Startup de TI dominam Programa de Aceleração Visa

Startup de TI dominam Programa de Aceleração Visa

De acordo com o Mapa das Fintechs, estudo anual realizado pela Visa para mostrar o perfil das startups inscritas no Programa de Aceleração Visa, 15,9% das inscritas atuam no setor de TI. Na sua terceira edição, o estudo traz informações sobre faturamento, dados sobre investimentos, potencial de internacionalização, obstáculos enfrentados e detalhes sobre os profissionais que trabalham nas 219 startups inscritas para a edição de 2020 do Programa.

Em comparação ao Mapa das Fintechs Visa de 2019, é possível notar uma maior diversidade de startups que se inscreveram no Programa de Aceleração Visa. As voltadas para o setor de pagamentos (22,8%), ainda maioria em 2020, apresentaram um pequeno aumento em relação ao ano anterior, quando eram 20,6% do total. Destacam-se ainda nesta edição áreas como varejo (17,3%), TI (15,9%), analytics (13,6%), mobilidade urbana (10,9%), inteligência artificial (5,9%), blockchain (5,4%), machine learning (3,6%), IoT (3,1%) e Risktech (1,3%). Dessas, varejo, analytics, IoT e Risktech não tinham aparecido antes. 

Sobre pivotagem, o recorte mostra que 17,2% das startups mudaram duas vezes, 9,6% três vezes e 4,3% afirmaram ter pivotado mais de quatro vezes, o que pode ser considerado comum nesta área, já que muitas empresas mudam seus negócios conforme demandas, oportunidades de mercado, além de adaptações necessárias por conta da pandemia de COVID-19. A maioria das startups que se inscreveu no Programa (80,3%) tem entre um e três anos de existência, e 19,1% tem menos de um ano de idade. 

“Nesses quatro anos do Programa, a pivotagem sempre foi algo presente e constante. Faz parte do mindset das startups estar aberta a mudança e muito dessa mudança acontece durante a aceleração com a Visa. O próprio Programa pivotou algumas vezes ao longo dessa jornada, melhorando processos, mentorias, trazendo novos especialistas de mercado. Tudo isso com o intuito de melhor atender as startups e de fomentar o desenvolvimento de mais negócios dentro da indústria de pagamentos”, conta Percival Jatobá, vice-presidente de Soluções e Inovação da Visa do Brasil.    

Investimentos e faturamento 

Quando o assunto é investimento, a maioria dos respondentes (56%) afirmou ter recebido algum tipo de aporte. Já no estudo realizado no ano passado, com as startups inscritas para a edição 2019, apenas 45% afirmavam ter recebido investimento até então. 

Os valores variam: 6,6% das empresas receberam menos de R$100 mil, 38% entre R$100 mil e R$499 mil, 18,1% de R$500 mil até R$900 mil. Já 32,9% disseram ter recebido aportes acima de R$ 1 milhão. Em relação ao tempo médio que as startups levaram para levantar estes investimentos, 65% afirmaram ter demorado de um até três meses, 30,3% de quatro até seis meses e 4,3% alegaram ter esperado até um ano. Já na edição de 2019 9,2% das empresas receberam até R$ 50 mil, 44,6% entre R$ 100 mil a R$ 500 mil, 38,5% receberam de R$ 500 mil a R$ 2 milhões e, 7,7% disseram ter recebido aportes acima de R$ 2 milhões até então. 

Sobre faturamento, 39,7% alegaram ganhar mais de R$500 mil, 30,1% até R$30 mil e 29% de R$30 mil até R$499 mil. Enquanto isso, apenas 1% das startups alegou faturar mais de R$1 milhão mensalmente. Já no ano passado a maioria das respondentes afirmou que seus ganhos mensais variavam de R$ 5 a 40 mil (49%), 21% entre R$ 100 mil a 500 mil por mês e 11% ganhavam até R$ 5 mil mensais, na época. 

