Faculdade Arnaldo apoia projetos inovadores de alunos

Faculdade Arnaldo apoia projetos inovadores de alunos

Com 25 anos, o mineiro Felipe Araújo vai levar para o mercado de trabalho a própria empresa, que já está em operação. O sonho de empreender nasceu de uma forma individual, mas foi dentro da faculdade que ganhou tutoria, estrutura e corpo.

Esse tipo de espaço tem conquistado alunos de Logística e também de outras carreiras. Pensadas para ser um ambiente de verdade, com consultorias e tutorias profissionais, a incubadora, com o nome de “Acelera Arnaldo” tem impulsionado ideias e projetos de vários estudantes para fomentar o empreendedorismo e a inovação no mercado.

Felipe teve a ideia do Remédio Já, empresa que oferece soluções de inteligência de mercado para drogarias e farmácias de pequeno e médio porte, no formato de compra coletiva de medicamentos e perfumaria. “Consigo fazer um mapeamento de medicamentos com o melhor custo por demandas de compra coletiva. E, foi conhecendo as lojas do setor e os seus gestores, que identifiquei as principais dores para oferecer soluções que otimizem os processos administrativos, de armazenamento e comerciais”, explica o jovem empresário.

“Essa estratégia tem me mostrado também um ótimo potencial de mercado para prestar consultoria para outros nichos como a digitalização das marcas em redes sociais, a criação de identidades para as farmácias que se surgiram na pandemia, e até mesmo na entrega de aplicativos para vendas”, comemora Felipe.

Para o jovem, a experiência na incubadora serviu para implementar os ensinamentos de sala de aula. “Com a equipe de profissionais da Faculdade Arnaldo, adquiri expertise de mercado, sem contar que a faculdade abriu os braços para a gente desde os professores ao diretor. Quando cheguei no Arnaldo eu tinha muitas dúvidas e não sabia como abrir uma empresa. A gente tinha encontros e eles eram muito ricos, com momentos cheio de ideias, o que me ensinou a entender em como entrar no mercado e com alguns desafios e missões a cumprir”, relembra Felipe que ainda acrescenta “O professor me instigava a cada vez mais a buscar informações para lapidar o meu produto e ampliá-lo ao mercado, o que fez toda a diferença. Sempre carrego comigo uma frase que a gente precisa de gente pra ser gente”.

De acordo com a Faculdade,  a aproximação entre ciência e negócios é uma tendência e que os alunos devem aproveitar ao máximo os benefícios do Acelera Arnaldo, pois no Brasil, este tipo de iniciativa ainda está é uma tendência, principalmente no âmbito das universidades. Pode -se observar que as faculdades são polos de conhecimento e ambientes onde as ideias vão surgindo. E, foi pensando com este objetivo que o Arnaldo passou a oferecer mentorias aos nossos alunos, com o propósito de ajudar a formatar ideias, projetos, além de networking com empresários do mercado.

Jogos mobile são a maior fonte de entretenimento para gamers em todo o mundo, apontam pesquisas

Jogos mobile são a maior fonte de entretenimento para gamers em todo o mundo, apontam pesquisas

Os jogos são o passatempo favorito das gerações Z e Millennials, de acordo com nova pesquisa Generation Report, da NewZoo, fonte de insights e análises do mercado de jogos. O mesmo estudo ainda revela que o público em questão também gasta mais tempo jogando que consumindo qualquer outra forma de entretenimento. Os dados vêm ao encontro de outras pesquisas realizadas recentemente pela Nimo TV Brasil, plataforma de streaming focada em games.

Análises da Nimo TV mostraram que 64% dos jogadores brasileiros passam, em média, mais de duas horas jogando diariamente durante o isolamento social, o que foi reforçado no levantamento global da NewZoo que revela que 77% das pessoas da geração Z preferem jogar em plataformas mobile, assim como 73% dos Millennials. Os games mobile são unanimidade entre os preferidos do público da Nimo TV, onde 80% dos acessos são feitos via dispositivos móveis.

“É muito interessante observar que a tendência é a mesma no Brasil e no mundo no que diz respeito ao comportamento dos gamers. Nossas pesquisas já reforçavam a presença dos jogos mobile como principal fonte de entretenimento e diversão para os brasileiros usuários da Nimo TV, e agora vem a pesquisa da NewZoo, ainda mais abrangente, confirmando este direcionamento”, ressalta Rodrigo Russano Dias, Head de PR e Social Media na Nimo TV Brasil. “Outro aspecto muito interessante é sobre a jogatina mobile. Estes games ainda estão entre os principais destaques na nossa plataforma, e o estudo da NewZoo reforça que estamos no caminho certo quando criamos conteúdo especial para este público, considerando os números da análise”, finaliza Dias.

