvedor do primeiro app do desenho infantil Bob Zoom, levou em consideração a realidade da captura de tela que é, hoje, um dos recursos mais utilizados para espelhar uma conversa, uma foto ou vídeo enviados com exclusividade, bem como a função “encaminhar” mensagem para terceiros, uma das maneiras mais rápidas de fazer uma cópia de um diálogo mantido a dois, como elementos principais (e diferenciais).

Pensamos no seguinte: se eu proibir uma informação, dificilmente ela será divulgada se eu não permitir. Então, chegamos à conclusão de que essa seria uma das funcionalidades mais importantes do SayMe Messenger e uma das formas de fortalecer a segurança e privacidade dos usuários”, diz.

Dados relevados por uma pesquisa realizada pelo Projeto Vazou, em 2020, mostrou que 82% das vítimas de vazamento de fotos íntimas tinham ou têm relacionamento com a pessoa que vazou os arquivos, fato que desmonta o mito do criminoso estranho (hacker). Ainda de acordo com a pesquisa, 35% disseram que o compartilhamento não teve uma motivação específica, ou seja, o autor do vazamento o fez intencionalmente e com o único objetivo de compartilhar a foto com outrem – o que esbarra na quebra da confiança depositada por quem se sentiu à vontade para compartilhar o conteúdo.

Se os canais de comunicação instantânea utilizados por essas vítimas tivessem uma tecnologia que impedisse o compartilhamento de arquivos pelo destinatário com terceiros, as chances de vazamento das fotos seriam menores. Os apps de conversa podem ser seguros e essa tecnologia está sendo lançada para que os usuários tenham essa segurança”, explica Velasco.

O SayMe Messenger já está disponível para download gratuito em todas as lojas de aplicativos e pode ser baixado pelo site oficial http://sayme.com.br/. A expectativa é que nos próximos três anos o aplicativo já tenha alcançado 100 milhões de usuários.

Combate às fake news

Em um cenário de ano eleitoral, onde a dimensão dos danos decorrentes da propagação das fake news é tão extensa, o app SayMe Messenger aparece como solução ao disponibilizar a opção de proibição do reencaminhamento de mensagens, áudios e documentos, o que agrega segurança ao app e minimiza os riscos de compartilhamentos de notícias falsas. Após habilitar essa funcionalidade nas configurações, o usuário consegue escolher qual contato não poderá reencaminhar, copiar e compartilhar suas mensagens, áudios, fotos, documentos e “prints”.

Vale ressaltar que o SayMe Messenger não quer politizar sobre a questão das fakes news no processo eleitoral, porém é uma ferramenta importante ao disponibilizar a opção de não compartilhamento de mensagens, fotos, vídeos e prints. Além disso, ao estruturar um projeto de criação de um app, além de todo o aparato técnico, também precisamos levar em conta comportamentos de risco que são, muitas vezes, socialmente tratados como normais. Um dos principais diferenciais do app é que ele tem uma opção que bloqueia o ‘print’ e reencaminhamento de fotos, textos e vídeos”, acrescenta Velasco.

Ainda sobre a segurança do app, o executivo destaca que o SayMe Messenger não tem ditadura digital. “Outros aplicativos semelhantes colhem os contatos e têm acesso às mensagens. Nesse o usuário tem privacidade e segurança. O app é 100% criptografado, ou seja, a criptografia envolve a conversão de texto simples legível por humanos em texto incompreensível”, diz.

Benefício aos deficientes auditivos e demais diferenciais

A novidade traz outros diferenciais que pretendem sanar algumas dores até então encontradas na maioria dos usuários de apps de mensagens no mercado brasileiro e mundial. O SayMe, que se divide em dois modelos distintos: Messenger e Corporativo, reúne soluções como o agendamento de mensagens de áudio e texto com data e hora de entrega e resposta. Se o usuário configurar para ‘urgente’, ele pode escolher a opção: ‘data/horário’ de resposta e o app envia uma notificação para a resposta. “Agora não tem mais aquela desculpa para ignorar uma mensagem, uma vez que o app avisa o usuário que ele precisa responder”, completa Brunno.

