Plataforma espanhola conecta pessoas que queiram trabalhar remotamente em cidades do interior

Plataforma espanhola conecta pessoas que queiram trabalhar remotamente em cidades do interior

Como a pandemia levou as pessoas a pensarem em se mudar das cidades, um coletivo criativo espanhol criou uma plataforma para conectar esses habitantes urbanos com pequenas cidades e vilas em todo o país. 
 
Nos últimos 50 anos, as regiões rurais da Espanha perderam 28% de sua população e há um perigo real de extinção de cidades e vilas. Quando a população diminui tão drasticamente como em algumas partes da Espanha, os residentes restantes enfrentam acesso limitado a serviços e infraestrutura. Enquanto isso, para muitos empregadores e funcionários, 2020 demonstrou que o trabalho remoto pode ser possível e produtivo. Visto que as caras moradias urbanas costumam ser muito apertadas para trabalhar em casa, o interesse em ir para áreas suburbanas e rurais está crescendo. 
 
Que é onde Vente a vivir a un pueblo chega. A plataforma, que foi lançada no quarto trimestre de 2020, apresenta 42 vilas e vilas rurais que oferecem moradia mais barata e um ritmo de vida mais lento do que as cidades, e estão ansiosas para receber novos residentes. Os usuários podem filtrar pelo tipo de conexão à Internet que oferecem, população, serviços de saúde disponíveis, distância de uma cidade, etc. Cada vila ou vila é apresentada em um vídeo também, destacando seus arredores, instalações, oportunidades de emprego e preços de habitação. 
 
A Espanha não é o único país que enfrenta uma diminuição da população rural após décadas de migração econômica do campo para as cidades.   

Fonte: Trendwatching  

Empresa cria Centro de inovação de culinária vegetariana

Empresa cria Centro de inovação de culinária vegetariana

Em Xangai, na China a empresa de tecnologia de alimentos Eat Just irá abriu o Future Food Studio: um centro de inovação culinária totalmente baseado em vegetais. Eat Just, o criador do Just Egg (um substituto do ovo vegano), recrutou os melhores chefs de Xangai para dar aulas de culinária que usam seu produto. O Future Food Studio também lançou um miniprograma WeChat, que os consumidores podem usar para se inscrever em aulas (com algumas aulas gratuitas disponíveis).  

Alternativas de produtos de origem animal estavam permeando a dieta dos consumidores muito antes da pandemia. Mas hoje, é claro, as pessoas estão priorizando sua saúde e higiene mais do que nunca. O que significa que o movimento pela redução da carne – que enfatiza a sustentabilidade, ingredientes naturais e não está exposto aos vírus encontrados na carne criada em criação industrial - apenas se intensificou. Daí as alternativas veganas sendo adotadas em todas as camadas do mercado; desde Harwood Arms, com estrela Michelin, em Londres, embrulhando seu ovo escocês em bacon vegan, até o mercado de massa KFC, estreando frango frito à base de vegetais na China. E a própria Eat Just informa que suas vendas de ovos veganos aumentaram 40% somente na China desde o início da pandemia.  

Mas vamos diminuir o zoom por um momento. As percepções que podemos extrair do Future Food Studio vão além da simples adoção de vegan / carne alternativa. Além disso, se conecta a algo muito mais profundo: como a pandemia está levando os consumidores a aproveitar ‘esse tempo’ para se aprimorar, desenvolver hábitos melhores e marcar objetivos da lista de desejos. Alguns exemplos?  

64% dos consumidores em todo o mundo agora estão fazendo esforços combinados para limitar o desperdício de alimentos e  47% estão aprendendo novas habilidades que incluem (entre 58% das pessoas pesquisadas em todo o mundo) testar novos métodos ou receitas culinárias – um comportamento do Future Food O Studio está entrando diretamente em contato com suas classes.  

