Inteligência artificial de startup ajuda fruticultores no manejo do pomar

Inteligência artificial de startup ajuda fruticultores no manejo do pomar

O futuro tecnológico no agronegócio, que há alguns anos parecia ser algo tão distante, chegou e já é uma realidade dentro das fazendas. Com a tecnologia LeafSense, por exemplo, os fruticultores têm à disposição sensores e inteligência artificial para ajudar no manejo das culturas. Ela foi desenvolvida pela startup Adroit Robotics, e reúne informações detalhadas de produtividade e saúde dos pomares, analisando plantas e frutos um a um, de forma totalmente automatizada.

O diretor de tecnologia da empresa, Angelo Gurzoni Jr, explica que os sensores geram imagens de altíssima resolução que são enviadas para algoritmos que analisam tudo de forma individual, em detalhes. “A tecnologia LeafSense traz uma visão abrangente do pomar. Quantidade de frutos, curvas de maturação (maduros ou verdes), diâmetros e taxa de queda no chão são apresentadas juntamente com informações sobre as plantas, como número de árvores ausentes e replantios, cubicagem (volumetria), altura das copas e presença de cipós e daninhas. O fruticultor também conta com acesso às imagens de alta resolução do pomar, georreferenciadas, atuais e históricas”, detalha.

Além disso, a LeafSense, com todos esses indicadores, também pode ser apresentada como linhas de evolução temporal, permitindo o acompanhamento das ações de manejo. É possível também visualizar comparativos dos indicadores entre diferentes datas, setores, variedades e outros aspectos do pomar, e até entre fazendas.

Cada pomar monitorado pela tecnologia contribui para o aumento contínuo da base de conhecimento do sistema. Segundo Gurzoni Jr, na citricultura, os próximos passos serão a combinação dos modelos de produtividade com as condições climáticas e o histórico de manejo do pomar. “Assim será possível fazermos recomendações de aumento de produtividade, bem como o constante refinamento dos modelos de detecção de pragas, doenças e deficiências nutricionais”, conta.

Tecnologia para diversas culturas

Embora a tecnologia LeafSense tenha sido lançada com foco nos cítricos, foi projetada pensando também em cultivos como café, uva, maçã e manga. A empresa já iniciou experimentos em outras culturas e em breve deve apresentar versões que poderão ajudar outros fruticultores a ampliarem seus ganhos. “Com essa ferramenta será possível definir o ponto ideal da colheita, uma necessidade de muitos produtores de frutas. Através do acompanhamento do estágio de maturação, quantidade e calibre dos frutos, eles poderão atender aos critérios de tamanho e aparência das redes varejistas e também otimizar os custos de colheita”, diz Gurzoni Jr.

As informações fornecidas pela tecnologia possibilitam economia e racionalização da aplicação de insumos nas medidas e locais exatos. Estima-se uma redução que pode ultrapassar 20% no consumo de insumos com o uso dos mapas de produtividade da tecnologia, além de evitar que o solo seja saturado com nutrientes e agroquímicos.

Pragas e doenças afetam bastante os produtores de frutas, e em especial os de cítricos em climas quentes. O monitoramento de sintomas de pragas e doenças permite um complemento muito mais frequente e objetivo às inspeções convencionais e o mapeamento dos sintomas permite definir estratégias amplas e consistentes.

Parceria de sucesso

Desde o início do desenvolvimento da tecnologia, os fundadores da empresa contaram com o apoio, incentivo e sugestões do engenheiro agrônomo, Rubens Stamato, da SJS Campo Consultoria Agrícola. Ele conta que incentivou os então pesquisadores a olharem com atenção para a citricultura, onde havia viabilidade e necessidade de novas tecnologias. “Acreditei desde o início no potencial da tecnologia, cheguei a participar de experimentos, montando sensores em minha própria caminhonete para coleta de dados”, conta.