Obstáculos 

Em relação aos principais desafios citados pelas startups, questões relacionadas a capilaridade – prospecção de novos clientes e a ampliação dos canais de distribuição e de atendimento – (26,7%) aparece em primeiro lugar, seguido por problemas relacionados ao mercado (22%) e dificuldades em encontrar profissionais capacitados para compor o time (19,7%). Burocracia (11,6%), regulamentação (10,4%) e concorrência (9,3%) também foram pontos mencionados neste quesito. Em 2019, os obstáculos mais citados foram sobre dificuldade em obter clientes (14%), questões relacionadas à dinheiro (14%) e problemas com a regulamentação (13%).  

Times 

Questionadas sobre suas equipes, as startups responderam sobre número de pessoas, idade de seus funcionários e gênero. Cerca de 63,8% delas possuem menos de 10 funcionários, 27,6% das startups têm até 50 colaboradores e apenas 5,3% possuem de 50 a 100 pessoas no time. As idades dos times variam: 72,6% têm funcionários com até 35 anos e 14,2% possuem uma equipe mais jovem, com idade máxima de 25 anos. Os homens ainda são maioria nas equipes, mas 80% das startups afirmaram possuir mulheres no time. Isso demonstra um aumento na presença feminina no mercado, pois no levantamento de 2019 esse número era de 61%. 

O Mapa das Fintechs Visa traz ainda informações sobre a distribuição geográfica das startups. São Paulo continua como o estado de origem da maioria das startups e representa 52% do total. Assim como na última edição é possível notar uma abrangência no eixo das inscritas, onde se destacam estados como Rio de Janeiro (10,9%), Minas Gerais (6,8%), Rio Grande do Sul (5,9%), Paraná (5,4%) e Santa Catarina (5%). 

Em 2020, Rio de Janeiro voltou a superar Minas Gerais e foi o segundo estado com o maior número de empresas inscritas no Programa de Aceleração da empresa. Paraná e Santa Catarina caíram um pouco em relação ao ano passado, mas continuam entre os estados com mais startups inscritas. Em 2019, o estado de São Paulo concentrava 48,8% das empresas, seguido por Minas Gerais (10,5%), Paraná (9,3%), Santa Catarina (6,4%), Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, ambos com 5,2%. 

Para o estudo, foram ouvidas 219 startups que se inscreveram para participar da 4ª edição do Programa em março de 2020. Para mais informações sobre o Programa de Aceleração Visa acesse: www.visa.com.br/programadeaceleracao

Sobre o Programa de Aceleração Visa

O Programa de Aceleração Visa é uma iniciativa da Visa do Brasil, empresa líder em pagamentos digitais no mundo, que tem como objetivo fomentar o ecossistema de startups no País e promover o empreendedorismo, a inovação, o talento e a tecnologia. Além de acelerar as startups, a Visa tem o papel de auxiliá-las em sua atuação junto ao mercado e gerar conexões e negócios. O programa acontece desde 2017 e está na sua quarta edição. Já passaram por ele 69 startups e, até 30 negócios foram fechados pelo Programa, sendo 50% com parceiros Visa, 47% com a própria Visa e 3% entre as startups. Desde que participaram do Programa 14 startups conseguiram levantar cerca de US$ 21.9M em investimentos, desde então.

Startup Cashme anuncia menor taxa do mercado em crédito

Startup Cashme anuncia menor taxa do mercado em crédito

A Cashme, primeira startup do grupo Cyrela, anuncia novidades em sua operação. Atuando de forma estratégica dentro do atual cenário econômico, como uma das melhores opções para que empresários de pequeno e médio porte busquem capital de giro, a fintech tem ampliado suas condições de ofertas em crédito com garantia de imóvel, tornando-se a primeira empresa do setor a oferecer a menor taxa do mercado, de 0,79%, além de uma extensão no prazo de pagamento para até 240 meses e uma carência de 12 meses para o cliente começar a pagar.

Visando contribuir com a saúde financeira desses clientes, e ao mesmo tempo combater a burocratização do processo de aquisição de crédito, o ecossistema da CashMe ganha em agilidade por ser 100% digital, garantindo aos interessados uma facilidade em conquistar capital de giro para alavancar o seu negócio ou realizar uma gestão financeira mais equilibrada.