Fonte: Trendwatching  

Conheça 6 tecnologias que surgiram ou se popularizaram em tempos difíceis

Conheça 6 tecnologias que surgiram ou se popularizaram em tempos difíceis

A necessidade é a mãe da invenção. Este famoso provérbio é tão relevante hoje quanto era durante a Grécia Antiga. A história nos mostra que momentos difíceis, como guerras, crises financeiras e epidemias, foram catalisadores para a criação ou o aperfeiçoamento de tecnologias, soluções e negócios que mudaram profundamente nossa maneira de viver. “Tempos de necessidade têm o poder de unir esforços e grandes mentes em prol de um objetivo maior que leve a dias melhores”, comenta a diretora de marketing da Zebra Technologies no Brasil, Shirley Klein. Ela também lembra de soluções como o rádio e o computador, que foram usadas inicialmente para ganhar guerras, mas acabaram se transformando e trazendo benefícios para a população em tempos de paz.

Contudo, essas não foram as únicas tecnologias que surgiram em momentos complicados e ofereceram benefícios prolongados e significativos para a população em massa. Confira outras invenções que nasceram durante crises e que se tornaram essenciais em nossas vidas diárias:

  1. Prensa

A Peste Negra, que assolou a Europa na Idade Média, pode ter sido o combustível por trás da invenção da prensa e dos tipos móveis que, em última instância, foram responsáveis pela criação da imprensa e da difusão de conhecimento em massa. Com a morte e a doença de monges copistas, Gutenberg viu a necessidade de encontrar outra maneira de transcrever textos. Sua invenção nada mais foi do que o protótipo da primeira impressora. Atualmente, a solução está presente em todos os escritórios, lojas e em boa parte dos lares. Ela é essencial para uma operação otimizada em setores como indústria, varejo, saúde e logística. Modelos corporativos dos dias de hoje são móveis e podem ser carregados em cintos, deixando equipes com as mãos livres para imprimir notas fiscais e etiquetas de identificação com códigos de barra ou RFID, por exemplo.

  1. Rádio e GPS

Apesar da primeira transmissão de rádio ter acontecido no século 19, a radiodifusão só chegou ao grande público após a Primeira Guerra, quando uma empresa que fabricava aparelhos para a comunicação das tropas se viu com estoques encalhados. Já o GPS, que nos ajuda a chegar do ponto A ao ponto B mesmo em cidades onde nunca havíamos pisado, foi desenvolvido a partir de tecnologias de rádio usadas na Segunda Guerra. Desde então, o GPS evoluiu para facilitar também novos tipos de soluções de localização que são usadas em fábricas, lojas, depósitos e hospitais com o objetivo de localizar pessoas, produtos e equipamentos. É por causa das tecnologias de GPS e rádio que, atualmente, temos acesso a dados em tempo real que tornam operações mais eficientes, especialmente em tempos de crise e mudanças – como a atual pandemia de COVID-19.

  1. Computadores

Os primeiros passos para a invenção dos computadores que conhecemos hoje foram dados durante a Segunda Guerra. O matemático Alan Turing, considerado o pai da computação, ajudou os britânicos a decifrarem códigos nazistas com a Máquina de Turing, que foi essencial para a criação do computador moderno. Menos de cem anos depois, nosso mundo gira em torno dos computadores, que ficaram móveis graças aos tablets e smartphones, essenciais não apenas em nossas vidas pessoais, mas para negócios do mundo inteiro.

  1. Rastreamento/RFID

A tecnologia de rastreamento, que permite aos negócios acompanhar a localização de pedidos ao longo de toda a cadeia de suprimentos – da fábrica ao centro de distribuição e depois até as lojas ou as casas dos clientes – surgiu durante a Guerra Fria, quando o governo americano viu a necessidade da criação de um sistema para rastrear material nuclear. Atualmente, o rastreamento por meio de códigos RFID é essencial não apenas para a operação de lojas online, mas para o funcionamento de qualquer setor que precise saber, em tempo real, a localização de produtos, insumos ou equipamentos – estejam eles parados ou em trânsito, dentro de uma unidade ou já na rua. As tecnologias de rastreamento também se tornaram essenciais para capturar informações relacionadas à segurança, como a distribuição de lotes ou a origem de itens como alimentos, produtos farmacêuticos e médicos. O RFID também se provou vital para a saúde no que se refere à identificação e localização do paciente, eficiência do fluxo de trabalho clínico, administração segura de medicamentos e  de tratamentos e gerenciamento de ativos e suprimentos.