Iniciou-se assim a parceria com o consultor, que hoje recomenda e ajuda seus clientes a utilizar o LeafSense. “Inclusive uma ideia deles era de fazer um robô automotriz que carregasse os sensores pelos pomares“, relembra Stamato. A ideia acabou evoluindo para os atuais sensores montados em tratores, que permitem amostragem frequente do pomar.

Ganhando mercado

A ferramenta da Adroit Robotics já está sendo utilizada em diversas fazendas no Estado de São Paulo. “Para aqueles produtores que apresentamos o equipamento, a reação foi bem positiva e ficaram bastante impressionados. Gostaram bastante das informações que podem ser geradas”, destaca o consultor da SJS.

Ainda segundo Stamato, que atende produtores nas regiões de Paranapanema, Botucatu e Sorocaba, alguns deles que já começaram a utilizar a LeafSense, têm feito uma avaliação muito positiva principalmente pela contagem da quantidade de frutas. “Na citricultura, este hoje é um gargalo na hora de negociar a safra. Não tem como ter um número exato na mão. É difícil, por mais que a gente conheça e saiba calcular a estimativa de produção, nunca é algo preciso. Então essa tecnologia ajuda muito”, finaliza ele.

Sobre – A Adroit Robotics foi criada com o objetivo de reinventar o monitoramento dos pomares. A empresa desenvolveu a tecnologia LeafSense, que combina Inteligência artificial e sensores inteligentes, para possibilitar a Agricultura de Precisão na fruticultura, otimizando a produtividade e reduzindo custos. Mais informações: https://adroitrobotics.com.

O Google agora deixa você cantar para encontrar aquela música que grudou na sua cabeça

O Google agora deixa você cantar para encontrar aquela música que grudou na sua cabeça

“Qual é aquela música que vai laaaa, laaa, la la la la laaa?” 

Se você já se pegou fazendo essa pergunta – e acho que é a maioria de nós, em algum momento ou outro – o Google tem um novo recurso para ajudar. 

Agora, os usuários de iOS e Android podem encontrar uma música simplesmente cantarolando a melodia relevante no Google app ou no widget Pesquisa. 

Basta tocar no ícone do microfone e dizer “que música é esta?” e comece a cantarolar por 10-15 segundos. Não precisa estar no ritmo certo ou tom – a tecnologia é capaz detectar os elementos necessários e entregar o nome da música e cantor ou banda. Para acionar, basta acessar a aba “Que música é essa que aparece no momento em que o dispositivo identifica um som. 

O Google mostrará as opções mais prováveis com base em suas melodias. 

O serviço também funciona com o Google Assistente, embora não esteja claro se está disponível em outros serviços da empresa. 

O recurso vem como parte de uma série de atualizações de IA introduzidas na Pesquisa Google hoje. Você pode ler mais sobre isso na postagem do blog do Google  aqui . 

A novidade é apenas para dispositivos móveis no idioma inglês no iOS – já no Android, ele pode ser acessado em outros 20 idiomas. 

A má notícia é que a novidade ainda não parece estar disponível em português. 

O maior centro de pesquisa em inteligência artificial do país

O maior centro de pesquisa em inteligência artificial do país

Está em São Paulo, mais precisamente na Universidade de São Paulo (USP), o maior centro de pesquisa em inteligência artificial (IA). O  Center for Artificial Intelligence – “C4AI”, foi aprovado no ano passado, em um acordo que terá 10 anos de duração e receberá até US$ 2 milhões em financiamentos: US$ 500 reservados por IBM e FAPESP, cada, e até US$ 1 milhão por parte da USP que foi aplicado em instalações físicas, laboratórios, professores, técnicos e administradores para gerir o Centro. 

Focado na pesquisa em saúde, agronegócio, meio ambiente, futuro do trabalho, bem-estar humano, diversidade e desenvolvimento da PNL (Processamento de linguagem natural) em português. O investimento no centro deve chegar a US$ 20 milhões na próxima década. O C4AI é o primeiro centro da América Latina que fará parte do IBM IA Horizons Network (IAHN), iniciativa criada em 2016 para promover a integração e a colaboração entre as principais universidades do mundo, estudantes e pesquisadores da IBM comprometidos em acelerar a aplicação de IA. 