“Definitivamente, o home equity tem se mostrado uma realidade segura para muitas pessoas, que necessitam de dinheiro para retomar seus negócios, quitar dívidas ou acelerar investimentos. Nosso volume de crédito tem crescido de forma exponencial a cada mês, o que já resulta em uma originação de mais de R$ 1 bi em crédito. Isso só nos dá a certeza de estarmos indo no caminho certo, que a modalidade tem espaço para crescer, e ajudar ainda mais a economia injetando capital para micro, pequenas e médias empresas”, destaca Paulo Gonçalves, co founder da CashMe.

Tendo como DNA o crédito com garantia de ativo real, a CashMe tem operado nos segmentos de home equity tradicional, crédito à aquisição de imóveis, crédito às incorporadoras com garantia de estoque e capital de giro para empresas de todos os segmentos, além de oferecer produtos customizados, como o CashMe Condo que permite o acesso a crédito para condomínios que buscam realizar reformas ou melhorias no local.

“O Crédito com Garantia em Imóvel é um segmento que permite a gente olhar de forma criteriosa e com o cliente no centro do negócio, ofertando modelos que atendam às suas necessidades no curto e médio prazo, dando ainda mais agilidade e crédito justo, nesse momento delicado”, completa Paulo Gonçalves.

Sobre a Cashme

A cashMe é uma fintech do grupo Cyrela que oferece crédito com garantia de ativo real. A startup opera nos segmentos de home equity tradicional, crédito à aquisição de imóveis, crédito às incorporadoras com garantia de estoque e capital de giro para empresas de todos os segmentos. Com dois anos de operação, a CashMe conta com as melhores condições de crédito e pagamento do mercado, tornando-se uma das empresas referências do setor.

STARTUP MINEIRA TRANSFORMA CARDÁPIO EM QR CODE

STARTUP MINEIRA TRANSFORMA CARDÁPIO EM QR CODE

O batido jargão “Em tempos de crise enquanto uns choram outros vendem lenço”, nunca funcionou tanto em época da pandemia. Não se trata de novidade nenhuma que o coronavírus devastou boa parte da economia, com vários estabelecimentos tendo que fechar as portas por conta da quarentena, que apenas em Belo Horizonte durou – e ainda dura – aproximadamente cinco meses. No entanto, algumas pessoas observaram uma oportunidade diante da crise e decidiram inovar ao verificarem certos dores que serão inerentes agora diante ao novo normal.

Foi o caso do projeto QR Menu, desenvolvido pelo programador e empresário Antônio Gusmão. Ao perceber que quando os bares e restaurantes reabrissem as portas e que para a segurança dos clientes e colaboradores seria melhor disponibilizar o cardápio em QR Code, decidiu criar uma plataforma em que o próprio dono do estabelecimento possa dar upload no cardápio e o QR Code é gerado.

Assim, os proprietários de restaurantes podem distribuir o QR de jeito que acharem melhor, em adornos, jogos americanos, portas guardanapos, o garçom mostrar de longe, ou simplesmente colá-lo à mesa ou espalhar pelo restaurante. O cliente chega com o celular, aponta a câmara para o QR Code e o cardápio abre no próprio celular dele. Sem falar, que serve também como ferramenta de marketing em que o código pode ser divulgado em redes sociais ou mesmo disparado em grupos de WhasApp.

“Percebemos a dificuldade que seria para os garçons terem que ficar passando álcool em gel toda a hora nos cardápios e na própria segurança dos clientes e dos funcionários das casas, que poderiam se contaminar pegando em um objeto cujo várias outras pessoas também o tocaram”, afirma Gusmão. Ele lembra que teve a ideia justamente quando foi em um estabelecimento fazer um pedido “take away“- para levar para a casa – e teve que escolher o almoço segurando o cardápio físico. 

Segundo ele, ao chegar em casa começou a prototipar a ideia e no mesmo dia já começou a programar o aplicativo. “O interessante foi perceber que a medida que os restaurantes iam abrindo na Europa, vi que os cardápios em Qr Code estavam sendo uma realidade por lá também. Ou seja, alguém em outro continente pensou a mesma coisa e assim que abrissem os bares por aqui, também seria uma tendência”, acredita. 