Público de Esports

Outro dado a ser destacado é baseado nos entrevistados que acompanham esports. De acordo com a NewZoo, mais de dois terços dos jovens entusiastas de games não apenas jogam, mas também assistem conteúdos relacionados à categoria de games. Na Nimo TV, pelo menos 13% do público que se considera gamer passou a consumir conteúdo de torneios de esports durante o distanciamento social, por exemplo.

Outros estudos na plataforma de streaming também mostraram que 69% dos jogadores assistem torneios de esports de jogos mobile, assim como 81% dos entrevistados na pesquisa da Nimo TV responderam que consomem conteúdo de campeonato de esports. Vale ressaltar que não necessariamente eles acompanham apenas as equipes preferidas: 54% assistem uma competição, independentemente de quem estiver duelando.

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Sobre a Nimo TV 

Nimo TV é uma plataforma de streaming com foco na transmissão de jogos eletrônicos, conteúdos criativos e esports. Criada pela Huya, um dos maiores serviços de streaming de jogos da China, a Nimo TV chegou ao Brasil com o propósito de oferecer conteúdo de qualidade e divertir quem quer transmitir partidas ou assistir seus canais favoritos. Em 2018, a Huya passou a ser listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), após receber investimento de US$ 460 milhões da Tencent. Dentre os principais recursos da Nimo TV, estão o “Ultra HD Broadcasting”, “Video Second Open”, “Full Link Monitoring” e “Mobile Streaming”, que permite a transmissão de sessões de gameplay ao vivo diretamente do aparelho mobile para o aplicativo do serviço. 

BMG está no TOP 3 das corporações que mais praticam inovação aberta no país

BMG está no TOP 3 das corporações que mais praticam inovação aberta no país

O BMG figura, pelo terceiro ano consecutivo, entre os três melhores colocados do ranking TOP 100 Open Corps, um dos mais importantes do ecossistema de empreendedorismo e inovação. Divulgado hoje (24/08) pela 100 Open Startups, plataforma pioneira e líder em open innovation na América Latina, a premiação reconhece e destaca as corporações que mais praticaram inovação aberta com startups no país, no último ano. O levantamento está em sua sexta edição (e no ranking de corporações está na 4 edição) e é realizado a partir de dados gerados pelo próprio mercado. Na categoria Serviços Financeiros, a instituição aparece na liderança. Em 2021, foram mais de 3.900 corporações participantes e um número recorde de contratos registrados entre grandes empresas e startups.

O vice-presidente do BMG, Eduardo Dominicale, destaca a satisfação em participar, mais uma vez, dessa premiação, especialmente pelo reconhecimento do importante papel da instituição nesse ecossistema, em todo o Brasil e também no exterior. “Nosso posicionamento tem sido no intuito de investir e orientar, sabendo que isso muda muito a história de várias empresas. Nós temos um nome forte, que liga e faz conexões entre negócios, entre empresas. Então, tiramos proveito disso, no sentido de alavancar o ecossistema. Fortalecemos as startups e promovemos a inclusão financeira, social e sustentável desses empreendimentos no mercado”, argumenta.

Para o CEO do BMG UpTech, Rodolfo Santos, o resultado do ranking reflete essa consciência social e a atuação diferenciada do BMG, além dos investimentos permanentes em inovação e do aperfeiçoamento contínuo do trabalho realizado, na busca por conectar essas novas soluções e o mercado. “Acabamos de completar cinco anos, comemorando uma trajetória em que ganhamos experiência para extrair o melhor da interação entre startups e grandes companhias e possibilitar ganhos expressivos para ambas. Esse importante reconhecimento, pelo terceiro ano seguido, reforça o acerto da nossa estratégia e valoriza ainda mais os esforços de toda a equipe”, afirma.

 Santos – que lidera o braço de inovação do BMG, por meio de venture capital e seed capital – acrescenta que as startups têm se apresentado como a principal fonte de inovação do mercado na atualidade, especialmente após as transformações pelas quais o mundo passa desde o início da pandemia, no ano passado. “Elas evidenciaram a possibilidade de oxigenar o ambiente corporativo, com soluções rápidas e eficientes para situações específicas. Não conheço nenhum negócio seja tão ‘ganha-ganha’ quanto esse entre investidor e startup”, completa. Em cinco anos, o BMG aportou R$ 85 milhões nos novos modelos de negócio e investiu em mais de 800 startups no Brasil e Estados Unidos, juntamente à Bossa Nova Investimentos, companhia de microventure capital da qual é sócio.