Sua localização principal é no campus da USP em São Paulo, embora uma segunda instalação esteja planejada no Instituto de Ciências Matemáticas e da Computação do campus da USP em São Carlos. 

O governo do Brasil divulgou planos para desenvolver uma estratégia nacional de IA em dezembro e 2019, à medida que busca competir e atender à necessidade mundial de liderança, tecnologias e ética aplicada em IA. 

Para conhecer mais: http://c4ai.inova.usp.br/pt/home-2/

A era dos robôs contadores

A era dos robôs contadores

Prestes a completar cinco anos, a ROIT, accountech especializada no atendimento a empresas optantes pelo regime tributário do Lucro Real, dará novos passos em 2021.

Com sede em Curitiba e clientes em todo o Brasil, a fintech de contabilidade projeta um faturamento de R$ 45 milhões, em 2021, ano em que começa a implantar sua solução inovadora, inédita e disruptiva para a gestão contábil, fiscal e financeira de médias e grandes empresas no Brasil e também no exterior. A ROIT também prevê atingir, até 2023, o valor de mercado de U$ 1 bilhão: marca que caracteriza a empresa como Unicórnio

Quem adianta é o próprio fundador e CEO da ROIT, Lucas Ribeiro, que explica que isso é fruto da consolidação de dois produtos – o ROIT Bank (para gestão contábil e financeira das organizações) e o ROIT People (para gestão de recursos humanos) – e da abertura de sua tecnologia ao mercado contábil, possibilitando que outros escritórios, de grande porte, também possam revolucionar seus mercados locais, de médias e grandes empresas, utilizando a Inteligência Artificial.

Os números dos robôs da ROIT impressionam: estão perto dos dois bilhões de cenários tributários gerados com Inteligência Artificial e mais de oito milhões de lançamentos contábeis feitos de maneira automática, com 98% de acuracidade. Cabe destacar que a ROIT inverteu o processo contábil clássico das empresas, o que é altamente inovador e só é viável graças à inteligência artificial e ao uso da robotização, RPA (robotic process automation).

Os resultados alcançados pela ROIT vêm de investimentos constantes em tecnologia, observa o executivo. Nas equipes de desenvolvimento de soluções tecnológicas, o quadro de pessoal praticamente triplicou em menos de um ano, sublinha Lucas Ribeiro. “Cresceu muito: saímos de 22 pessoas no time de desenvolvimento, em 2019, para mais de 70, em 2020”. Parte atua presencialmente, porém a maioria segue em home office. Além disso, e apesar da crise socioeconômica decorrente da pandemia de Covid-19, a empresa mantém um quadro com mais de 150 colaboradores e 30 vagas para profissionais altamente capacitados na área de tecnologia da informação (TI), sem possuir fundos de investimento, tudo com capital e giro do próprio negócio.

ROIT BANK E ROIT PEOPLE

Frutos do investimento constante em robotização e inteligência artificial são os produtos ROIT Bank e ROIT People – que representam novas frentes de atuação da ROIT e a caracterizam como accountech. São soluções que vão ao encontro de uma tendência que Lucas Ribeiro vem antecipando há um tempo: a de que escritórios e profissionais contábeis, devem atuar cada vez mais como gestores financeiros, estratégicos e de recursos humanos nas empresas, e não apenas como meros executores de processamentos contábeis.

“O ROIT Bank funciona como um ‘banco que contabiliza’. O ROIT People cuida da gestão e relacionamento com os recursos humanos da organização”, ilustra Ribeiro. Com isso, ele assinala que as empresas passam a se dedicar ao planejamento e decisões estratégicas a partir de números confiáveis e diários, e não mais a partir de uma contabilidade “espelho retrovisor”, arcaica, atrasada e ineficiente.