  1. Wi-Fi e Bluetooth

A tecnologia de transmissão de sinais de rádio que deu origem ao Wi-Fi e ao Bluetooth foi inventada pela atriz Hedy Lamarr, durante os primeiros anos da Segunda Guerra Mundial, com o objetivo de impedir navios inimigos de interferir nos sinais de torpedos. Hoje em dia, as soluções são amplamente usadas ao redor do mundo e permitem a conexão à internet e a outros devices, incluindo dispositivos mais tradicionais de produtividade e comunicação – smartphones, fones de ouvido, impressoras, computadores – e itens tradicionalmente “off-line”, como geladeiras, utensílios de cozinha e aquecedores de água. Em uma pandemia, as soluções que combinam Wi-Fi e Bluetooth podem ser usadas para manter o distanciamento social em fábricas, depósitos, escritórios e lojas. Elas possibilitam o gerenciamento remoto de devices como impressoras e computadores móveis, além de facilitar a comunicação e a colaboração por voz, mantendo a equipe distante.

  1. Economia compartilhada

A chamada economia compartilhada, de aplicativos como Uber e Airbnb, surgiu após a crise econômica de 2008, que levou muitas pessoas a repensarem o modo de ganhar e de gastar dinheiro diante de um cenário de recessão e de tecnologias em ebulição. Atualmente, a Uber vale US$ 82 bilhões e o Airbnb, US$ 31 bilhões. Além disso, as duas empresas abriram caminho para dezenas de outros negócios baseados no “compartilhamento”.

“Como sociedade, estamos passando por um momento muito difícil, mas, se a história nos ensinou alguma coisa, é que podemos esperar grandes invenções desse período. Lembre-se de que a necessidade é a mãe da invenção”, comenta Klein. “Milhares de profissionais em todo o mundo estão trabalhando duro no desenvolvimento de vacinas e tecnologias que rastreiam a propagação do vírus. Outros estão criando formas criativas de fazer as tecnologias evoluirem para que possamos manter algum nível de ‘normalidade’ em nossas vidas pessoais e profissionais sem sacrificar nosso bem-estar”, completa.

SOBRE A ZEBRA

A Zebra (NASDAQ: ZBRA) empodera a linha de base de negócios em setores diversos como varejo/comércio eletrônico, manufatura, transporte e logística, saúde e outras indústrias para que elas alcancem vantagens competitivas. Com mais de 10.000 parceiros distribuidores em 100 países, oferecemos soluções sob medida para toda a cadeia, conectando pessoas, ativos e dados de forma inteligente para ajudar nossos clientes a tomar decisões de negócio relevantes. Nossas soluções são líderes no mercado e elevam a experiência de compra: rastreiam e gerenciam estoques, bem como otimizam a eficiência da cadeia de suprimentos e o atendimento ao paciente, por exemplo. Classificada entre as melhores empresas empregadoras nos Estados Unidos nos últimos quatro anos, a Zebra ajuda seus clientes a aproveitar sua vantagem competitiva. Para mais informações, acesse www.zebra.com ou assine nossos alertas de notícias. Siga-nos no LinkedInTwitter e Facebook.

Geração Y é o novo público do mercado financeiro

Geração Y é o novo público do mercado financeiro

Conquistar a casa própria, investir em um negócio, viajar ou simplesmente ter dinheiro guardado para possíveis emergências são os principais motivos que levam as pessoas a começar a investir, segundo uma pesquisa realizada em setembro, pela Capital Research.

A casa de análises entrevistou virtualmente 43.152 investidores e potenciais investidores entre os dias 31 de agosto e 21 de setembro. Os resultados foram surpreendentes, a começar pelo público-alvo: a maioria dos participantes, 47%, têm entre 18 e 25 anos. Em seguida estão os adultos entre 26 e 30 anos, que correspondem a 13,75%.

Os números indicam que a Geração Y, em especial, está de olho na estabilidade financeira e disposta a explorar, cada vez mais, o mundo dos investimentos. As razões para isso são diversas: 67% dos entrevistados pretendem começar a investir para ter dinheiro guardado para possíveis emergências, 45% desejam viajar, 34% querem construir ou financiar um imóvel próprio e 28% desejam investir em um próprio negócio. As respostas incluíram ainda complementar a aposentadoria, comprar um automóvel e deixar dinheiro para os filhos ou investir no futuro deles.