Outro importante diferencial é a transcrição de áudio para texto (sem a necessidade de escutar o áudio). Com essa opção, o deficiente auditivo pode receber mensagens em áudios e elas são transcritas imediatamente após um único clique na mensagem.

Com foco em velocidade e praticidade, o SayMe Messenger foi pensado para facilitar o dia a dia do usuário. O app também pode ser usado em mais de um dispositivo e as mensagens são entregues simultaneamente para todos os celulares, tablets ou computadores conectados à conta. Também é possível o envio do mensagens, fotos, vídeos e arquivos de qualquer tipo (doc, zip, mp3), além da possibilidade de criar grupos com até 500 pessoas. O app também tem acelerômetro de áudio (de 1.3x e 1.7x); pesquisa por data e nome; grupos e hubs em listas e abas separadas; online e visto por último invisíveis; aumento do tamanho da fonte nas conversas; entre outras funcionalidades e soluções.

A ideia do SayMe é trazer um produto diferente, com opções que o consumidor não encontra hoje no mercado, além de atender algumas insatisfações existentes. Queremos simplificar a vida de cada usuário oferecendo mais segurança e privacidade com criptografia de ponta a ponta”, reforça Brunno Velasco.

SayMe corporativo: segurança para empresas e colaboradores

No meio corporativo os aplicativos de mensagens se tornaram fundamentais, primeiro com o home office, no período mais grave da pandemia e, agora, com os modelos de trabalho híbrido se popularizando. No entanto, a má gestão da carga horária trouxe outras dificuldades tanto para empresas quanto para colaboradores.

A versão SayMe Corporativo foi desenvolvida exclusivamente para empresas, contando com todas as novidades do Messenger e muitas vantagens para pequenas, médias e grandes empresas, permitindo a geração de análises dos dados da comunicação realizada na empresa, que poderá ser utilizada gerando conhecimento sobre os negócios, ajudando as diferentes áreas da empresa a aumentar sua eficiência, através do uso dos dados e da construção de estratégias.

Com o app será possível, por exemplo, que a empresa defina com seu colaborador um horário de trabalho e isso poderá ser feito de maneira personalizada. “Ao definir o horário permitido para a troca de mensagens, o gestor limita que informações sejam trocadas fora do horário da jornada de trabalho”, explica Brunno Valasco.

Além disso, o app permite a criação de palavras-chave, gravação de reuniões e organização de grupos, hubs e conversas diretas.

15 startups japonesas buscam oportunidades para emplacar negócios e parceiros no Brasil

15 startups japonesas buscam oportunidades para emplacar negócios e parceiros no Brasil

 Os investimentos no mercado de startups no Japão vêm em uma linha crescente nos últimos anos. Há naquele país pouco mais de 10 mil startups. Em 2014, os aportes totalizaram US$ 10,3 bilhões, número que saltou para US$ 11,43 bilhões em 2015.  Em 2019 foram investidos US$ 25,38 bilhões, como aponta a Venture Enterprise Center, do Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão.

Agora, as startups japonesas, que já vinham até em um movimento tímido para desbravar o mercado brasileiro, especialmente com a ajuda da JETRO São Paulo (https://www.jetro.go.jp/brazil), têm uma excelente oportunidade de conquistar espaço e parceiros no país por meio do ScaleUp in Brazil (SUIB), programa criado em 2019 como uma plataforma de softlanding fruto de uma parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP) e a Israel Trade and Investment.

Este ano é a primeira vez que o Japão participa do programa, a exemplo de Singapura. Nas edições anteriores, apenas companhias de Israel foram convidadas. Ao todo, 107 startups fizeram a inscrição nessa edição do programa e 35 (15 japonesas, 15 israelenses e 5 singapurenses) foram selecionadas de acordo com quatro critérios: equipe, grau de inovação, marketing fit e maturidade. Três delas receberam a nota mais alta durante o processo de avaliação: Corsight AI (Israel), Graymatics (Singapura) e Sagri Co., Ltd (Japão).