TRAJETÓRIA

Por fim, Lucas Ribeiro destaca a trajetória da ROIT neste primeiro meio decênio de vida. Estreando como “Especialista em Lucro Real” em 2016, com apenas 12 pessoas e em um ano de grave conturbação política e econômica no país, no exercício seguinte a empresa mudou para uma sede maior, ao expandir seu portfólio de clientes e sua equipe, passando de 70 pessoas.

Em 2018, atuou decisivamente nas discussões em torno de propostas de reforma tributária, abriu nova unidade em Brasília, iniciou o desenvolvimento próprio de soluções tecnológicas altamente inovadoras, com Inteligência Artificial e RPA, passando da marca de 100 colaboradores.

Em 2020, a ROIT se reposicionou no mercado, constituindo-se em uma accountech – isto é, desenvolvedora e fornecedora de soluções tecnológicas e altamente inovadoras, de serviços contábeis, fiscais, financeiros e de folha.

O Google agora deixa você cantar para encontrar aquela música que grudou na sua cabeça

O Google agora deixa você cantar para encontrar aquela música que grudou na sua cabeça

“Qual é aquela música que vai laaaa, laaa, la la la la laaa?” 

Se você já se pegou fazendo essa pergunta – e acho que é a maioria de nós, em algum momento ou outro – o Google tem um novo recurso para ajudar. 

Agora, os usuários de iOS e Android podem encontrar uma música simplesmente cantarolando a melodia relevante no Google app ou no widget Pesquisa. 

Basta tocar no ícone do microfone e dizer “que música é esta?” e comece a cantarolar por 10-15 segundos. Nenhuma letra, nome do artista ou qualquer outra coisa necessária – apenas não ser totalmente surdo, presumivelmente. 

O Google mostrará as opções mais prováveis com base em suas melodias. 

O serviço também funciona com o Google Assistente, embora não esteja claro se está disponível em outros serviços da empresa. 

O recurso vem como parte de uma série de atualizações de IA introduzidas na Pesquisa Google hoje. Você pode ler mais sobre isso na postagem do blog do Google  aqui . 

Tradução https://thenextweb.com/plugged/2020/10/15/google-now-lets-you-hum-to-find-that-song-stuck-in-your-head/

NVIDIA Enterprise cria supercomputador mais potente do Reino Unido, dedicado a pesquisa na área da saúde com IA

NVIDIA Enterprise cria supercomputador mais potente do Reino Unido, dedicado a pesquisa na área da saúde com IA

A NVIDIA Enterprise anuncia que está criando o supercomputador mais potente do Reino Unido, que será disponibilizado a pesquisadores locais da área da saúde que estão usando IA para resolver desafios médicos urgentes.

Com lançamento previsto para o final de 2020, o supercomputador Cambridge-1 terá um sistema NVIDIA DGX SuperPOD capaz de oferecer um desempenho de mais de 400 petaflops em tarefas de IA e 8 petaflops de desempenho no benchmark Linpack, o que garantiria a ele o 29º lugar na lista TOP500 mais atual de supercomputadores mais potentes do mundo. Ele também será um dos três supercomputadores com maior eficiência energética do mundo na lista GREEN500 atual.

Algumas das primeiras empresas farmacêuticas a usar o sistema para realizar pesquisas serão a GSK e a AstraZeneca. Os pesquisadores da Guy’s and St Thomas’s NHS Foundation Trust, da King’s College of London e da Oxford Nanopore, também pretendem aproveitar o Cambridge-1.

“É preciso ter recursos de computação extremamente potentes para aproveitar o potencial da IA e conseguir enfrentar os desafios mais urgentes da área da saúde”, afirma Jensen Huang, fundador e CEO da NVIDIA, em seu keynote na GPU Technology Conference. “O supercomputador Cambridge-1 funcionará como um hub de inovação para o Reino Unido, oferecendo aos maiores pesquisadores do país a possibilidade de realizar estudos que beneficiem a vida de milhões de pessoas.”