O tema não é novo. Desde a antiguidade os seres humanos sabem da importância de poupar agora para ter no futuro, mas cada vez mais pessoas estão descobrindo que não basta guardar dinheiro, é preciso garantir uma certa lucratividade, nem que seja apenas para proteger-se da inflação. Na prática, isso se chama investimento e pode ser feito de diversas formas. O grande problema é que, no geral, as pessoas não sabem como investir. Segundo a pesquisa, 70% dos entrevistados investiriam mais se tivessem mais dinheiro, e 63% investiriam mais se tivessem mais conhecimento. Ou seja, no caso dos investimentos, não basta ter dinheiro. É preciso conhecer o mercado e fazer boas escolhas.

Felizmente, com o advento da internet, o acesso à informação hoje é simples e rápido e esse é um território já dominado pela Geração Y. O levantamento realizado pela Capital Research pesquisou as fontes mais utilizadas pelos entrevistados para buscar informações sobre investimentos e 89,31% das respostas incluía sites de notícias, 86,47% apontaram aplicativos de corretoras de investimentos, 86,31% apontaram casas de análises independentes e 83,98% dos entrevistados afirmaram se informar via canais de Youtube. Consultoria de investimentos, amigos e parentes, gerentes de banco e não buscar informações ao investir também foram opções. Entretanto, o que chama a atenção é o fato de que o mundo digital é o principal lugar de busca por informações.

Este resultado se repete quando o tema é como os entrevistados pretendem investir nos próximos 12 meses. Neste caso, investir pessoalmente no banco foi a opção menos citada, com apenas 53% das respostas. 91% dos entrevistados afirmaram que pretendem realizar seus aportes nos aplicativos de corretoras de investimentos, 88% apontaram os sites das corretoras de investimentos, 83% citaram os aplicativos dos bancos, 74% afirmaram preferir os sites dos bancos e 68% apontaram os clubes de investimentos.

Para finalizar, quando questionados sobre o grau de otimismo para o cenário econômico do Brasil nos próximos 12 meses, 43,08% dos entrevistados se consideram otimistas e acreditam que, de alguma forma, crises geram oportunidades, em acordo com as dicas dos especialistas da Capital Research que já apontaram boas oportunidades de investimento para os mais diversos perfis, desde os mais conservadores e que buscam baixo risco com rentabilidade constante, até os mais ousados, que preferem altas rentabilidades com riscos mais agressivos. Para todos os casos, é fundamental conhecer as vantagens e desvantagens de cada ativo e avaliar o que melhor se encaixa ao perfil de cada objetivo.

Newsletter: opção digital para buscar conhecimento
Visando educar financeiramente os atuais investidores e potenciais novos investidores, a Capital Research produz diariamente e de forma gratuita a Capital Now, uma newsletter com notícias e análises de assuntos que impactam diretamente o bolso das pessoas. Atualmente, o boletim já conta com mais de 80 mil assinantes.

De forma leve e bem humorada, a publicação é dividida em três seções. Na primeira, todo dia um especialista da Capital Research conversa com os assinantes sobre um ativo diferente:  ações, fundos de investimentos, renda fixa, fundos imobiliários e finanças pessoais, trazendo sempre a recomendação de um relatório inédito produzido pela casa de análises. Na segunda parte, os jornalistas da casa trazem uma seleção de notícias diárias e explicam seus desdobramentos e impactos na vida financeira dos leitores. Já na terceira seção, a newsletter oferece interatividade aos assinantes, respondendo dúvidas, promovendo desafios e recomendando filmes, livros e podcasts para quem quer se aprofundar ainda mais no assunto, além de realizar sorteio de prêmios periodicamente.

Para saber mais informações sobre a Capital Now e assinar o boletim, acesse: www.capitalresearch.com.br/now.

