Inovação: como transformar ideias em resultados?

Inovação: como transformar ideias em resultados?

Por Leonardo Nogueira

Já faz algum tempo que a palavra inovação circula entre a grande maioria das empresas, porém, no último ano, impulsionada pela pandemia, ela deixou de ser apenas uma das estratégias, para se tornar uma das mais críticas necessidades do negócio.

Não é a toa que a Markets and Markets já previa um valor em torno de US$ 1,6 bilhãopara o mercado de gerenciamento de inovação ainda antes da pandemia. A história mostra que, durante crises, as empresas que investem em inovação obtêm desempenho cerca de 30% melhor do que as que não o fazem. Somado a isto, temos dados da McKinsey&Company que mostram que 90% dos executivos acreditam que a crise do COVID-19 irá mudar fundamentalmente a forma que as organizações farão negócios nos próximos cinco anos.

Se precisamos mudar, e se inovação traz melhores resultados, então não há dúvidas de que as empresas deveriam ter inovação em seus DNA’s, correto? Infelizmente, mesmo desejando isto, na realidade, o que mais ouvimos é a pergunta: Como inovar?

Para responde-la, sugiro iniciarmos com um exercício para buscar o “porquê da dificuldade para inovar?”.

São vários os obstáculos que atrapalham a inovação, porém, os desafios que mais aparecem empesquisas geralmente são agrupados nos pilares estratégicos, culturais e de processo. Alguns deles estão listados abaixo:

Barreiras estratégicas – falta de alinhamento entre os objetivos do negócio e os objetivos de inovação; falta de recursos; pouca conectividade entre a estratégia e a execução; baixo patrocínio da alta direção.

Barreiras culturais – aversão a riscos e políticas internas; foco no dia-a-dia; falta de diversidade; rejeição de ideias vindas de fora.

Barreiras de processo – métricas pouco efetivas para medir inovação; falta defoco no cliente; não ter clareza na definição de responsabilidades e, comumente, a inexistência de processos  definidos entre asetapas de capturar a ideia e executa-la. Muitas vezesidentificamos a ausênciade alinhamento quando perguntamos: “O que acontece após a identificação de uma boa ideia?”.

Para gerar resultado com inovação, além de promover a diversidade, engajar os colaboradores, disponibilizar recursos e focar no cliente, é fundamental que haja um processo de gestão estabelecido.

Antes de mais nada, é importante ressaltar que a ideia aqui não é burocratizar, até porque não existe um único processo a ser apontado como o “correto”ou “ideal”. Porém, é senso comum que, para inovar em escala, são necessários os estágios de gerar e capturar ideias, avaliar e seleciona-las e por fim realizar valor com a execução da inovação. Comece por estes três estágios e implemente um processo que tenha a mínima formalidade, permitindo mover as ideias de um estágio para o outro, de forma simples, rápida e que atinja os objetivos.

Gerar e capturar ideias

Se você tiver um caminhão de ideias, a probabilidade de encontrar algumas que sejam boas aumenta na mesma proporção, por isso, estimule a participação do maior número de pessoas, mas lembre-se que pessoas são movidas a desafios.Geralmente não basta pedir ideias, mas sim, gerar o ambiente para que a inspiração aflore. Para isto use algumas técnicas como: criar desafios focados na resolução de problemas ou na geração de oportunidades; apresentar narrativas comum possível estado futuro que estimule o pensamento; estudar o cliente e o mercado em busca de oportunidades; executar workshops de visão; apresentar novas tecnologias para os colaboradores explorarem possíveis utilizações; faça relacionamentos com entidades externas, incubadoras, startups provedores de tecnologia.

Criado o ambiente adequado, as ideais começam a surgir e para coletá-las você pode se beneficiar da utilização de softwares que permitam o registro destas ideias, sejam elas oriundas de desafios, hackatons ou do dia a dia da organização. Estes mesmos softwares também irão auxiliá-lo a desenvolver a ideia através da coleta de informações de forma colaborativa, ou seja, permitindo que diversas pessoas possam contribuir com seus conhecimentos para melhorar a ideia.