Para ajudar quem não tem conhecimento 

O objetivo do projeto é possibilitar que de forma rápida e barata qualquer pessoa possa gerar o QR Code pelo aplicativo disponível em Android ou na Web. Conforme explica Gusmão, muita gente não tem o conhecimento técnico em gerar um QR Code, ou mesmo, por serem estabelecimentos menores, não possuem setor de marketing ou de tecnologia para transformarem o cardápio para ser lido pelo celular. “Na Qr Menu qualquer pessoa consegue dar o upload da imagem do cardápio como a troca de foto em uma rede social. Paga no cartão e automaticamente o QR Code é gerado. No restaurante o cliente aponta a câmara do celular e o cardápio abre automaticamente no aparelho”, explica o programador.    

O plano de um ano para geração de QR Code é de R$ 99,00 e o restaurante pode gerar ou fazer alterações em até seis QR Codes sem custos adicionais. 

Informações:  www.qrme.com.br ou baixe o aplicativo pelo aqui.

Fonte: Site Fapemig

Startup de ensino à distância conclui venda em meio à pandemia

Startup de ensino à distância conclui venda em meio à pandemia

A pandemia do novo coronavírus aqueceu o debate sobre a educação à distância e as novas formas de colaboração online. No Brasil, a startup Estudar com Você, que já atuava nesse modelo disponibilizando conteúdos como videoaulas de curta duração e exercícios resolvidos passo a passo para universitários que assinam a plataforma, acaba de concluir sua venda para uma empresa global do ramo de educação e origem italiana, a Docsity.

Fundada por três jovens empreendedores, Alexandre Maluli, Bruno Ramos e Henrique Soares, a Estudar com Você é uma plataforma que facilita a vida dos universitários no Brasil, oferecendo conteúdos que complementam o que é dado em sala de aula, aumentando as chances de aprovação nas disciplinas mais desafiadoras, principalmente as de exatas. Em operação desde 2015, a plataforma aumentou sua receita em 41 vezes antes de ser vendida e já atingiu estudantes de mais de 700 instituições de ensino, oferecendo ainda conteúdo personalizado para os cursos da FGV – EAESP, Insper, Poli-USP, Mauá e Unicamp.

A startup, que tem entre seus investidores Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual, e Florian Bartunek, fundador do fundo Constellation, passará a oferecer uma experiência de estudo ainda mais completa e terá capacidade para atingir mais estudantes em todo o país. Com isso, os mais de 15 mil materiais desenvolvidos pela Estudar com Você, entre vídeos, provas e resumos, estarão disponíveis para os assinantes da plataforma que já conta com 3 milhões de usuários apenas no Brasil.

“Nós começamos a Estudar com Você com o objetivo de tornar a experiência de estudar mais prazerosa e fluida. Os alunos têm dificuldades diferentes e aprendem com formatos e ritmos diferentes. O modelo atual de aula expositiva e os materiais de estudo existentes muitas vezes não conseguem preencher essas lacunas. Surgimos para oferecer conteúdos que engajam os alunos e que estejam disponíveis para acesso onde e quando quiserem, ajudando-os a aproveitarem ao máximo suas vidas acadêmicas”, afirma Alexandre Maluli, CEO e fundador da startup.

A primeira rodada de investimentos recebida pela plataforma foi realizada em 2018, quando Bruno Ramos e Henrique Soares se juntaram ao time como co-fundadores. A partir disso, a Estudar com Você estruturou sua atuação e aumentou sua operação, que hoje conta com cerca de mil e duzentos professores cadastrados. Uma das maneiras de medir o sucesso da plataforma é pela penetração em algumas das melhores faculdades do país: uma pesquisa proprietária recente apontou que pelo menos 70% dos alunos da Poli-USP e 50% dos alunos da FGV e Insper que cursavam semestres com conteúdo disponível eram assinantes. Além disso, o NPS (Net Promoter Score – métrica que mede a satisfação dos consumidores) da startup chega a 89% em algumas faculdades.

A quantidade de conteúdo visualizado também chama a atenção, reforçando a relevância do material oferecido. Em 2019, somente da Poli-USP, mais de 1 milhão de conteúdos foram vistos pelos universitários cadastrados, representando em média mais de 400 conteúdos vistos por aluno durante o ano.