Sobre a Capital Research
A casa de análises Capital Research pertence ao grupo Red Ventures, que conta com um portfólio de empresas digitais nas indústrias de educação, saúde, home service e serviços financeiros. A startup foi fundada em outubro de 2019 com a missão de entregar conteúdo relevante de forma gratuita aos seus usuários e reforçou isso ao se tornar a primeira casa de análises 100% gratuita do Brasil, em junho de 2020. Na plataforma, os usuários encontram recomendações de investimentos de uma equipe de analistas certificados, tanto no formato de relatórios quanto por meio das carteiras de recomendação, como a Carteira Capital, a Carteira de Ações, a Carteira de Renda Fixa, a Carteira de Fundos Imobiliários e a Carteira de Fundos de Investimento. Além disso, a Capital Research disponibiliza um portfólio de tutoriais sobre investimentos no site e envia uma newsletter diária e exclusiva com as atualizações do mercado.

O Snapchat transformou Londres em um experimento de realidade aumentada

O Snapchat transformou Londres em um experimento de realidade aumentada

O sonho dos grafiteiros de todos os lugares agora é uma realidade – vândalos pintaram toda a Carnaby Street com tinta vermelha e azul. 
 
Felizmente, esse vandalismo é fácil de limpar e totalmente invisível. Hoje, o Snapchat lançou Lentes locais – um novo recurso que é um dos primeiros usos colaborativos e persistentes em grande escala da realidade aumentada. 

A tecnologia foi anunciada pela primeira vez em junho e prometia transformar bairros inteiros em telas digitais. Ele agora foi lançado em uma pequena área ao redor da Carnaby Street, em Londres. 

Esta primeira lente local é chamada de pintor da cidade. O conceito é simples – usando a câmera do aplicativo Snapchat para ver a Carnaby Street, o City Painter permite que você borrife grandes fontes de tinta vermelha e azul sobre as lojas de Carnaby, decorando os tijolos com murais de grafite predefinidos. Qualquer pessoa na rua pode ver os outros borrifando sua tinta e os usuários podem lutar para cobrir as lojas com suas cores. 
 
Lentes locais são o aplicativo mais recente da equipe de engenharia de câmeras da Snap com sede em Londres, que também criou Landmarkers. Landmarkers foi a primeira incursão da empresa em RA em escala, permitindo às pessoas colocar lenes criados por usuários em marcos famosos – a Torre Eiffel atirou em arco-íris, por exemplo, e personagens fofinhos apareceram acima do Palácio de Buckingham. 
 

Local Lens é mais complexo, diz Qi Pan, gerente sênior de engenharia de pesquisa da Snap London. Havia muito menos dados para trabalhar – dados 3D de pontos de referência públicos proeminentes eram fáceis de obter, enquanto a Carnaby Street – que foi escolhida como uma área totalmente pedonal onde os usuários podiam apontar seus telefones sem medo do tráfego, e que também está certo próximo aos escritórios da Snap em Londres – era um animal diferente. “É muito improvável que as pessoas tirem fotos de cada parte de uma rua, só porque, geralmente, não há necessariamente algo interessante em cada parte de uma rua”, explica ele. 
 
Isso levanta outra dificuldade – o tamanho do espaço. Os marcos envolviam os usuários apontando suas câmeras para um único marco fixo, geralmente de um único ponto de vista semelhante a um cartão-postal. 
 
O City Painter, por outro lado, envolveu o mapeamento 3D de toda a Carnaby Street, para que os usuários pudessem pintá-la de qualquer ângulo. A empresa teve que extrair dados visuais de várias fontes, incluindo a análise de Snaps públicos da Carnaby Street compartilhados pelos usuários. “Para lentes locais, estamos aproveitando imagens de câmeras de 360 graus”, diz Pan. “Alguém pode simplesmente caminhar pela rua para mapeá-la, bem como combinar isso com quaisquer Snaps de história pública que possamos ter da área.” 
 
A segunda novidade do City Painter é que a experiência é compartilhada. Em Landmarkers, todos estavam limitados à sua própria realidade aumentada – o que você viu em seu telefone era diferente do que todo mundo estava vendo. A lente local, em contraste, é persistente e síncrona. 
 