Avaliar e selecionar

Permita que as equipes especialistas colaborem entre si no desenvolvimento da proposta, seja através de discussões internas ou externas (clientes/usuários), avaliações técnicas, construções de MVP (mínimo produto viável) e protótipos, realização de provas de conceito,elaboração do “business case” com os dados pertinentes para avaliação da ideia, como: riscos, objetivos, investiments. Quanto mais ricas as informações coletadas e quanto maior a participação dos envolvidos, maior a chance de se obter melhores resultados, afinal de contas como dizem os americanos, “Garbage in. Garbageout.”.

Estabeleça métricas que permitam à organização mensurar as ideias coletadas. Elas podem ser diversas e irão variar de empresa para empresa, mas podemos citar alguns exemplos: capacidade em gerar entrada de recursos financeiros, riscos de execução, nível de conhecimento para implementação, alinhamento aos objetivos estratégicos da organização, quantidade de pessoas beneficiadas, tamanho de mercado, valor do investimento, ROI, NPV, etc…

Comparando os dados coletados de forma colaborativa na construção do “business case”, nos resultados obtidos no MVP e/ou nas discussões com clientes com as métricas corporativas, realize a seleção das ideias que irão compor o seu portfolio de inovação e as priorize conforme os objetivos da organização e suas restrições de recursos.

Executar a inovação e gerar valor

Selecionado e priorizado o portfólio de inovação, é hora de torná-lo realidade.Inicie comunicando o valor de cada uma das inovações para as pessoas que de alguma forma serão impactadas pelos resultados, envolva os responsáveisna execução, garanta os recursos necessários e implemente as ideias.Afinal de contas,neste estágio elas se tornam projetos e devem ser gerenciadas como tal, conforme a metodologia utilizada pela sua organizaçãoou que seja mais adequada para obter os resultados do seu portfólio.

Não esqueça de monitorar e comunicar os resultados do seu programa de inovação durante todo o processo de forma a justificar o foco contínuo na inovação, seja para lançar novos produtos, melhorar processos, criar novas unidades de negócios ou empresas que aumentem o valor da sua organização.

*Leonardo Nogueira é fundador e CEO da Prosperi. Bacharel em Ciências da Computação pela Universidade Federal do Espírito Santo e com MBA em Gestão Empresarial pelo IBMEC, ele atua há mais de 25 anos na área de tecnologia, inovação e gestão de projetos.

Inteligência artificial de startup ajuda fruticultores no manejo do pomar

Inteligência artificial de startup ajuda fruticultores no manejo do pomar

O futuro tecnológico no agronegócio, que há alguns anos parecia ser algo tão distante, chegou e já é uma realidade dentro das fazendas. Com a tecnologia LeafSense, por exemplo, os fruticultores têm à disposição sensores e inteligência artificial para ajudar no manejo das culturas. Ela foi desenvolvida pela startup Adroit Robotics, e reúne informações detalhadas de produtividade e saúde dos pomares, analisando plantas e frutos um a um, de forma totalmente automatizada.

O diretor de tecnologia da empresa, Angelo Gurzoni Jr, explica que os sensores geram imagens de altíssima resolução que são enviadas para algoritmos que analisam tudo de forma individual, em detalhes. “A tecnologia LeafSense traz uma visão abrangente do pomar. Quantidade de frutos, curvas de maturação (maduros ou verdes), diâmetros e taxa de queda no chão são apresentadas juntamente com informações sobre as plantas, como número de árvores ausentes e replantios, cubicagem (volumetria), altura das copas e presença de cipós e daninhas. O fruticultor também conta com acesso às imagens de alta resolução do pomar, georreferenciadas, atuais e históricas”, detalha.

Além disso, a LeafSense, com todos esses indicadores, também pode ser apresentada como linhas de evolução temporal, permitindo o acompanhamento das ações de manejo. É possível também visualizar comparativos dos indicadores entre diferentes datas, setores, variedades e outros aspectos do pomar, e até entre fazendas.

Cada pomar monitorado pela tecnologia contribui para o aumento contínuo da base de conhecimento do sistema. Segundo Gurzoni Jr, na citricultura, os próximos passos serão a combinação dos modelos de produtividade com as condições climáticas e o histórico de manejo do pomar. “Assim será possível fazermos recomendações de aumento de produtividade, bem como o constante refinamento dos modelos de detecção de pragas, doenças e deficiências nutricionais”, conta.

