Contratos inteligentes: robôs aceleram processos de compra e venda

Contratos inteligentes: robôs aceleram processos de compra e venda

Hora do almoço. Você senta para repousar sob a sombra de uma árvore num gostoso dia de início de primavera, abre sua rede social preferida e lá está o anúncio do carro dos sonhos.

Quase sem pensar você acessa a publicidade que lhe leva a uma demonstração virtual do veículo, levando a decidir pela compra. Com um único click você informa sua decisão e recebe do algoritmo a confirmação do crédito e a indicação de qual dia e lugar você irá receber seu bem.

No referido dia você vai ao local indicado e, por meio do aplicativo, você abre a porta e, lá dentro, estão todos os documentos e um manual eletrônico que lhe informar intuitivamente tudo que você precisa saber sobre a máquina. Você aperta o botão de Start e sai dirigindo e curtindo toda a dopamina gerada pelo brinquedo novo.

Primeiro isso não é sonho. No YouTube você encontra o vídeo de um brasileiro, que mora em Chicago, registrando todos os passos da compra de um Tesla. Todo esse percurso, desde a contratação da rede social pelo fabricante do veículo até a entrega do produto, passou por Contratos Inteligentes fechados por algoritmos, sem intervenção humana.

Um código da Tesla contratou o da Rede Social, acordando pagar x se o anúncio fosse exibido e mais x caso fosse clicado. O algoritmo da rede realizou a tarefa no momento e com o usuário de maior chance de sucesso, gerando créditos para ele contra o sistema da montadora. Um contrato válido dentro do que prevê o Código Civil brasileiro celebrado sem intervenção humana.

O comprador, ao navegar no sistema da montadora e escolher como queria seu veículo, levou ao sistema da empresa a vasculhar suas concessionárias e estoques atrás do produto desejado. Não encontrando, ordenou a produção e, por trás desta ordem, programas de compras fecharam pedidos com fornecedores para serem pagos na entrada dos itens na esteira de produção. Quando da entrega o mesmo sistema automaticamente reconhece o evento e disparando o processo de pagamento ao fornecedor.

A fábrica, povoada de robôs, executa à montagem do carro e comunica a disponibilidade ao novo proprietário e contrata, também de forma automática, o responsável pelo transporte. Este leva a veículo até um endereço e o deposita lá, confirmando por dados do GPS a conclusão de sua tarefa.

O feliz dono de um Tesla novo vai até o local e, reconhecendo o felizardo pela posse do smartphone com autorização, o algoritmo abre a porta e conclui um contrato quase totalmente executado por programação.

A beleza deste modelo está no fato de ser iniciado e concluído, em vários pontos, sem se quer a presença de um ser humano. Uma modalidade onde os sujeitos de direito (que até então podemos definir como pessoas físicas ou jurídicas, a quem se pode imputar direitos e obrigações através da lei), em essência, são algoritmos.

Cada vez mais conviveremos com relações contratuais onde, do outro lado, ou de ambos os lados, estão máquinas, códigos, programas. Parte da nova realidade do mundo conectado que será cada vez mais absorvida pelas regras do direito dentro do chamado Direito Digital (ou Eletrônico).

Christiano Sobral é diretor-executivo do escritório Urbano Vitalino Advogados, especializado em marketing, economia e negócios

Cirurgia plástica é alternativa para eliminar enxaqueca

Cirurgia plástica é alternativa para eliminar enxaqueca

As crises de enxaqueca vão além de um simples desconforto, comprometendo a qualidade de vida de quem precisa conviver com o problema. Cerca de 30 milhões de brasileiros sofrem com a enxaqueca, conforme a Sociedade Brasileira de Cefaleia. O tratamento cirúrgico ganha espaço no Brasil, como alternativa para eliminar ou amenizar a doença.  

O cenário nacional para tratamentos disponíveis está mudando e já vai além dos analgésicos comuns, incluindo anti-inflamatórios e vasoconstritores, isolados ou associados, para manejar a dor. O tratamento cirúrgico é uma arma poderosa no controle da frequência, intensidade e duração das crises. 

O cirurgião plástico do Hospital Madre Teresa (HMT) e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Pedro Nery Bersan, é referência em Belo Horizonte para combater o problema. ”A cirurgia é indicada para pessoas que não apresentam resposta adequada aos tratamentos medicamentosos. O procedimento é minimamente invasivo, logo embaixo da pele, proporcionando resultados eficientes”. 

A enxaqueca é uma das doenças mais incapacitantes, conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS), afetando pessoas entre 25 e 45 anos, sendo que, entre mulheres, o problema chega a até 25%, mais que o dobro da prevalência masculina, segundo o Ministério da Saúde.