A Sagri Co., Ltd é uma agritech que recolhe dados como os índices de química do solo e propõe a alocação ideal de fertilizantes aos agricultores, reduzindo os gases de efeito estufa derivados de fertilizantes químicos. “Nós na Sagri estamos muito felizes em participar desse programa. Esperamos poder entrar no Brasil com o apoio da equipe SUIB. No programa, gostaríamos de ter uma compreensão clara e correta do mercado brasileiro e então encontrar um parceiro ideal para entrarmos no país”, aponta o head de Negócios Internacionais, Satoshi Nagata.

Olhares atentos às oportunidades – Com a seleção de 15 companhias, a JETRO espera que as startups japonesas possam voltar os seus olhos ao Brasil, especialmente porque por questões logísticas e culturais as atenções muitas vezes estão restritas ao Sudeste Asiático. “O Japão e o Brasil são grandes parceiros comerciais, mas as relações nessa área de inovação são tímidas. Nosso papel é diminuir essa lacuna, pois sentimos que há um grande potencial para o incremento de novos negócios”, diz Hiroshi Hara, diretor-presidente da JETRO no Brasil.

Boa parte das startups japonesas selecionadas para a primeira fase do programa, que ocorre entre 26 de julho e 9 de setembro, é da área de energia, tecnologia limpa, agritech, fintech e healtech. São setores em que o próprio Hara já havia sinalizado como sendo de grande interesse dos japoneses. “O ScaleUp in Brazil será importante para que as companhias dos dois países possam fomentar parcerias. O mercado brasileiro de startups é maduro e com muita inovação”, afirma.

Conheça as 15 startups japonesas:

EMPRESASITE
AC Biodehttps://www.acbiode.com/
Ac-Planta Inchttps://ac-planta.com/en/
ad-dice Co., Ltd.https://ad-dice.com/
Agri Info Design Ltd.https://agri-info-design.com/pt-br/
Axelspacehttps://www.axelspace.com/
Bluebee Inc.http://www.blue-bee.co.jp
Credit Engine, Inc.https://global.creditengine.jp/
dreamstock inc.https://dsfootball-dreamstock.com/
FutuRockethttps://futurocket.co
Melody International Ltd.https://www.melodyi.net/
OUI Inc.https://ouiinc.jp/en/
PJP Eye Ltdhttps://pjpeye.tokyo/
Sagri Co., Ltdhttps://sagri.tokyo/
STANDAGE Inc.https://standage.co.jp/en
sustainacraft, Inc.https://sustainacraft.com

Segunda fase a partir de outubro – Nessa primeira fase do ScaleUp in Brazil as startups japonesas terão acesso a materiais de informação sobre o mercado brasileiro e relatórios customizados do setor em que a companhia opera. As empresas selecionadas também participarão de webinars com tópicos que vão de “Fazendo Negócios no Brasil”, “Navegando pelo Ambientes Jurídico e Fiscal do Brasil” e “O Ecossistema de Inovação Brasileiro” e, por fim, reuniões com pitchs online com investidores locais.

Do total de 35 empresas selecionadas pela Apex-Brasil e ABVCAP na primeira etapa, uma nova seleção reduzirá para apenas 20. Das 15 startups japonesas, cinco vão para a próxima fase, a partir de outubro, na chamada imersão no mercado brasileiro com outras cinco de Singapura e dez de Israel. “O Japão quer ajudar, investir e o ecossistema de startups no Brasil é muito mais avançado do que no Japão. Além de fazer negócios, estamos para aprender com os brasileiros também”, enfatiza Hara.

O número de 107 empresas inscritas no SUIB 2022 é recorde, justificável pela introdução de japoneses e singapurenses no programa. Na primeira edição foram contabilizadas 49 empresas israelenses, sendo que 20 ingressaram na primeira etapa a cinco foram para a final. Na segunda foram 62, com 16 participantes na etapa inaugural e 10 aceleradas na fase final. No total, já foram 12 contratos assinados e cerca de US$ 10 milhões em investimentos anunciados.