Tecnologia para diversas culturas

Embora a tecnologia LeafSense tenha sido lançada com foco nos cítricos, foi projetada pensando também em cultivos como café, uva, maçã e manga. A empresa já iniciou experimentos em outras culturas e em breve deve apresentar versões que poderão ajudar outros fruticultores a ampliarem seus ganhos. “Com essa ferramenta será possível definir o ponto ideal da colheita, uma necessidade de muitos produtores de frutas. Através do acompanhamento do estágio de maturação, quantidade e calibre dos frutos, eles poderão atender aos critérios de tamanho e aparência das redes varejistas e também otimizar os custos de colheita”, diz Gurzoni Jr.

As informações fornecidas pela tecnologia possibilitam economia e racionalização da aplicação de insumos nas medidas e locais exatos. Estima-se uma redução que pode ultrapassar 20% no consumo de insumos com o uso dos mapas de produtividade da tecnologia, além de evitar que o solo seja saturado com nutrientes e agroquímicos.

Pragas e doenças afetam bastante os produtores de frutas, e em especial os de cítricos em climas quentes. O monitoramento de sintomas de pragas e doenças permite um complemento muito mais frequente e objetivo às inspeções convencionais e o mapeamento dos sintomas permite definir estratégias amplas e consistentes.

Parceria de sucesso

Desde o início do desenvolvimento da tecnologia, os fundadores da empresa contaram com o apoio, incentivo e sugestões do engenheiro agrônomo, Rubens Stamato, da SJS Campo Consultoria Agrícola. Ele conta que incentivou os então pesquisadores a olharem com atenção para a citricultura, onde havia viabilidade e necessidade de novas tecnologias. “Acreditei desde o início no potencial da tecnologia, cheguei a participar de experimentos, montando sensores em minha própria caminhonete para coleta de dados”, conta.

Iniciou-se assim a parceria com o consultor, que hoje recomenda e ajuda seus clientes a utilizar o LeafSense. “Inclusive uma ideia deles era de fazer um robô automotriz que carregasse os sensores pelos pomares“, relembra Stamato. A ideia acabou evoluindo para os atuais sensores montados em tratores, que permitem amostragem frequente do pomar.

Ganhando mercado

A ferramenta da Adroit Robotics já está sendo utilizada em diversas fazendas no Estado de São Paulo. “Para aqueles produtores que apresentamos o equipamento, a reação foi bem positiva e ficaram bastante impressionados. Gostaram bastante das informações que podem ser geradas”, destaca o consultor da SJS.

Ainda segundo Stamato, que atende produtores nas regiões de Paranapanema, Botucatu e Sorocaba, alguns deles que já começaram a utilizar a LeafSense, têm feito uma avaliação muito positiva principalmente pela contagem da quantidade de frutas. “Na citricultura, este hoje é um gargalo na hora de negociar a safra. Não tem como ter um número exato na mão. É difícil, por mais que a gente conheça e saiba calcular a estimativa de produção, nunca é algo preciso. Então essa tecnologia ajuda muito”, finaliza ele.

Sobre – A Adroit Robotics foi criada com o objetivo de reinventar o monitoramento dos pomares. A empresa desenvolveu a tecnologia LeafSense, que combina Inteligência artificial e sensores inteligentes, para possibilitar a Agricultura de Precisão na fruticultura, otimizando a produtividade e reduzindo custos. Mais informações: https://adroitrobotics.com.

15 startups que simplificaram a vida das pessoas durante a pandemia

15 startups que simplificaram a vida das pessoas durante a pandemia

Em tempos de pandemia, em que a principal recomendação é manter o isolamento social sempre que possível, serviços que simplificam processos burocráticos ou que antes exigiam presença física hoje são dispensáveis graças a tecnologias desenvolvidas por empresas que não só inovam o que já existe, como também mostram que é possível oferecer o que sempre foi desejado.