A maior parte das crises de enxaqueca é desencadeada pela compressão e irritação da inervação facial e liberação de neurotoxinas mediadoras de dor, principalmente de um nervo craniano chamado Trigêmeo. Vários pontos na face funcionam como gatilhos para a dor de cabeça, principalmente na região da testa (frontal), lateral da cabeça (temporal), nuca (occipital) e atrás dos olhos e nariz (cefaleia rinogênica). A técnica cirúrgica de descompressão nervosa foi desenvolvida pelo cirurgião plástico Bahman Guyuron, em Cleveland, nos EUA, em 2000. 

STARTUP MINEIRA TRANSFORMA CARDÁPIO EM QR CODE

STARTUP MINEIRA TRANSFORMA CARDÁPIO EM QR CODE

O batido jargão “Em tempos de crise enquanto uns choram outros vendem lenço”, nunca funcionou tanto em época da pandemia. Não se trata de novidade nenhuma que o coronavírus devastou boa parte da economia, com vários estabelecimentos tendo que fechar as portas por conta da quarentena, que apenas em Belo Horizonte durou – e ainda dura – aproximadamente cinco meses. No entanto, algumas pessoas observaram uma oportunidade diante da crise e decidiram inovar ao verificarem certos dores que serão inerentes agora diante ao novo normal.

Foi o caso do projeto QR Menu, desenvolvido pelo programador e empresário Antônio Gusmão. Ao perceber que quando os bares e restaurantes reabrissem as portas e que para a segurança dos clientes e colaboradores seria melhor disponibilizar o cardápio em QR Code, decidiu criar uma plataforma em que o próprio dono do estabelecimento possa dar upload no cardápio e o QR Code é gerado.

Assim, os proprietários de restaurantes podem distribuir o QR de jeito que acharem melhor, em adornos, jogos americanos, portas guardanapos, o garçom mostrar de longe, ou simplesmente colá-lo à mesa ou espalhar pelo restaurante. O cliente chega com o celular, aponta a câmara para o QR Code e o cardápio abre no próprio celular dele. Sem falar, que serve também como ferramenta de marketing em que o código pode ser divulgado em redes sociais ou mesmo disparado em grupos de WhasApp.

“Percebemos a dificuldade que seria para os garçons terem que ficar passando álcool em gel toda a hora nos cardápios e na própria segurança dos clientes e dos funcionários das casas, que poderiam se contaminar pegando em um objeto cujo várias outras pessoas também o tocaram”, afirma Gusmão. Ele lembra que teve a ideia justamente quando foi em um estabelecimento fazer um pedido “take away“- para levar para a casa – e teve que escolher o almoço segurando o cardápio físico. 

Segundo ele, ao chegar em casa começou a prototipar a ideia e no mesmo dia já começou a programar o aplicativo. “O interessante foi perceber que a medida que os restaurantes iam abrindo na Europa, vi que os cardápios em Qr Code estavam sendo uma realidade por lá também. Ou seja, alguém em outro continente pensou a mesma coisa e assim que abrissem os bares por aqui, também seria uma tendência”, acredita. 

Para ajudar quem não tem conhecimento 

O objetivo do projeto é possibilitar que de forma rápida e barata qualquer pessoa possa gerar o QR Code pelo aplicativo disponível em Android ou na Web. Conforme explica Gusmão, muita gente não tem o conhecimento técnico em gerar um QR Code, ou mesmo, por serem estabelecimentos menores, não possuem setor de marketing ou de tecnologia para transformarem o cardápio para ser lido pelo celular. “Na Qr Menu qualquer pessoa consegue dar o upload da imagem do cardápio como a troca de foto em uma rede social. Paga no cartão e automaticamente o QR Code é gerado. No restaurante o cliente aponta a câmara do celular e o cardápio abre automaticamente no aparelho”, explica o programador.    

O plano de um ano para geração de QR Code é de R$ 99,00 e o restaurante pode gerar ou fazer alterações em até seis QR Codes sem custos adicionais. 

Informações:  www.qrme.com.br ou baixe o aplicativo pelo aqui.

Fonte: Site Fapemig

Números de investidores em startups crescem no Brasil e já passam dos 8 mil

Números de investidores em startups crescem no Brasil e já passam dos 8 mil

Em 2018, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) fez uma análise sobre o ciclo de vida de 1.044 startups brasileiras. Das empresas de tecnologia analisadas na época, 30% encerraram suas operações no mesmo ano. Questionados sobre os motivos que levaram ao fim das empresas, 40% dos fundadores culparam a dificuldade de acesso ao capital, um recurso fundamental para que qualquer startup consiga desenvolver seu produto até provar o seu modelo de negócio. Felizmente, essa realidade pode estar mudando, conforme aponta um estudo obtido com exclusividade pela EXAME.

Uma pesquisa feita com 268 investidores entrevistados durante os meses de maio e junho deste ano pela Anjos do Brasil, organização que fomentar no país a prática do investimento-anjo, mostra que o volume desse tipo investimento em startups nunca foi tão alto no país. O investimento-anjo é aquele realizado no começo da operação de uma startup e que geralmente é de apenas alguns milhares de reais.