O Cambridge-1 é o primeiro passo para criar o centro de excelência em IA de Cambridge, anunciado pela NVIDIA no mês passado, que funcionará como um hub de colaboração para pesquisadores, cientistas e startups de IA de todo o Reino Unido. À medida que esses planos se desenvolvem, Cambridge-1 se tornará parte desse Centro de Excelência, que se expandirá para incluir mais supercomputadores e oferecer suporte a mais indústrias em todo o Reino Unido.

Foco em quatro áreas principais

O objetivo do sistema é apoiar e oferecer ainda mais recursos para o ecossistema de pesquisadores de saúde e ciências biomédicas, que se tornou um epicentro de pesquisas e descobertas transformadoras na área da saúde. O foco será em quatro áreas principais:

  • Pesquisa colaborativa do setor— será possível solucionar problemas da área da saúde e ciência de dados de grande escala, que não poderiam ser resolvidos devido a seu tamanho, gerando melhores resultados para os pacientes, taxas de sucesso mais altas e redução nos custos gerais da área da saúde.
  • Tempo de computação concedido pela universidade — o acesso ao tempo das GPUs NVIDIA será oferecido como um recurso para estudos específicos que contribuem para a procura de curas.
  • Apoio a startups de IA — a NVIDIA oferecerá oportunidades para aprender e colaborar com startups a fim de contribuir para a próxima geração e garantir acesso antecipado a ferramentas de IA.
  • Ensino a futuros profissionais de IA — o sistema funcionará como um centro para pesquisadores de todo o mundo e trará a oportunidade de oferecer experiências práticas para a próxima geração.

Supercomputador de IA Cambridge-1

O Cambridge-1 será o primeiro supercomputador da NVIDIA projetado e desenvolvido para ser acessado por pesquisadores externos. Com a tecnologia de 80 sistemas NVIDIA DGX A100 conectados pela rede NVIDIA Mellanox InfiniBand, ele oferecerá aos pesquisadores, alunos e professores universitários a capacidade de lidar tranquilamente com algumas das cargas de trabalho de treinamento, inferência e ciência de dados de IA mais desafiadoras em escala. Enquanto os supercomputadores tradicionais podem levar anos para serem implementados, a arquitetura modular DGX SuperPOD permite que o sistema seja instalado e comece a funcionar em algumas semanas. A NVIDIA investirá cerca de £40 milhões (US$ 51,7 milhões) no Cambridge-1. 

NVIDIA Clara para descoberta de medicamentos

A NVIDIA ajudará os pesquisadores a aproveitar as vantagens do  NVIDIA Clara Discovery™, um conjunto de ferramentas de última geração otimizado para NVIDIA DGX™ que reúne o poder da imagem, radiologia e genômica para desenvolver aplicativos de IA para as maiores tarefas computacionais de saúde.

Ele apresenta modelos de IA pré-treinados e estruturas específicas de aplicativos para ajudar os pesquisadores a definir a próxima geração de processos de descoberta de medicamentos, desde encontrar alvos até construir compostos e desenvolver respostas.

Usando uma inovação recente no processamento de linguagem conversacional, os pesquisadores agora podem aproveitar os modelos de linguagem específicos da biomedicina para organizar, compreender e ativar grandes conjuntos de dados, pesquisar literatura e classificar documentos ou patentes sobre tratamentos existentes e outros dados importantes do mundo real.

Desenvolvendo a pesquisa na área da saúde com os líderes do Reino Unido

As principais empresas farmacêuticas, startups, pesquisadores e membros da educação pretendem usar o Cambridge-1 para realizar projetos individuais e conjuntos que ampliam os horizontes da ciência, contribuindo para o melhor atendimento ao paciente, diagnósticos mais precisos e a disponibilização de medicamentos e vacinas fundamentais em todo o mundo. Cada uma delas tem uma visão da área da saúde moderna e a IA ajudará a realizar avanços maiores em relação aos protocolos e práticas existentes.

