Transformação digital é essencial para usinas e agroindústrias

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Teo Scalioni
Teo Scalioni
Mestre em Administração pela Universidade FUMEC. Tese defendida em 28/02/2011 Título: Parceiras de uma empresa de venture capital: impactos nas dinâmicas operacionais de pequenas e médias empresas de base tecnológica. Formado em Comunicação Social - Jornalismo em 2003. Bolsista Pesquisador da Fundação de Amparo a Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig) de 2009 a 2011. professor e Gestor de Inovação da Faculdade Arnaldo, idealizador do Acelera Arnaldo, programa que estimula startups de alunos a chegarem no mercado. Empreendedor digital - Co-founder do portal Tempo de Inovação. Palestra "Inovação e Empreendedorismo Digital " na Faculdade Promove de Sete Lagoas Professor Universitário nas Faculdade. Professor Universitário: disciplina: Startups: Negócios Contemporâneos, Estrutura e Processos Organizacionais e Jogos Empresariais

As tecnologias disruptivas têm um potencial imenso de aplicações em todas as atividades no campo. Elas abrangem todas as etapas do processo produtivo, desde a pré-produção até o pós-colheita. Com as usinas e agroindústrias o processo não tem sido diferente. Nos últimos anos, esses setores foram inundados com milhares de novas soluções, mas, muitas vezes esse excesso de dados sem organização acaba atrapalhando e confundindo ainda mais os gestores.

Para ajudar nesse processo é essencial uma boa gestão, por isso nos últimos anos a GAtec, empresa especializada em gestão agroindustrial tem se dedicado especialmente na transformação digital do agronegócio. A companhia que atua em todas as culturas do agronegócio, capacita e acompanha empreendedores, gestores, em seus caminhos para a implantação da era digital.

“Ao utilizarem as nossas soluções as empresas se tornam flexíveis, encurtam o tempo de resposta frente ao rápido crescimento, possibilitando constantemente a abertura de novas áreas de negócios disruptivas, repletas de informações para gestão do dia a dia e suporte na tomada de decisão”, diz Jefferson dos Santos, administrador de empresas e SDR – Sales Development Representative da GAtec.

A empresa se posiciona no mercado como uma companhia que melhor apoia seus clientes durante todo processo de transformação digital, ajudando-os a compreender o real valor dessa mudança. Isso porque os seus projetos envolvem todas as pessoas e áreas geradoras, usuárias ou impactadas pelas mudanças.

Atualmente a GAtec tem entre os seus clientes diversas empresas dos mais variados tamanhos e em diferentes velocidades, entre eles o Grupo Horita, Grupo Webler, Atto Sementes, Grupo Tereos, Reunidas do Pontal e Grupo BMG. Também vale destaque a Florida Crystals, – produtora de açúcar orgânico, sediada nos Estados Unidos no estado da Flórida. “Independentemente do tamanho da sua corporação e do quão avançada ela esteja na jornada de transformação, esses exemplos de transformação digital servem como inspiração para você iniciar ou continuar com sucesso sua transformação digital”, lembra Santos.

A metodologia de implantação e operação da GAtec é assistida, apoiada no estabelecimento de uma cultura ágil que incentiva a inovação e o aprimoramento constante. Com isso é compartilhado com os clientes a experiência de que a estratégia para transformação digital pode (ou deve) exigir novos conhecimentos especializados e o desenvolvimento de pessoal deve mudar. “Uma estratégia de digitalização bem-sucedida mostra como as tecnologias digitais podem ser usadas para aumentar a automação e a eficiência de sua organização, criando valor agregado para os processos e clientes (internos e externos)”, diz o administrador.

Atenção para não errar

Muitas empresas no setor do agronegócio cometem erros nesse processo porque veem apenas partes individuais da digitalização, associando esta transformação, por exemplo, a revisar sua página inicial (website), converter formulários de papel em digital ou manter uma presença nas redes sociais. Mas os desafios da digitalização incluem muito mais.

O primeiro pronto são os processos de negócios digitais que ajudam a projetar digitalmente etapas dentro de organizações e companhias do início ao fim. Outro aspecto importante é o desenvolvimento de inovações, ou seja, aplicativos, portais de clientes ou ferramentas que beneficiam os acionistas, gestores, colaboradores, sociedade e clientes.

Também não pode se esquecer da formalização da comunicação digital que consiste no desenvolvimento de uma estratégia para quem gera, disponibiliza, utiliza as informações que trafegam nos processos, em tempo hábil para redirecionar atividades e corrigir ações. Por último e não menos importante é fundamental desenvolver estratégias para criação de valor. O desenvolvimento de planos concretos para ganhar dinheiro com a transformação digital.

Segundo Santos, a combinação desses fatores, geralmente leva a uma digitalização bem-sucedida. Portanto, é necessário distinguir entre inovação e transformação. Transformação significa adaptação a novos desenvolvimentos, enquanto inovação significa assumir riscos. “No entanto, nenhuma empresa deve se limitar a tomar medidas pela metade se quiser atingir seus objetivos. Para enfrentar os desafios da digitalização, as empresas devem assumir riscos”, ressalta.

O especialista também lembra que a transformação digital no agronegócio deve fortalecer, não prejudicar, as relações humanas. O objetivo não é, por exemplo, reduzir um apontamento manual. O objetivo é desenvolver uma tecnologia que acompanhe as pessoas e modele todos os processos dos envolvidos nesta transformação. “Para tirar o máximo proveito de uma estratégia de transformação digital, você deve primeiro ter uma. Conte com todo suporte e experiência da GAtec para definir ou acelerar a sua”, finaliza o profissional.