100 Open Startups

Até chegar ao ranking das TOP 100 Open Corps 2021, a 100 Open Startups registrou um recorde de relacionamentos declarados entre grandes empresas e startups: esse número quase dobrou, passando de 13.433, em 2020, para 26.348, em 2021. No mesmo período, as corporações que tiveram contratos de open innovation com startups saltaram de 1.968 para 3.334, uma alta de 69%, enquanto o total de startups que fez parcerias com companhias subiu de 1.310 para 2.344 – acréscimo de 79%. As primeiras colocadas do 100 Opens Corps 2021 são Ambev, ArcelorMittal, BMG, Basf e Nestlé. Já na categoria Serviços Financeiros, o TOP 5 é composto por BMG, Bradesco, Alelo, TecBan e B3.

Sobre o BMG UpTech

Corporate venture do Grupo BMG – um dos maiores e mais importantes grupos empresariais do país – com foco na inovação. Basicamente, o BMG UpTech identifica as startups cujos negócios sejam viáveis, investe no seu desenvolvimento e as coloca em contato com o mercado, ou seja, com possíveis compradores das soluções. A empresa já realizou mais de 800 investimentos em startups no Brasil e Estados Unidos, juntamente à Bossa Nova Investimentos, companhia de microventure capital da qual é sócio.

IOT e o futuro dos setores

IOT e o futuro dos setores

É a tecnologia a favor da indústria automotiva, com diversos benefícios, englobando todos os outros setores que utilizam de frotas para sobreviver. Abaixo vamos colocar alguns pontos bacanas que podem render uma pauta bastante colaborativa:

– Farmacêutica: itens que devem ser mantidos em temperaturas ideais, não podem ser expostos a luz e, por exemplo no caso de imunobiológicos, não podem sequer sofrer trepidação. Um dispositivo que tem a inteligência IoT pode reconhecer qualquer um desses fatores, inclusive rotas que possam expor a carga a situações como essas.

– Agricultura: Um dos pontos cruciais dessa tecnologia é o rastreamento de movimento. Quando a velocidade está acima ou abaixo do previsto certamente causará perda na colheita ou do plantio de grãos/cana/madeira, por exemplo. Como também na adubagem, que pode deixar de colocar a quantidade correta ou colocar acima do necessário. Quanto aos químicos que protegem uma plantação inteira, eles merecem muita atenção. A velocidade também é essencial, afinal se for rápido demais, vai colocar produtos de menos, se for devagar, o plantio estará comprometido por completo, além de gerar um alto custo para a empresa. Outros benefícios que podem render milhões ao setor estão no armazenamento e na gestão de planejamentos estratégicos que fazem a integração dos serviços garantindo o sucesso desde o plantio até a venda do produto.  

– Todos os setores (motorista): A tecnologia, que veio das pistas da Formula 1, hoje está intrinsicamente relacionada a gestão de frotas para salvar vidas, proporcionar uma direção responsável, além de permitir uma visão completa do veículo (manutenções, trocas de peças, prevenção de panes, acidentes e uma postura mais proativa diante dos riscos). Um dos principais produtos associados à F1 é o Driver feedback: mostra as curvas erradas, onde está seguro, econômico, gestão de fadiga e antecipação dos possíveis acidentes diante da conduta do motorista. A tecnologia utiliza sensores conectados aos veículos, é possível garantir o bom comportamento dos motoristas, reduzir a falha humana e garantir a conformidade às normas de trânsito.

– Meio ambiente: O dispositivo ensina em tempo real o condutor a dirigir da melhor, mais segura e mais econômica forma possível. Portanto de uma maneira eco friendly, a tendência dessa economia é aumentar ainda mais ao longo do tempo. Com uma solução inovadora no mundo instalada em um case, a empresa pode constatar a economia de 26% em combustível ao mês, ou seja, a mesma quantidade a menos de poluente sendo emitida no meio ambiente.

– Prevenção de acidentes: Além do fato de que as estradas brasileiras são perigosas, os acidentes podem acontecer até mesmo dentro das indústrias e armazéns. Isso é muito importante, os acidentes não atendem nenhum dos lados envolvidos em setor, só trazem prejuízos a todos. Com a IoT é possível melhorar em 400% a eficácia dos seus condutores, garantindo a vida de todos, evitando o comprometimento do patrimônio da empresa e de terceiros, além de reduzir custos com seguro.

– Redução de roubos e fraudes: Um problema pandêmico no Brasil, que pode acabar apenas com o uso de um dispositivo que detecta qualquer interceptor de sinal, inibe desvio de combustível, detecta guinchamento e ajuda a recuperar os que foram roubados.

Esses são alguns dos exemplos de como esses dispositivos podem auxiliar em todos os setores econômicos, sociais e ambientais do país, e também trazer uma margem de lucro mais a uma empresa. Para entender mais sobre o assunto, a nossa fonte é o Daniel Schnaider, CEO e especialista em tecnologias disruptivas na multinacional Pointer by FleetPower Brasil.