“Tudo o que construímos nos trouxe até esse momento. Mesmo com uma operação muito jovem, já apresentávamos lucro para nossos investidores e, em meio à uma pandemia, concluímos a venda da Estudar com Você para uma empresa do porte da Docsity, que conta com mais de 20 milhões de acessos por mês em todo mundo. Nosso foco sempre foi transformar a experiência de estudos para universitários no Brasil e, como parte de uma estrutura mais robusta, a Estudar com Você passará a oferecer uma solução ainda mais completa para os usuários. Fechamos um ciclo. Estamos muito orgulhosos da nossa trajetória e prontos para os próximos desafios”, conclui Maluli.

Agora responsável por toda operação da Estudar com Você, a Docsity tem no Brasil seu maior mercado e ainda atua em países como Itália, Estados Unidos, Rússia, México e Espanha. A empresa já havia feito uma aquisição no Brasil em 2017, o Ebah, startup criada pelos mesmos fundadores da 99, o primeiro unicórnio brasileiro.

Sobre a Estudar com Você

Fundada por três jovens empreendedores, Alexandre Maluli, Bruno Ramos e Henrique Soares, a Estudar com Você é uma plataforma que facilita a vida dos universitários no Brasil. Por meio de conteúdos como videoaulas de curta duração com linguagem que facilita o entendimento e exercícios resolvidos passo a passo, o site organiza a rotina de estudos e oferece materiais que complementam o que é dado em sala de aula, aumentando as chances de aprovação nas disciplinas mais desafiadoras, principalmente as de exatas. Em operação desde 2015, a plataforma já atingiu estudantes de mais de 700 instituições de ensino superior e conta com conteúdo personalizado para os cursos da FGV – EAESP, Insper, Poli – USP, Mauá e Unicamp. A startup, que tem entre seus investidores Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual, e Florian Bartunek, fundador do fundo Constellation, acaba de ser vendida para a empresa global de aprendizado online Docsity, que já alcança a marca de 20 milhões de acessos por mês em vários países do mundo.

Startups estão com 175 vagas abertas com processo seletivo remoto

Startups estão com 175 vagas abertas com processo seletivo remoto

Apesar o cenário econômico adverso consequência da crise do novo coronavírus, muitos setores estão indo na contramão do mercado e continuam contratando. Neste momento de propagação do COVID-19, em que o confinamento é recomendado pelas organizações mundiais de saúde, as empresas têm  encontrado na tecnologia formas de garantir uma contratação segura de funcionários. Na maioria das empresas, todo o processo de recrutamento e integração feito em situações normais (presencialmente), está sendo adaptado ao ambiente digital e tem sido realizado de forma remota.

Confira 6 startups que estão dando esperança para o mercado com mais de 170 vagas abertas durante o período de crise:

Sinqia

A Sinqia, empresa líder em tecnologia para o mercado financeiro, está em busca de 60 profissionais de diversas áreas de atuação, para contratação imediata nas cidades de São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e Curitiba (PR). As vagas disponíveis são nas áreas de Business Consulting, Contratos, IT Quality & Assurance e IT Software. As inscrições podem ser feitas pelo site https://jobs.kenoby.com/sinqia.  

A companhia foi certificada pelo Great Place to Work, em 2019, como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, e eleita como uma das 100 maiores fintechs do mundo em 2017, 2018 e 2019, pelo IDC.

EF English Live

A EF English Live, maior escola online do mundo, está com mais de 30 vagas abertas para contratação na equipe de Vendas e Pós-Vendas. Todo o processo seletivo, incluindo testes, dinâmicas e processo seletivo será realizado de forma remota. Por se tratar de uma escola online, a empresa já utilizava os recursos digitais durante suas seleções, mas o uso da tecnologia foi intensificado com a pandemia do coronavírus. Todo treinamento e integração inicial também será feito de forma digital. Para se candidatar, basta se inscrever pelo link: https://portaldevagas.connekt.com.br/englishlive