Não só em período pandêmico, essas startups são aliadas em diversas etapas importantes na vida, como a compra e financiamento de um imóvel, o sonho de uma profissão e até mesmo conseguir declarar um imposto de renda sem erros e dores de cabeça. Confira alguns exemplos que estão revolucionando a vida dos brasileiros por meio de investimentos em tecnologia:

EmCasa é uma startup de compra e venda de imóveis que ajuda as pessoas em todas as etapas do processo, desde a busca online e visita, até a negociação, levantamento de documentação, aprovação de crédito e entrega das chaves. A empresa criou um novo modelo de negócio, com especialistas ao invés de corretores tradicionais autônomos, este modelo é uma combinação de tecnologia e humanização para o cliente. “Por exemplo, o tour virtual em 3D elimina visitas desnecessárias, os algoritmos de dados apoiam os clientes na busca pelo imóvel e a assinatura digital economiza tempo de todos. Os especialistas personalizam e entendem as particularidades de cada cliente, com suporte de estratégias, visitas, negociações, financiamento e questões jurídicas. Com a EmCasa, o cliente não precisa se preocupar em falar com imobiliárias, corretores, bancos nem advogados”, explica Gustavo Vaz, CEO e co-fundador da EmCasa. A EmCasa está entre as “100 startups to watch”, na lista de 2020 e este ano, foi eleita pela Exame uma das 50 que mudam o Brasil.

Pravaler, maior fintech de soluções financeiras para educação, atua no mercado há 20 anos. Entre os produtos oferecidos está o financiamento de cursos de graduação. Com ele o aluno paga o curso no dobro do tempo, com mensalidade pela metade do preço, sem juros ou juros baixos. O processo para contratação do financiamento é simples e 100% online. Até 2025 a empresa espera ajudar 1 milhão de alunos a realizar seus sonhos por meio da educação.

A Leoa é uma plataforma online que, com uma solução tecnológica, desburocratiza e facilita a vida dos contribuintes na hora de realizar sua declaração do Imposto de Renda e ainda possibilita, caso haja restituição a receber, a antecipação, sem a necessidade de aguardar o calendário da Receita Federal. De forma intuitiva e simples, seus serviços são oferecidos de forma gratuita e educativa.

Pedalar pela cidade pode parecer tarefa simples, no entanto nem todo cidadão tem uma bike ou acesso à ciclovias. A Tembici, líder em tecnologia para micromobilidade na América Latina, responsável pelo Bike Itaú, projeto de bikes compartilhadas patrocinado pelo Itaú Unibanco, democratiza o uso do modal, com seus planos acessíveis e estações próximas à terminais e metrôs, possibilitando a intermodalidade, que resulta em cidades cada vez mais inteligentes, ou seja, com trânsito fluido, qualidade de vida e redução de emissão de CO². 

Além disso, a empresa lançou recentemente o maior projeto de bikes elétricas latino americana em sistema de estações fixas, junto com o projeto iFood Pedal, em parceria com o iFood, pensando no bem estar dos entregadores. A bike elétrica expande a possibilidade de uso diário, uma vez que facilita deslocamentos mais longos e com diferentes relevos. Outra inovação é a liberação de bikes por meio de QR Code, função que vai ao encontro das condutas de higienização, já que o usuário não precisa ter contato direto com as docas.

Logstore é uma plataforma de atendimento que capacita as marcas a vender e a entregar em um apenas 1-clique. A startup foi uma das selecionadas para participar da edição 2020 do Programa de Aceleração Visa. Com o auxílio da Visa, a startup conseguiu implementar a solução Checkoutless, que possibilita aos consumidores entrarem nas lojas apenas usando um cartão de crédito. O aplicativo da loja solicita que o usuário escaneie um QR Code para autenticação. É como o ‘bilhete’ obrigatório para validar a entrada. 

Com a câmera do celular, códigos de barras são identificados para informar quais produtos os clientes pegam das prateleiras para os armazenar em um carrinho virtual. Quando terminam as compras, os clientes podem simplesmente sair da loja, um sistema digital valida os itens físicos  e seu cartão de crédito é cobrado pelos itens presente em seu carrinho . Se os compradores precisarem de um recibo, podem acessar a área de Cupons no app ou visitar um quiosque na loja e inserir seu endereço de e-mail para retirar o cupom físico.