     Tecnologia populariza ferramentas financeiras para empresas

     Tecnologia populariza ferramentas financeiras para empresas

       Não é uma novidade que o mundo hoje está cada vez mais conectado e, consequentemente, cada vez mais tecnológico. Afinal, esse conjunto de instrumentos, métodos e técnicas que visam a resolução de problemas que viabilizam, em escala exponencial, essa interconexão mundial que envolve pessoas, empresas e até mesmo os governos. A transformação digital é uma realidade dentro de todos os setores e por isso precisam se reinventar para continuar crescendo.

        Uma área que tem se transformado fortemente no Brasil é a de produtos e serviços financeiros. Muitos estão migrando de um mercado cada vez mais concentrado em alguns poucos grandes bancos, para a onda crescente de novos bancos totalmente digitais. Paralelamente, as Fintechs, empresas startups que desenvolvem produtos ou serviços digitais com foco em soluções financeiras, chegam fortemente na concorrência desse setor.

       Logo, os serviços, que antes eram feitos apenas por bancos e corretoras, com a abertura e organização das regras do mercado financeiro, através de iniciativas como o Open Banking e Open Finance, facilitam o compartilhamento dos dados financeiros entre empresas, o que aumenta a concorrência com mais opções de serviço para os consumidores.

       Uma empresa de tecnologia pode criar uma infraestrutura que possibilite outra empresa a ser um banco digital ou apenas oferecer um serviço similar aos bancos, através de interfaces via API que permitam gerenciar as transações de pagamentos, por exemplo. A AP Interactive já possui o conhecimento e pessoas especializadas para ajudar as empresas a caminharem nesta jornada de entendimento do negócio, abrindo possibilidades de novos serviços como, por exemplo, o oferecimento de crédito para uma base de clientes usando uma estrutura Cloud de um parceiro, ao invés de buscar um banco.

Além das próprias empresas do setor financeiro, também surgem iniciativas de outros setores, como as próprias empresas de tecnologia, que é o caso da AP Interactive, que oferecem estruturas e pessoal capacitado para preencher esses gaps criando uma parceria “ganha-ganha”, permitindo que as empresas foquem em seus pontos fortes e possam usar os conhecimentos adquiridos em seus próprios departamentos e visualizam a transformação digital como aliada da expertise dos seus negócios. Desta maneira, olham para seus processos e fomentam novas opções de serviços, antes apenas internas e agora oferecidas aos clientes também.

           Neste caso, depende do mercado que a empresa está inserida. Se no mercado B2C ou Business-To-Consumer, por exemplo, uma loja que vende roupas e tem um departamento financeiro responsável por cuidar das finanças e empréstimos, agora pode usar a expertise casada com o objetivo da transformação digital e oferecer empréstimos com mais facilidade, com seu formato.

          Assim, é possível concluir que a transformação digital já impactou e vai impactar muito o setor financeiro, criando novos produtos e serviços e abrindo novos mercados para as empresas que, por sua vez, precisam estar dispostas a acelerar suas mudanças internas repensando seus processos através do uso de UX (User Experience), colocando a tecnologia como parte da sua estratégia de forma consistente e realizando uma transformação digital de verdade e de acordo com o entendimento e participação de todos os envolvidos, incluindo seus clientes.

          É importante que as empresas estejam cientes das mudanças que estão ocorrendo através da transformação digital e o nascimento de novas tecnologias e que com boas parcerias formadas, podem fazer sua própria revolução interna, oferecendo novos serviços a sua base de clientes de forma a aumentar a fidelização e conquistando novos horizontes de atuação.

Fintech n2 conecta qualquer pessoa a um orientador financeiro a custo acessível

Fintech n2 conecta qualquer pessoa a um orientador financeiro a custo acessível

O assunto educação financeira está cada vez mais popular e isso não é nenhuma novidade. O que mais vemos são especialistas na internet falando sobre as possibilidades para além da poupança. Entretanto, uma coisa é as pessoas saberem que existem opções de investimento, outra é elas saberem como as coisas funcionam na prática, dentro da realidade delas. Isso sem falar nas pessoas que estão completamente endividadas e desesperadas, o que compromete todas as áreas da vida, inclusive seu desempenho profissional. 