Mycon

Mycon, primeira fintech de consórcios que funciona sem vendedores humanos e que tem a menor taxa do mercado, está mais com de 60 vagas abertas para diversos setores, entre eles áreas como: Customer Success, SDR / Inside Sales, Especialista em A.I., Full Stack Developer, Full Mobile Developer, Especialista em ChatBot, Assistente ADM e RH Pleno. Toda entrevista e contratação está senda de forma online e os interessados podem se inscrever no link: https://www.mycon.com.br/vagas 

Uffa.com.vc

Uffa.com.vc, marketplace híbrido de negociação de dívidas, está em busca de profissionais, para contratação imediata, para o cargo de Analista de Business Intelligence e Analista de Marketing. Além disso, atualmente a empresa possui 20 vagas abertas para que autônomos trabalhem em modelo home office no atendimento aos clientes. Todos os interessados devem enviar o currículo para rh@uffa.com.vc e incluir “TBOGH” no assunto do e-mail. 

M2M

Mark2Market (M2M), dona do M2M Monitor, o único software de gestão financeira e riscos SaaS do mercado, está com vagas abertas para a área de Analista de Controles Internos e para Analista de Marketing. Além disso, a fintech tem um banco de talentos para os interessados deixarem seu currículo. As vagas estão disponíveis no site http://m2m.trampos.co/

Vitta

A Vitta, uma das maiores empresas de tecnologia em saúde do Brasil, está com 5 vagas abertas para as seguintes áreas: Desenvolvimento, Enfermagem, Estágio em Sales development, Estágio em faturamento e Estágio em relacionamento com o cliente. As oportunidades são para trabalhar de forma remota em regime de contratação CLT. Os interessados devem se inscrever pelo link: https://vitta.gupy.io/.

Startup aposta na abertura do mercado fitness e propõe a união digital do personal com o aluno

Startup aposta na abertura do mercado fitness e propõe a união digital do personal com o aluno

Uma nova startup chega ao mercado brasileiro apostando na retomada das rotinas de academias para unir o personal trainer ao seu aluno sem a intermediação dos repasses financeiros, um modelo inédito de negociação que promete mudar a forma de se contratar orientação de preparo físico no Brasil. “A tecnologia não precifica o trabalho do profissional contratado, ele tem liberdade para gerir seus rendimentos”, informa Marcos Rodolfo Ramos Paunksnis, CEO da Sprylife.

O modelo funcional do negócio é simples. O personal trainer paga apenas uma mensalidade fixa à Sprylife referente à vitrine digital. O preço, os treinos e a forma de pagamento são negociados entre professor e aluno, sem nenhum repasse ou custo extra com a Sprylife. Nesse momento do mercado, a plataforma ainda está concedendo isenção de pagamento da mensalidade.

Outra vantagem de mercado ao personal é o clube de benefícios que a plataforma está constantemente organizando – uma das vantagens imediatas é um desconto de 40% nos programas de pós-graduação da Universidade Estácio de Sá. Esse clube traz uma série de descontos no mercado também para os alunos, que não precisam pagar qualquer mensalidade ou custo avulso para encontrar bons educadores físicos.

Os alunos podem encontrar o personal trainer pela sua localização geográfica, modalidade operacional ou baseado no próprio objetivo do aluno, sempre em contato direto com o professor escolhido. Só podem se cadastrar na startup educadores que tenham formação comprovada. “Já estamos pensando em novas parcerias, especialmente com eventos de informação que possam melhorar a qualidade dos serviços prestados por nossos profissionais cadastrados”, diz o CEO da Sprylife e mestre em educação física, Marcos Rodolfo

Sobre a Sprylife: Sprylife é uma plataforma desenvolvida exclusivamente para facilitar a busca pelo profissional mais indicado às necessidades e objetivos de pessoas que desejam iniciar atividades físicas ou que já treinam. A plataforma une profissionais habilitados ao exercício profissional como personal trainer a alunos. O aluno tem a segurança de contratar um profissional com CREF ativo para ter treinos personalizados que potencializem as chances de ótimos resultados com o máximo de eficiência. Veja mais www.sprylife,com.br

×

Olá!

Clique em um de nossos representantes abaixo para bater um papo no WhatsApp ou envie um e-mail para contato@tempodeinovacao.com.br

× Como posso te ajudar?