Acordo Certo é uma fintech de soluções voltadas para o bem-estar financeiro dos consumidores, possibilitando a renegociação de dívidas de forma 100% online, com uma abordagem humana, acolhedora e  empática. Fundada em 2013 e recentemente adquirida pela Boa Vista, a fintech possui mais de 30 empresas parceiras, entre elas varejistas, bancos, financeiras, empresas de telefonia e grupos educacionais, como Santander, Itaú, Claro, entre outros. Atualmente a startup conta com uma base com mais de 15 milhões de usuários cadastrados. 

mLabs é uma plataforma SaaS tudo-em-um para gerenciar o marketing em redes sociais e os relacionamentos de mídia social. Ela é a maior do Brasil no segmento em que atua. Com a mLabs você economiza tempo, gerencia todas as suas redes sociais com recomendações inteligentes baseadas em seu histórico, e ainda pode realizar vendas por elas. Você pode agendar postagens, responder a comentários e mensagens diretas na caixa de entrada, acompanhar o feed de conteúdo, analisar métricas de conteúdo e concorrência, aprovar conteúdo com clientes (caso você seja uma agência), impulsionar posts com campanhas e gerar relatórios interativos. Recentemente, a mLabs lançou a  funcionalidade que permite a realização de vendas diretamente pelas redes sociais. Alinhada à tendência de social commerce, essa novidade permite a criação de um link de pagamento da Stone, permitindo que o potencial comprador possa concluir a compra sem sair da área de troca de mensagens da rede social que utilizou para fazer o contato e demonstrar interesse. 

vhsys  é uma empresa de tecnologia que desenvolve sistema de gestão empresarial descomplicado para micro, pequenas e médias empresas, com módulos online para emissão de nota fiscal, controle financeiro, vendas e estoque, além de uma loja de aplicativos. A vhsys também oferece integrações exclusivas que ampliam os recursos do empreendedor. Desde 2019, a empresa é uma das investidas do grupo StoneCo, em uma parceria que alia sua ferramenta de gestão com o serviço de pagamentos da Stone. A empresa integra o ranking das melhores empresas para se trabalhar, segundo o Great Place to Work, e é uma das mais amadas do Paraná, de acordo com a Glassdoor. 

Flix, seguradora digital com foco na venda de seguros residenciais e assistências pessoais, é uma das dez selecionadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) para atuar no Sandbox, projeto de inovação experimental que visa desenvolver tecnologia, novas soluções e a desburocratização do mercado de seguros no Brasil. Por meio de uma plataforma simples, segura e intuitiva, a empresa oferece pacotes pré estabelecidos e mais de 45 opções de assistência de seguros residenciais personalizáveis por um preço acessível, além de proporcionar mais versatilidade e agilidade na hora de definir o melhor seguro residencial para imóveis próprios ou alugados.

Intuit QuickBooks oferece software de gestão para empreendedores e escritórios de contabilidade minimizarem um problema que aflige muitas empresas: a gestão financeira. Por meio de preços acessíveis e da obsessão por entregar aquilo que realmente importa, o QuickBooks automatiza tarefas do dia a dia para ajudar os consumidores a economizarem tempo e dinheiro e terem mais confiança na hora de gerenciar o próprio negócio. Outro desafio da Intuit é conseguir dobrar de tamanho anualmente até 2025 e concentrar 25% do market share de gestão financeira neste mesmo intervalo de tempo. 

Maior plataforma de saúde emocional e desenvolvimento pessoal do Brasil, o Zenklub oferece sessões online com mais de 500 psicólogos, psicanalistas, coaches e terapeutas, além de conteúdos em texto, áudio, vídeo e diversas outras ferramentas em seu aplicativo e site.  Criado em 2016, o Zenklub atende empresas em mais de 980 cidades e brasileiros em 124 países. E atualmente, impacta 1,5 milhão de pessoas por mês e mais de 200 empresas, entre elas Votorantim Energia, Natura, Qualicorp, Tecnisa e Loggi. 

No setor de gestão de pessoas, a Ahgora Sistemas é uma das empresas pioneiras em SaaS e IoT usado em ponto eletrônico. A companhia desenvolve ferramentas com o uso de tecnologias para transformar e evoluir seu segmento. Seus produtos facilitam rotinas, reduzem custos e ajudam as empresas a simplificar a gestão do capital humano pelos módulos avançados que respeitam as mais diversas regras de negócio quando se trata da legislação CLT. Com isso, a área de Recursos Humanos garante compliance para evitar processos trabalhistas, isso garante uma entrega que ultrapassa RH e apóia diretamente o jurídico da empresa, o setor financeiro, o respeito da marca bem como a própria TI que sabe que os dados são assertivos e hospedados na nuvem.