Neste contexto, o grande problema é a orientação personalizada, isto é, alguém entender sua realidade, limites, objetivos, seu perfil, sua renda e te ajudar de perto, de forma personalizada, te conectando com as possibilidades de investimento e te explicando em detalhe e de forma didática desde organização básica até o funcionamento do mercado financeiro. Esse serviço até existe, mas é muito caro ou quase sempre é vinculado à alguma instituição que ganha sobre o produto financeiro indicado ou exige que usuário abra uma conta. Além disso, há a questão da privacidade: por diversas razões, muitas vezes as pessoas não querem se expor. Se têm dinheiro, sentem medo. Se vivem um momento financeiro difícil, sentem vergonha.  Trata-se de um assunto delicado, de modo que privacidade e a segurança são  tópicos relevantes.  

Foi para preencher esse gargalo que nasceu a n2, plataforma que conecta qualquer pessoa a um orientador financeiro certificado de forma anônima, com toda segurança e privacidade. Fundada por André Barretto, ex-executivo do Citibank e do Itaú, o aplicativo funciona da seguinte forma: o usuário baixa o aplicativo, cadastra seu perfil criando seu avatar, e responde a algumas perguntas.  Com base nas suas respostas, são mostrados os orientadores certificados alinhados ao seu perfil, e o usuário escolhe um deles para começar a esclarecer suas dúvidas. E poderá escolher vários, ao mesmo tempo, até encontrar aquele que ele mais gostou do atendimento.

De acordo com André Barretto, as pessoas podem estar em qualquer momento financeiro da vida delas: endividadas e precisando de ajuda para sair do vermelho ou capitalizadas e buscando orientação para diversificar seu investimento. “Para alguns, o app n2 é quase um CVV (Centro de Valorização da Vida) das finanças: o usuário chega nele sem conseguir fazer as contas do mês fecharem, desesperado, mas recebe a orientação necessária para sair dessa situação aos poucos. Já aqueles que estão em um momento mais favorável e que muitas vezes já contam com outros serviços de orientação, nos acessam para  aprender mais sobre os produtos e o Mercado Financeiro, confirmar suas estratégias ou obter uma segunda opinião”, explica.

O plano de assinatura inicial n2 Prime permite conversar livremente durante 3 dias com até 3 orientadores diferentes – e depois isso recomeça do zero, permitindo interagir com outros 3 orientadores por mais 3 dias, por até 30 dias. Os planos de assinatura custam a partir de R$ 14,90 por mês, menos que uma recarga de celular. Vale ressaltar que a interação entre usuário e orientador – seja por mensagem de áudio, vídeo ou texto – ocorre por meio de avatares, e informações como nome, telefone e email não são fornecidas pela n2 para os orientadores. Ou seja, a relação é anônima, os dados são protegidos e o ambiente totalmente seguro para que o usuário se sinta à vontade para tirar todas as suas dúvidas. 

Para atender a uma gama diversa de usuários, a n2 permite a entrada na plataforma somente de profissionais certificados pelo mercado financeiro. “Investir é um processo que mexe com as possibilidades de futuro de uma pessoa, e todo passo precisa ser bem planejado e administrado. O processo exige conhecimento técnico e forte habilidade interpessoal do orientador.  Por essa razão, exigimos certificações como CFP®, CEA, CPA-20,  CPA-10, SUSEP entre outros. Há uma avaliação criteriosa do  perfil dos profissionais que solicitam credenciamento, exatamente para manter o nível de excelência que buscamos”, complementa André.

Mercado B2B

Além de atuar diretamente junto ao consumidor final, a n2 também oferece serviços para empresas.

Um ponto muito interessante é a possibilidade de corporações contratarem a n2 para oferecerem um Programa de Orientação Financeira mais o aplicativo n2 personalizado para a corporação como um benefício aos seus colaboradores. “Cada vez mais as empresas buscam soluções que proporcionem qualidade de vida aos colaboradores. E a orientação financeira tem sido vista dessa forma”. 