Restaurante flexitariano inaugura após processo de inovação para definir conceito, cardápio e eficiência

Restaurante flexitariano inaugura após processo de inovação para definir conceito, cardápio e eficiência

Abordagens e metodologias digitais de inovação aplicadas pela consultoria 16 01 na criação deste empreendimento do universo físico, fundamenta o negócio do Allma na geração de valor aos usuários, atendendo às dores do público e alinha a marca à uma poderosa tendência mundial da alimentação.

O bairro de Ipanema recebe um novo restaurante. O Allma abriu ao público após adiar sua inauguração em quase um ano por conta da pandemia de Covid-19. A primeira casa flexitariana da cidade oferecerá um cardápio com opções veganas, vegetarianas e pratos com frango, peixes e frutos do mar para funcionar como um espaço de saúde, bem estar e equilíbrio alinhados aos hábitos e convicções de uma parcela da população que está em busca de diminuir o consumo de proteína animal sem radicalismos. E para alcançar essa “alma do negócio” – que no futuro pode se desdobrar em outras soluções além da alimentação – foram utilizadas metodologias de inovação amplamente aplicadas por startups e empresas de tecnologia no desenvolvimento de negócios e produtos digitais.

Com a facilitação da consultoria 16 01, liderada por Leonardo Brazão (especialista em inteligência de mercado e ex-IFF, Unilever, Outback, Bloomin`Brands) e Eduardo Paraske (Ex-head de Marketing Latam – WAZE B2B), os sócios do novo empreendimento, Christiano e Roberto Londres, foram conduzidos por diferentes modelos utilizados na mentalidade de inovação digital para transitar nas dores, necessidades e jornadas do público que se aproxima do consumo de refeições saudáveis e naturais, até então ponto de partida do que seria o novo restaurante.

“O Allma foi criado, do zero, como um negócio físico que se beneficiou da forma de pensar inovação que o digital e a economia criativa nos ensinaram. Para chegar na solução – base para a construção do produto final, definimos um processo com metodologias que propiciaram mergulhar no usuário, entender suas jornadas, encontrar dores reais e validar hipóteses para, só então, definirmos o segmento ideal de atuação. A partir daí, nos apoiamos em outros processos práticos para chegar às rotas que atendem as necessidades e anseios de quem pretendemos alcançar”, detalha Leonardo Brazão. “Um dos exemplos práticos foi o uso do que chamamos de sprint gastronômico para que o cardápio final nascesse de uma iniciativa de colaboração e co-criação desenvolvido a partir das reais necessidades do público, solucionando as diferentes dores encontradas nesse mergulho.”

Foram reunidos neste workshop chefs especialistas em cozinhas regionais, vegana, funcional e até alta gastronomia, assim como especialistas em comportamento e supply chain de hortifruti, para que em dois dias, a partir de um desafio centrado no usuário, o restaurante tivesse seu cardápio completo desenvolvido com três objetivos principais. O primeiro, dar o mesmo peso e respeito à comida de todos, de forma inclusiva e consciente, compartilhando o protagonismo do menu entre diferentes ingredientes e não priorizando apenas os pratos com proteína em detrimento aos plant based. O segundo, trazer sabor e indulgência atrelado à saúde e funcionalidade dos alimentos, unindo dois universos muitas vezes desconexos nas ofertas comumente encontradas segundo a percepção dos usuários. E, terceiro, equilíbrio e bem estar – uma comida com propósito, responsabilidade sócio ambiental e que se mostra como uma alternativa consciente aos clientes.

“Dessa mecânica quase que de montar uma startup nasceu um casual dinning super alinhado com o lifestyle carioca, formado por entradas, saladas, bowls, wraps, sanduíches, pratos principais e sobremesas com alimentos frescos, priorizando pequenos produtores regionais, preparos artesanais (tudo feito na casa) e desperdício zero, extraindo o melhor em sabor e saudabilidade de cada ingrediente”, de acordo com o sócio Christiano Londres, que atua há 15 anos no mercado de food service no Brasil. “O nome Allma condensa o que encontramos nesse processo de inovação e também o nosso propósito de ser Allma – de ‘for all’. Por um lado, para todos, sejam clientes, colaboradores ou fornecedores. Todos em uma cadeia sustentável e positiva. E, por outro, de “alma”, de comida e negócios para alimentar a alma de todos que se conectarem com a casa.”

Além do salão e varanda, a casa conta com um empório e pegue & leve onde o cliente escolhe para levar produtos de pequenos produtores locais parceiros e de marca própria.

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