Linker é uma conta PJ digital e plataforma de soluções financeiras 100% feita para os  pequenos e médios empreendedores. Foi criado com o objetivo de ajudar as empresas a terem sucesso com mais agilidade e menos burocracias. A Conta Linker é gratuita e oferece um cadastro rápido, tarifas justas e atendimento efetivo. A fintech traz entre suas funcionalidades transferências bancárias, pagamentos, cobranças, cartão físico e virtual, link de pagamento, além de parcerias para benefícios exclusivos aos seus clientes.

Revelo é a maior empresa de tecnologia para área de recursos humanos da América Latina. Entre os produtos oferecidos está o ‘Revelo Remoto’, ferramenta que permite realizar processos seletivos de forma 100% on-line, desde a seleção, entrevista, até a proposta final da empresa para contratação. Na prática, o recrutador escolhe os candidatos que participarão da etapa de conversa individual ou dinâmica de grupo e conecta todos em uma sala on-line, completamente ambientada para a situação. Além disso, o uso da funcionalidade possibilita processos seletivos mais curtos que duram, em sua totalidade, duas semanas. 

IOUU é uma fintech de peer-to-peer ou P2P lending que propõe alternativas financeiras para empresas que necessitam de crédito. A plataforma possibilita investir em crédito privado ou conseguir crédito sem sair de casa, tudo de forma digital. Um modelo que é rápido, fácil, não utiliza papel e o custo é muito menor para o cliente. Pode ser acessada por meio do seu aplicativo ou pelo site: www.iouu.com.br.

Fintech oferece novidades para o mercado e cresce durante a crise

Fintech oferece novidades para o mercado e cresce durante a crise

É certo que o coronavírus impactou inúmeras empresas durante os últimos meses e, de alguma maneira, muitas acabaram perdendo clientes e lucro. Ainda assim, aqueles que conseguiram criar métodos inovadores e se adaptaram ao mercado, cresceram e transformar seus negócios, beneficiando consumidores e diversos setores.

Esse é o caso da fintech curitibana Certus Software, que logo no início da pandemia lançou uma plataforma que permite a antecipação de recebíveis com a taxa a partir de 0.5% ao mês, simples fácil e sem nenhuma burocracia.

Fábio Ieger, o CEO da empresa, explica que essa iniciativa foi pensada e colocada em prática para ajudar as pequenas empresas durante o período da pandemia. “Temos como missão reduzir a mortalidade das pequenas empresas e apesar da COVID-19 ter dificultado o trabalho de muitas pessoas, nós conseguimos oferecer possibilidades para que pequenas indústrias continuassem realizando suas atividades normalmente. Agregamos a nossa plataforma de gestão a antecipação de recebíveis com o menores juros do mercado, o que vem ajudando muitas empresas a se manterem ativas, possibilitou inclusive o pagamento dos salários de seus trabalhadores ”, relata.

É possível dizer que, por conta de todas as inovações que a Certus Software realizou durante a crise, conseguiu se reinventar e crescer. Atualmente, a empresa dobrou de tamanho e tem planos para aumentar cada vez mais.  

A plataforma lançada pela a startup para a antecipação de recebíveis é uma grande vantagem para as empresas, visto que a taxa praticada pelo mercado atualmente tem a média superior a 3.5%a.m., enquanto a oferecida pela Certus inicia em 0.5%a.m. “Em um momento em que muitas pessoas foram afetadas por tarifas abusivas e dificuldades financeiras, é fundamental apresentar soluções que se encaixam na realidade do pequeno empresário”, ressalta Ieger.   

O objetivo é fazer com que a Certus cresça ainda mais em 2021, levando credito acessível a milhares de pequenas empresas. “A projeção de crescimento é de dez vezes o seu tamanho atual. Ano passado tracionamos R$4Bilhões a meta para esse ano é passar de R$40Bilhões. Estamos finalizando um round de investimento, para cada vez mais poder ajudar as pequenas empresas.”

Atualmente temos diversas vagas de trabalho que vão desde atendimento, à engenharia de software e analistas de crédito”, o CEO finaliza.