O valor aportado por investidores-anjo no Brasil mais do que dobrou na última década, passando de 450 milhões reais para pouco mais de 1 bilhão ao fim de 2019. Para este ano, espera-se uma queda de 10% no valor total, por conta da pandemia do novo coronavírus que fez com que os investidores fiquem mais receosos. Entre 2018 e 2019, essa cifra subiu 9%.

O valor médio investido também cresceu, passando de 85 mil reais em 2011 para 129 mil reais ao fim de 2019, alta de 44%. Em relação ao ano passado, o crescimento é bem mais tímido, de 2,3%. “Para que existam mais startups e para que elas sejam mais maduras, é preciso aumentar a pirâmide”, diz Cassio Spina, fundador da Anjos do Brasil. “Isso começa pela base.”

Se cruzados com dados de um estudo da consultoria Transactional Track Records (TTR), que calcula o valor dos investimentos que startups brasileiras receberam desde 2015, o investimento-anjo de 1 bilhão de reais realizado em 2019 já representa quase 11% do valor do total aportado em startups brasileiras no ano passado, contabilizando todos os tipos de investimento, feitos por investidores brasileiros ou não.

De acordo com a TTR, o valor investido em startups brasileiras cresceu mais de 8 vezes entre 2015 e 2019, passando de 1,1 bilhão de reais para 9,7 bilhões no período de cinco anos. O estudo contabiliza todos os investimentos em startups brasileiras, independentemente do país de origem do fundo investidor. Isto é, somando os valores aportados em rodadas feitas apenas por fundos brasileiros, apenas por fundos estrangeiros ou aquelas em que há tanto investidores estrangeiros quando nacionais (chamado de cross-border inbound).

O aumento do valor total e valor médio investido em startups acompanha o crescimento do número de investidores-anjo no Brasil. O país terminou 2019 com 8.220 investidores classificados nesta categoria, 6% a mais do que o registrado em 2018. Desde o começo da década, quando eram 5.300 investidores, este número já saltou 55%.

Ao mesmo tempo que o Brasil ganha mais investidores, o número de startups no país aumenta. De acordo com a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), o Brasil terminou 2019 com 12.655 empresas nesta categoria, 26,5% a mais do que em 2018. Na comparação com 2015, os resultados são ainda melhores. Naquele ano eram 4.151 startups. Ou seja, o número triplicou nos últimos cinco anos.

Mas há um problema: a quantidade de investidores e de investimentos não está aumentando na mesma proporção em que crescem o número de startups no país. Por esta razão, pode não haver dinheiro para todo mundo. E nesta disputa, startups que já contam com negócios mais consolidados tendem a sair na frente.

Fonte: Exame

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O Facebook não morreu

O Facebook não morreu

Artigo: Viralizze

O Facebook morreu? Para os sócios da Viralizze Multimidia, Marco Antonio Benedet e João Paulo Beckenkamp, a realidade, ao menos no Brasil, mostra exatamente o contrário: “a primeira rede social criada por Mark Zuckerberg foi a mais acessada no país durante o mês de abril, com 120 milhões de usuários ativos”, explica Marco Antonio. Os dados são de um estudo divulgado pelo Cuponation, que revelou: levando em consideração algumas nações do mundo, o Facebook ainda está no topo das escolhas.

João Paulo, que cuida do atendimento ao cliente na Viralizze, lembra que as empresas, especialmente as que já estão há mais tempo trabalhando com redes sociais, reconhecem o valor do Facebook: “o engajamento continua alto, ainda existem muitas oportunidades dentro da rede, só é preciso conhecer as mudanças mais recentes e criar conteúdos relevantes, boas artes e investir certo”.

A dica da Viralizze é: estude seu público, construa conteúdo diferente para cada rede, tenha em mente seus objetivos e invista quando for realmente necessário e com foco definido. “Com essas diretrizes, é quase impossível não alcançar resultados”, enfatiza Marco Antonio.

Sobre a Viralizze Multimidia

Com clientes em 9 estados brasileiros, na Califórnia e na Flórida, nos Estado Unidos, além de Portugal e Itália, a empresa, nascida em Florianópolis, oferece soluções em marketing para pequenos e médios negócios, dando a eles grandes oportunidades por um valor justo. Entre os clientes atuais da agência, hoje, estão nomes como Barbearia VIP, Canto do Sabor, Canto Joaquina, Academia X-One, Cine Café Creperia, Churrasquim Floripa, Restaurante Paixão de Verão, CD’Avila, Pressmanager, SINO, Desconfie Já e Florida Upholstery. A Viralizze conta, hoje, com um time de seis profissionais, tem mais de 8 anos de atuação e cresceu 85% no ano passado. Mesmo com a crise ampliada pela pandemia, deve crescer cerca de 50% ainda em 2020

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