Uso do WhatsApp corporativo cresce 118% na pandemia

por | jun 23, 2021 | Noticias | 0 Comentários

As vendas por WhatsApp se popularizaram com a pandemia e ajudaram principalmente pequenas empresas, que não possuíam estrutura para montar um e-commerce de maneira rápida, a sobreviver ao confinamento e às restrições do comércio. Segundo dados da Zendesk, empresa de desenvolvimento de software, os consumidores aumentaram em 118% o uso do WhatsApp para se comunicar com empresas. Com a recém-chegada opção da função de pagamentos no aplicativo, o B2B também precisou migrar para o app. “Além de ser uma boa estratégia para o empreendedor, o processo de fidelização com o cliente se fortalece através do omnichannel, pois mostra que a marca está respeitando-o e, independentemente de onde ele quiser comprar, disponibilizará as melhores ferramentas”, afirma Nathan Moojen, CEO do marketplace Moda Online.

Para o B2B, nesse caso, porém, a situação era mais complexa: pelo fato das indústrias terem muitos SKU’s (código identificador do produto) e muitas variantes do mesmo produto (como cor, tamanho, quantidade em estoque), a venda pelo aplicativo é muito mais demorada. No geral, uma revendedora solicita para a indústria o catálogo dos produtos via WhatsApp. Em um segundo momento, a vendedora da indústria envia um PDF contendo as fotos e descrições de cada um. Mas, além de escolher as peças e variedades que interessam (cor, tamanho, etc), é preciso descobrir se elas ainda estão ou não disponíveis e quais as formas de pagamento que a marca pode oferecer. Depois de acertado o pedido, a indústria terá que efetuar o cálculo de frete de forma manual e disponibilizar um link para pagamento ou fazer a emissão do boleto. Tudo isso em um atendimento complexo e demorado.

Para facilitar esse processo, o Moda Online disponibilizou em sua plataforma online uma funcionalidade chamada “frente de vendas” para que parte da venda (a mais burocrática) seja feita de maneira mais rápida. “A marca pode até seguir enviando o PDF com seus produtos para a revendedora, fortalecendo um contato pessoal, porém ela vai tirar o pedido que a revendedora desejar pelo sistema do Moda Online, criando um carrinho de compras para essa revendedora. Dessa forma, o cálculo de frete e o estoque do produto estarão acessíveis de imediato. Com o link em mãos, a revendedora acessa o site apenas para finalizar o pedido com as formas de pagamento do Moda Online”, explica o executivo.

Além de agilizar o processo, o uso da plataforma também dá mais segurança para quem compra. Dados da consultoria Accenture mostram que, dos mais de 160 milhões de usuários do WhatsApp no Brasil, 83% utilizam o aplicativo para fazer compras online, mas 48% não se sentem seguros de fechar vendas pelo aplicativo. Segundo Moojen, o sistema integrado oferece segurança tanto para indústrias, que não correm nenhum risco financeiro, uma vez que as formas de pagamento escolhidas pelo revendedor são as disponibilizadas pelo Moda Online, quanto para a revendedora, que confia seus dados a um sistema protegido e seguro. “Também oferecemos às indústrias, caso elas decidam remunerar a vendedora por tirar o pedido pelo Moda Online, um desconto, que pode ser repassado à mesma. Ou seja: todo mundo ganha”, finaliza.

Sobre o Moda Online

O Moda Online é um shopping virtual que conecta indústrias de confecção a revendedores de moda. Com início das atividades no segundo semestre de 2020, trabalha com um mix de marcas e produtos, que vão de roupas e acessórios a calçados com vendas exclusivas por atacado. Tudo para levar diversificação e qualidade a todos os cantos do país. A startup atua nacionalmente no formato marketplace, com uma plataforma própria para os produtores e outra para revendedores. Ferramentas fáceis, ágeis e confiáveis para ajudar o mercado de moda no Brasil a escalar os seus negócios. Mais informações em: https://modaonlinemarketplace.com.br/home

Sobre Nathan Moojen

Nathan Moojen é o fundador do Moda Online, startup que conecta indústrias de moda a revendedores de todo o país. Formado em publicidade, já tinha experiência na área graças à relação da família com o mercado têxtil. Atualmente, além de gerir a própria empresa, atua como investidor em outras startups. Mas tem como maior propósito participar da digitalização da moda B2B no Brasil, facilitando o acesso a produtos de qualidade por toda a cadeia: tanto quem produz como quem revende e, consequentemente, o consumidor final.

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