Fábio Ieger é empreendedor e apaixonado por tecnologia. Administrador de empresas, sabe o quanto é desafiador o dia a dia para manter um negócio em atividade em um país com instituições financeiras que em nada ajudam o pequeno e médio empresário. Para levar soluções sustentáveis e realista a esse público, fundou a fintech CERTUS, que utiliza dados do seu software de gestão para conceder empréstimo e capital de giro para os que mais necessitam de ajudam, e esbarram em análises injustas. Para mais informações, acesse https://www.certus.inf.br/

Sobre a Certus

O Certus Software proporciona ao usuário uma experiência agradável e intuitiva, utilizando ícones de fácil compreensão, com telas simplificadas e com todas as informações em um só lugar. Com relatórios de fácil compreensão, auxilia na tomada de decisões. Agregado a isso, diversos serviços financeiros, como antecipação de recebíveis e empréstimos de capital de giro. A cada dia, a empresa inova e inclui a inteligência artificial para ajudar cada vez mais a pequena indústria. Recebeu investimentos da Bossa Nova, de João Kepler e Pierre Schurmann; e da IVP de Fabricio Bloisi e Bruno Rondani e João Bezzera ex-CTO Itaú, além de passar pela aceleração da Baita Aceleradora, na Unicamp. Para mais informações, acesse https://www.certus.inf.br/ ou pelo ig @softwarecertus

Confira 10 tendências tecnológicas para 2021

Confira 10 tendências tecnológicas para 2021

2020 foi um ano em que a transformação digital foi acelerada nas empresas. Em 2021, que ainda promete muita resiliência e adaptação, a tecnologia será novamente aliada fundamental das organizações. Por isso, a Bain & Company se reuniu com um grupo de mais de 100 empresas de tecnologia e startups para monitorar as tendências mais importantes e selecionou as 10 principais que já estão causando impacto em diversos setores. São elas: 

1 – Edge AI 

Considerada a próxima onda de inteligência artificial, “edge AI” ou “AI on the edge” é uma infraestrutura de rede que possibilita que algoritmos de inteligência artificial sejam executados na extremidade de uma rede, ou seja, mais perto ou até mesmo nos dispositivos que coletam os dados . As mudanças repentinas no tráfego de rede que acompanharam os bloqueios da Covid-19 e a necessidade de trabalhar em casa provavelmente aceleraram o movimento já em andamento em direção à computação de borda.

Os benefícios desta tendência incluem a preservação da largura de banda e o aumento da eficiência ao processar as informações mais perto dos usuários e dispositivos ao invés de enviar esses dados para processamento em locais centrais na nuvem. Ao incorporar IA localmente, os fabricantes podem reduzir os problemas de latência e acelerar a geração de insights, enquanto diminuem o uso e o custo dos serviços em nuvem. 

O custo da conectividade também cai, pois o processamento de parte dos dados localmente reduz a largura de banda e o uso de dados do celular. E como a inteligência está sendo executada localmente, as fábricas localizadas em áreas remotas com infraestrutura de comunicação deficiente estão menos sujeitas a perdas de conectividade que podem impedir a tomada de decisões de missão crítica e urgente.

2 – Fábricas com 5G

De acordo com uma pesquisa da IHS Markit, o Fórum Econômico Mundial espera que a rede móvel de quinta geração (5G) alcance uma produção econômica global de US$13,2 trilhões e gere 22,3 milhões de empregos até 2035. Ao abrir novas possibilidades tecnológicas, é esperado um grande e rápido avanço na Indústria 4.0 e na Internet das Coisas industrial.

Capaz de atender aos requisitos de energia de milhões de conexões para aplicativos de dados intensivos, a previsão é que o 5G impulsione a indústria de manufatura com novos e mais poderosos recursos digitais. Até 100 vezes mais rápido que o 4G, o 5G oferece latência drasticamente reduzida, o que torna possível compartilhar dados com extrema rapidez, eliminar atrasos de processamento e garantir que os sistemas de fábrica possam reagir em tempo real. A confiabilidade da conectividade 5G garante uma conexão de rede estável e constante em qualquer lugar e a qualquer momento no chão de fábrica, garantindo a execução contínua e desimpedida de missões críticas de negócios. O 5G poderá até mesmo inaugurar uma era de comunicação entre máquinas.

3 – Seguro Sob Medida

O mercado de seguro baseado em uso (UBI) está projetado para chegar a US$126 bilhões até 2027. Para o Gartner, isso deve se conectar com o desenvolvimento da chamada “telemática”, que é o uso de dispositivos sem fio e tecnologias de ‘caixa preta’ para transmitir dados em tempo real de volta para uma organização. 