Dr. Hal Barron, diretor científico e presidente de pesquisa e desenvolvimento da GSK: “A IA e o machine learning são como um novo microscópio que ajudará os cientistas a ver as coisas que não conseguiam ver antes. Com o investimento da NVIDIA em computação, e a potência do deep learning, poderemos solucionar alguns dos maiores desafios do setor de ciências biomédicas e oferecer medicamentos e vacinas transformadores para os pacientes. Juntamente com o novo laboratório de IA da GSK em Londres, fico feliz em ver que essas tecnologias avançadas estejam disponíveis para ajudar os cientistas extraordinários do Reino Unido.”

James Weatherall, Ph.D., chefe de ciência de dados e IA da AstraZeneca: “O uso de big data, supercomputação e inteligência artificial têm o potencial de transformar a pesquisa e o desenvolvimento; desde a identificação do alvo, até a pesquisa clínica e todo o caminho até o lançamento de novos medicamentos.”

Sebastien Ourselin, diretor da Escola de Engenharia Biomédica e Imagiologia da King’s College London:  “Graças aos recentes avanços em IA, é possível usar modelos cada vez mais poderosos para realizar tarefas complexas, como o reconhecimento de imagens e a compreensão de linguagem conversacional. Esses modelos oferecem um desempenho incrível com uma capacidade de computação imensa, reunindo milhões de GPUs por modelo. Com essa parceria, pela primeira vez, uma capacidade de computação dessa escala será disponibilizada para pesquisas na área da saúde, o que será transformador para o setor e para o tratamento dos pacientes.”

Ian Abbs, diretor executivo e diretor médico da Guy’s and St Thomas’ NHS Foundation Trust: “Para a IA ser implementada em escala no atendimento ao paciente, a precisão, a potência e a segurança são de extrema importância. Precisamos garantir que os pesquisadores de IA tenham acesso aos maiores e mais amplos conjuntos de dados que o NHS tem a oferecer, nossa experiência clínica e a infraestrutura computacional necessária para entender os dados. Essa abordagem é necessária e a única forma ética de usar a IA na área da saúde. IA mais avançada significa melhor cuidado para nossos pacientes.”

Gordon Sanghera, CEO da Oxford Nanopore Technologies: “Com a IA compacta, é possível realizar o sequenciamento em tempo real na palma da mão, e os supercomputadores de IA estão possibilitando novas descobertas científicas em conjuntos de dados genômicos de grande escala. Essas inovações impressionantes na análise de dados contribuem para diversas pesquisas científicas importantes e interessantes no Reino Unido e nos ajudam, principalmente, a cumprir o objetivo de disponibilizar a análise genômica a todos e em qualquer lugar.”

Matt Hancock, Secretário de Estado de Saúde e Assistência Social: “O anúncio da NVIDIA é um momento empolgante para o setor de saúde líder mundial na região e um tremendo voto de confiança no Reino Unido como um centro internacional de pesquisa, IA e inovação. Acelerar a descoberta de medicamentos nunca foi tão importante e são investimentos como esses que podem fazer uma grande diferença em nossa luta contra inúmeras doenças. Preocupo-me com tecnologia porque me importo com as pessoas e o novo supercomputador da NVIDIA ajudará os melhores e mais brilhantes do Reino Unido a realizarem pesquisas que salvarão vidas.”

Sobre a NVIDIA

Com a invenção da GPU pela NVIDIA (NASDAQ: NVDA), em 1999, redefinimos os gráficos de computadores modernos e revolucionamos a computação paralela. Mais recentemente, o deep learning com base em GPU deu início à inteligência artificial moderna — a próxima era da computação — com a GPU atuando como o cérebro dos computadores, robôs e carros autônomos que podem perceber e compreender o mundo. Saiba mais em http://nvidianews.nvidia.com/

×

Olá!

Clique em um de nossos representantes abaixo para bater um papo no WhatsApp ou envie um e-mail para contato@tempodeinovacao.com.br

× Como posso te ajudar?