A empresa possui diversas parcerias  no mercado corporativo, um deles com a Gympass, empresa brasileira avaliada em mais de 2,2 bilhões de dólares. Para quem já é cliente do Gympass, acessando o programa Gympass Wellness por meio do app, no pilar financeiro, é possível clicar na logo do app n2 e receber por email o cupom promocional. Assim, baixando o app n2 e se cadastrando com o código, ficam disponíveis atendimento livre por 7 dias com o orientador financeiro de sua escolha. 

“O acesso à orientação financeira personalizada ainda é um gargalo sensível no mercado brasileiro, mas a ideia de que esse serviço é restrito a um determinado público, felizmente, vem caindo por terra. Nosso objetivo é sensibilizar empresas e pessoas e provar que a orientação financeira é libertadora, é acessível a todos e precisa ser recorrente e contínuo. Estamos muito orgulhosos do que estamos construindo”, finaliza Barretto. 

Sobre a n2

O app n2 é uma plataforma de orientação financeira que conecta profissionais de qualidade para oferecer orientações sobre saúde financeira, investimentos, empréstimos, aposentadoria, seguros e outros temas do universo financeiro com quem quer aprender mais sobre como gerenciar seu dinheiro. O objetivo da n2 é a orientação financeira simples, básica e bem feita. O aplicativo da n2 é a primeira plataforma que permite começar e organizar um planejamento financeiro ou aprender a investir, facilitando o acesso à informação e à orientação de profissionais certificados, bem como lives, vídeos e materiais educacionais, atualizados diariamente, que simplificam o mercado financeiro. 

Hub para acelerar mercado cripto é lançado no Brasil

Hub para acelerar mercado cripto é lançado no Brasil

O mercado de criptomoedas está em ascensão. Entender esse universo, difundir conhecimento e democratizar o acesso a criptoativos, tokens e blockchain é a principal missão do Crypto House of Commons (C.HOC), o primeiro hub da comunidade cripto focado em acelerar o crescimento deste mercado Web3 no Brasil.

A iniciativa será lançada oficialmente nesta quarta-feira, 27 de julho, juntamente com o coquetel de lançamento da segunda edição dos livros “Bitcoin: A Tributação de Criptomoedas”, de Daniel de Paiva Gomes,  e “Tributação da Impressão 3D: Blueprint, Software e Impressão”, de Eduardo Paiva Gomes, ambos publicados pela editora Thompson Reuters Revista dos Tribunais.

Daniel é advogado com atuação em criptoativos e economia digital, doutorando (PUC-SP) e mestre em direito tributário (Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas – FGV/Direito-SP). Eduardo também é doutorando (PUC-SP) e mestre em direito tributário (Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas – FGV/Direito-SP). Além disso, ambos são MSc Candidates em Blockchain e Moedas Digitais pela Universidade de Nicosia (UNIC). Ao lado de Diego Veslaques, criador do Vela Trader, e Isac Honorato, co-founder da Cointimes, todos são co-fundadores e curadores do C.HOC.

O Hub tem parceria também com a NürnbergMesse Brasil, uma das maiores promotoras de eventos presenciais e digitais do mundo. Durante três dias, de 18 a 20 de novembro, a multinacional irá realizar um evento de imersão no tema, no São Paulo Expo. Na ocasião, serão debatidas as principais tendências do mercado, regulamentações e as novas formas de investimentos descentralizados.

“Queremos conectar pessoas e profissionais. É um mercado ainda em construção, mas com enorme potencial de crescimento. A ideia é desmistificar o universo de criptomoedas para o público B2B e B2C, e, assim, gerar novos negócios”, afirma Diego de Carvalho, vice-presidente da NürnbergMesse Brasil. 

O evento terá quatro palcos simultâneos com apresentações sobre blockchain, criptoativos, tokens e a própria C.HOC. Ainda contará com atrações como uma galeria de arte NFT, o Business Match (um espaço para conexão de novos negócios) e o Top Global Speaker com mais de 50 palestrantes nacionais e internacionais que são referências na área.

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