Com 3,8 bilhões de usuários de smartphones esperados até 2021, a telemática móvel leva o UBI um passo adiante, permitindo que as seguradoras usem sensores e tecnologias de rastreamento incorporadas em smartphones para coletar dados em tempo real e entender melhor os hábitos de direção de seus clientes. Em última análise, isso dará às seguradoras a oportunidade de oferecer programas de seguro baseados em comportamento mais competitivos e inovadores, ao mesmo tempo em que promove a segurança do motorista.

4 – Inteligência Artificial para todos

Bancos e seguradoras esperam um aumento de 86% nos investimentos em IA até 2025, de acordo com The Economist Intelligence Unit. Para que as empresas explorem todo o potencial da IA, os funcionários com pouca ou nenhuma formação em ciência da computação precisam ser capazes de usá-la para aumentar seu desempenho operacional. 

Por esse motivo, surgem mais plataformas de IA de fácil entendimento para o usuário, que permite que os funcionários criem modelos rapidamente, compreendam e confiem em seus resultados com facilidade e tomem decisões com segurança. Este processo é essencial na implantação de IA em maior escala.

5 – Cibersegurança

Segundo a Interpol, a crise da Covid-19 criou uma oportunidade sem precedentes para os cibercriminosos aumentarem seus ataques. No entanto, a maioria das empresas superestimam seu desempenho de segurança cibernética, com apenas 24% realmente atingindo o padrão, de acordo com um estudo da Bain. Identificar pontos fracos comuns de segurança de TI e desenvolver maturidade em segurança cibernética é fundamental para construir organizações digitais verdadeiramente resilientes.

6 – Otimização de pessoal

O absenteísmo custa às empresas globalmente centenas de bilhões de dólares por ano. O varejo é particularmente dependente de interações presenciais entre clientes e funcionários da loja, algo que a Covid-19 tornou especialmente desafiador. Cerca de 88% dos varejistas globais preferem trabalhar com força de trabalho extra do que correr o risco de ficar com falta de pessoal, uma abordagem que leva a altos custos de mão de obra e lucros menores. As tecnologias de gerenciamento da força de trabalho, no entanto, podem ajudar os varejistas a aumentar substancialmente a agilidade da força de trabalho, respondendo rapidamente aos picos de atividade e absenteísmo dos funcionários, melhorando o desempenho operacional e a lucratividade.

7 – Dados de saúde

Espera-se que o mercado de big data da saúde alcance quase US$70 bilhões em 2025, quase seis vezes o valor de 2016, de US$ 11,5 bilhões. A rápida aceleração da coleta de dados de saúde oferece ao setor uma oportunidade sem precedentes de alavancar e implantar recursos digitais inovadores, como a IA, para melhorar o tratamento. O uso inteligente de dados de saúde tem o potencial de melhorar drasticamente o atendimento ao paciente.

8 – RH de próxima geração

Em 2025, os millenials serão responsáveis por 3/4 da força de trabalho global. À medida que as organizações trabalham cada vez mais com um grupo de candidatos nativos digitais, elas devem modernizar o recrutamento. Usar a tecnologia para desenvolver um processo de contratação inovador pode melhorar o desempenho das equipes de RH e permitir a identificação mais rápida dos candidatos mais promissores, ao mesmo tempo que atende às expectativas de uma nova geração de talentos.

9 – Economia circular

A mudança de relações transacionais baseadas na venda de produtos para um modelo de produção e consumo que envolve compartilhamento, aluguel, reutilização e reciclagem de materiais e produtos existentes está ganhando força conforme as preferências dos consumidores e acionistas mudam em direção à sustentabilidade. 

As organizações estão sob pressão crescente para reduzir os recursos naturais consumidos na produção de produtos e serviços. Nas palavras de Jim Sullivan, chefe do Global Sustainability Innovation Accelerator da SAP, a tecnologia tem o potencial de ajudar a humanidade a administrar melhor a biosfera e dar início à existência de uma economia circular verdadeiramente inclusiva.

10 – Zero desperdício

De acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, mais de 30% dos alimentos do mundo são perdidos ou desperdiçados todos os anos. Usar a tecnologia para reduzir o desperdício pode reduzir significativamente os alimentos descartados por varejistas e empresas, aumentar a segurança alimentar e aliviar o sofrimento de centenas de milhões de pessoas que passam fome – estimado em aproximadamente 821 milhões de pessoas em 2019.

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