“Temos uma única realidade compartilhada”, diz Pan. “E quando você faz algo a este mundo, outra pessoa pode ver o resultado quase que instantaneamente. Essas mudanças também persistem se todos deixarem a experiência e novas pessoas aparecerem no dia seguinte – elas podem ver o espaço que foi alterado por você e pelos outros. ” 

Snap 

Local Lenses representa o mais recente projeto de AR para Snap, incluindo a terceira iteração do ano passado de seus óculos smartglassess. Snap afirma que já houve mais de um milhão de lentes criadas usando o Lens Studio, a ferramenta publicamente disponível da empresa para a criação de experiências de realidade aumentada, que Snapchatters jogaram bilhões de vezes, e mais de 75 por cento dos usuários ativos diários do Snap interagem com AR todo dia. Toda essa atividade, explica Pan, treina a câmera Snapchat. “Queremos que a câmera Snapchat realmente entenda e seja inteligente sobre o que vê no mundo.” 
 
À medida que a câmera melhora, seus aplicativos crescerão, de publicidade a videogames, experiências ao vivo, mapeamento e direções. O City Painter representa um exemplo básico no desenvolvimento de um ‘ mundo espelho‘- a ideia de que everty street, edifício e quarto em uma cidade terão um gêmeo digital no mundo do espelho. As experiências virtuais podem ser construídas em torno de bairros inteiros ou versões digitais inteiras de Londres, por exemplo. 
 
“Pretendemos fazer coisas novas que não poderiam ser feitas antes, por exemplo, passeios de RA em bairros guiados por pessoas famosas que moravam lá, deixando notas, fotos e vídeos para seus amigos descobrirem mais tarde ou jogando jogos de RA imersivos junto com seus amigos, alterando o espaço digital compartilhado ”, diz Pan. “Também estamos chegando ao Halloween, no futuro, poderíamos imaginar uma transformação total da Carnaby Street para torná-la assustadora.” 
 
Local Lenses e City Painter são lançados hoje na Carnaby Street em Londres. Pessoas próximas à Carnaby Street com o Snapchat aberto verão um marcador aparecer em seu Snap Map, informando que a experiência está lá. 

Atualizado em 8 de outubro de 2020 11.39 BST: este artigo foi atualizado para esclarecer que as lentes locais foram construídas pela equipe de plataforma de câmeras da Snap em Londres 

Will Bedingfield é redator da equipe WIRED. Ele twitta de @WillBedingfield 

Tradução https://www.wired.co.uk/article/snapchat-launches-local-lenses

Google pode transformar o YouTube em um centro de compras

Google pode transformar o YouTube em um centro de compras

Na concorrência com os serviços do Facebook, Amazon, entre outros, o Google está testando no YouTube, um recurso que permitiria aos usuários comprar diretamente os produtos que veem nos vídeos, de acordo com um relatório da Bloomberg . Pode ser uma das maiores mudanças na plataforma de streaming do Google desde sua aquisição.

De acordo com o relatório, o YouTube recentemente começou a pedir aos criadores para marcar e rastrear os produtos usados em seus vídeos. Esses dados são então enviados ao Google para construir suas análises, bem como ferramentas de compras diretamente no YouTube. A empresa também está testando a integração com o Shopify.

A Bloomberg disse que um porta-voz do YouTube confirmou que a empresa está testando esse recurso com alguns canais de vídeo, embora ainda esteja em fase experimental. Os criadores também têm controle sobre quais produtos irão aparecer como disponíveis para venda.

Ainda não está claro quanto o YouTube receberia dessas vendas. A empresa agora permite que os usuários se inscrevam em criadores de vídeos e fica com 30 por cento disso.

Mas é improvável que um corte tão alto funcione para as vendas de produtos. Afinal, muitos YouTubers já ganham dinheiro com links de afiliados praticamente sem nenhum custo para eles. As vendas diretas no YouTube teriam de oferecer benefícios significativos para os criadores mudarem, embora talvez a capacidade de obrigar os espectadores a compras por impulso direto na plataforma seja um incentivo suficiente.

Não há informações sobre quando o ‘recurso’ pode ser implementando de forma mais ampla.

Texto produzido com base em https://thenextweb.com/plugged/2020/10/10/report-google-is-going-to-turn-youtube-into-a-video-shopping-hub/

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